O minimalista expressivo

Trabalho de anos

Não é de hoje o ato de se tatuar: existem indícios de que as tatuagens existem há mais de 4 mil anos.

Além de uma forma de arte expressiva, sejam

elas para eternizar significados, cobrir cicatrizes, prestar homenagens ou apenas por estética, as tatuagens estão presentes na vida de inúmeras pessoas, sendo que  o estilo minimalista está dividindo a atenção com as tatuagens grandes e habituais de se ver.

São um estilo procurado por pessoas que fazem a primeira tatuagem e/ou buscam algo mais discreto, as tatuagens minimalistas podem ser tão representativas quanto as maiores, além  de serem igualmente lindas.

Seu perfil

Raphael Quitanda tem 32 anos e cursa o sexto semestre de design no Mackenzie. Ele diz que  “cada tatuagem tem seu grau de dificuldade e sua importância, sendo que cada uma serve como aprendizado para a próxima… Um trabalho grande geralmente permite explorar mais o uso de algumas técnicas, mas os minimalistas exigem precisão em sua execução. Particularmente não tenho preferência. O trabalho que mais gosto de fazer é justamente aquele que ainda não fiz, de pequenas homenagens e fechamento de corpo.”

O trabalho de Raphael está presente em seu Instagram, Oficina Quitanda (https://www.instagram.com/oficinaquitanda/). A tatuagem minimalista também está presente em mackenzistas. Thaís Mariano está no primeiro semestre de jornalismo e mostrou seu estilo em suas pequenas tatuagens.

                                                  

Texto e foto por: Eduarda Ramos