Professora, aluna e mackenzista

“Eu me sinto tão bem sendo aluna quanto funcionária do Mackenzie. Eu acho que eles possuem um jeito único de nos envolver. A gente gosta de ser mackenzista”, é o que diz a psicóloga, professora e aluna, Priscila Palermo Felipini, de 54 anos.

A história de Priscila com a Universidade Presbiteriana Mackenzie é longa. Começou em 1998, quando a psicóloga foi para a universidade dar aulas, assim ficou até concluir o seu mestrado, em 2001. Em 2007 voltou para o Mack, onde ministra suas aulas até hoje, porém com um adicional: Em 2017, a professora decidiu entrar para o curso de jornalismo da UPM.

“Eu queria estudar. Pensei no doutorado, mas eu não tinha algo em especial para pesquisar. E eu tenho visto que o mundo está cada vez mais diversificando ao invés de especializando, então eu pensei em fazer uma outra graduação e comecei a olhar os cursos disponíveis”, é o que diz Priscila sobre os motivos para escolher uma nova graduação.

O jornalismo chamou a atenção da professora. “A grade de jornalismo me deixou apaixonada. Tinha tudo que eu estava procurando. Então eu comecei a fazer o curso”, conta a psicóloga, que hoje está indo para o terceiro semestre e parece ter acertado em cheio na sua escolha. “Adoro o curso, acho ele muito redondo. Gosto da proposta do jornalismo”.

Priscila conta que ao se tornar aluna, ela sente que suas aulas ficaram melhores, afinal, ela consegue enxergar as duas perspectivas e portanto absorver aquilo que será melhor aproveitado em suas aulas.

Contudo, conciliar essas duas tarefas não é fácil. A professora conta que a falta de tempo, devido ao excesso de coisas para fazer, as vezes dificulta a sua vida. “Esse final de semestre foi difícil, pois além das provas que eu tinha para corrigir eu também tinha trabalhos para entregar. Fiquei algumas noites sem dormir”, relata.

Por fim, após a graduação, a professora diz não pretender abandonar a psicologia, e assim trabalharia com o jornalismo de maneira mais autônoma, sem visar redações ou emissoras. “Se eu fosse trabalhar com o jornalismo, o que eu vejo que caberia na minha vida hoje seria algo mais voltado para a parte literária, escrevendo histórias ou também com fotografia”, conta Priscila.

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Gosto de cinema, quadrinhos e séries. Faço piadas e comentários sarcásticos sobre praticamente tudo. Amo conversas viajadas, como “qual o sentido da vida?”, “estamos sozinhos no universo?”, “o arroz vai por cima do feijão?”, etc.