Montanha-russa

Chovia, como de costume. Era final de janeiro. Fim de tarde. Desci pelas escadas. Cumprimentei o porteiro. “Bom tarde, Laura !”. Sorri e acenei com a cabeça. Destravei o carro. Coloquei meus papéis e minha bolsa no banco do passageiro. “Não esqueci nada?”. Diariamente me fazia esta pergunta. Eu era distraída. Fazia tudo no automático. […]