Portfólio – Gabriela Garcez

Confira uma entrevista e a arte colorida e divertida do portfólio da mackenzista Gabriela Garcez, 18 anos, aluna do terceiro semestre de Publicidade e Propaganda e apaixonada desde a infância pelo universo dos desenhos.

-Você participa de algum projeto ou Empresa Júnior do Mackenzie?

Não, mas neste semestre prestei para a Agência Júnior e fui até a última fase. Infelizmente não passei, mas só o fato de eu ter prestado e conseguido chegar até o final foi muito legal, pois pude ter uma noção de como uma entrevista de emprego funciona!

-Para você, o que é arte?

Arte é subjetiva. Não é tangível, não pode ser medida, é algo de dentro. É algo muito bonito, é como uma lente que nos faz enxergar tudo de outro modo; cada um tem sua lente e sua visão. É um dom assim como voar, tornar-se invisível ou teletransportar-se; a única diferença é que esse dom se encontra em tudo e em todos. Todos podem ver e ser a arte se quiserem.

-O que te inspira?

Muitas coisas me inspiram. A natureza é a maior fonte de inspiração, seguida de filmes, livros, músicas, cores, traços, sentimentos etc. Qualquer coisa é uma inspiração, contanto que minha mente e meu coração estejam preparados para isso. Muitas vezes ela vem em momentos inesperados, quando não tenho um papel e lápis ao alcance, mas o contrário acontece também.

-Quais são seus hobbies?

Amo música e por isso tento cantá-la e tocá-la – mais especificamente no violão. Amo desenhar, faço isso desde que me conheço por gente! Amo assistir a filmes e séries e ler livros – e é daí que tiro algumas inspirações para desenhar. Lembro que quando li Percy Jackson eu fiquei tão fanática com aquele universo e com os personagens, que criei uma história em que eu estava naquele mundo com minhas amigas! Bateu até uma saudade. Nunca terminei minha história, quem sabe um dia, né?!

-E o que levou você começar a fazer arte?

Sei que desenho desde pequena porque minha mãe me mostrou desenhos que eu fazia com 2, 3 anos de idade. Acho que sempre tive vontade de desenhar, de criar algo de minha autoria. Minha avó materna também gosta de desenhar e minha mãe pinta quadros, então tenho no sangue um pouco dessa vontade de fazer arte!

-O que sente quando desenha?

Sinto algo indescritível, de verdade. É muito, muito bom. Vai além da felicidade… É um misto de realização pessoal e alívio por conseguir colocar no papel o que está na minha mente. Muitas vezes tenho vontade de desenhar, mas estou sem inspiração, então pego um lápis e rabisco… Faço desenhos aleatórios até conseguir algo que me agrada e trabalho nisso até ficar pronto.

Texto e Foto por: Fernanda Varela

Carolina Costa Lima Torelli Bolota
Mente nas nuvens com os pés no chão.