Portfólio Isabela Dib Jannini – Tatuagem

Olá, Mackenzistas! No portfólio de hoje, vocês conhecerão o trabalho da Isabela Dib Jannini. Essa moça de 19 anos está no terceiro semestre de Arquitetura e Urbanismo e faz tatuagens incríveis. Vamos conferir?

Para você, o que é arte?

Tudo aquilo que faz questionar, que muda as sensações, traz experiências, que é capaz de fazer sentir.

O que te inspira?

Ver como as pessoas podem mudar depois de fazer uma tatuagem. Cada cliente que sai vai ter um pedacinho de mim, e eu um pedacinho dele.

Quais são seus hobbies?

Desenhar, ver série, procurar instagram de tatuadores para me inspirar.

E o que levou você começar a tatuar?

Na verdade eu ganhei a primeira máquina de tatuagem da minha mãe que gostava dos meus desenhos, foi mais uma ideia dela do que minha. Eu sempre tive vontade de tentar, mas não achava que era capaz. Depois da primeira eu me apaixonei e percebi que queria levar isso pra minha vida.

O que sente quando tatua?

É uma troca de energia. Aquela pessoa passa a não ser só mais um cliente, ela vira parte da sua vida e você da dela. Eu acredito que a vida é feita de fases, então quando a pessoa olhar aquela tatuagem não vai lembrar só do significado, vai lembrar-se do ambiente, das sensações e da fase que estava.

Tem algum recado para os mackenzistas, relacionados a arte?

Talvez vocês não encontrem muitos lugares que te deem o maior incentivo para ser artista, mas se é o que você gosta, se te traz algum tipo de felicidade ou sensação que não vive sem, vai em frente que tem muita gente disposta a te ajudar e reconhecer seu trabalho.

 

Como é o processo de criação de sua arte?

Normalmente recebo referências de outros artistas e converso com a pessoa sobre as ideias dela. Muitas vezes ela tem algo na cabeça mas não consegue passar para o papel e por isso acaba querendo obras já prontas, mas eu acredito que se deve ouvir e conhecer a pessoa antes de colocar a arte na pele dela e, assim, fazer um desenho exclusivo e confortável para o cliente.

Por ser uma tatuadora aprendiz, como você conquista seu público, considerando que há certa preferência em tatuar com gente que já tatua a mais tempo?

Minha base de clientes está nas pessoas que conheço, já tatuei muitos amigos e familiares e estes acabam indicando meu trabalho para os amigos e familiares que também me procuram. É uma relação de trocas, eu deixo um trabalho legal, as pessoas veem e me procuram.

Quais os seus maiores planos relacionados à tatuagem?

Abrir um estúdio próprio.

Teria algum site ou outros meios que queira divulgar também?

Meu instagram @dib.tattoo onde eu posto meus trabalhos feitos, as artes disponíveis e por onde as pessoas podem entrar em contato. E o instagram do estúdio que estou como aprendiz no momento @33homestudio que tem várias pessoas muito boas e atenciosas, além de um ambiente muito legal.

Eduarda Ramos
Geminiana até demais pros padrões do signo, fã encubada de indie pop e entusiasta de memes. Diz que não beberá das águas, mas quando vê já está afogada nelas.