O mundo do jornalismo esportivo

Mauro Beting esteve no 11° encontro de comunicação do Mackenzie. Junto de Márcio de Castro (Record) Naief Haddad (Folha de S. Paulo), falaram sobre o jornalismo esportivo. Cada um contou um pouco sobre sua experiência na área. Um ponto bastante comentado foi a busca pela imparcialidade, como disse Beting “Subindo em cima do muro você vê um lado e vê o outro”.

Filipe Cury e Wagner Bordin também estiveram no Mackenzie para falar sobre Olimpíadas

Naief Haddad

O primeiro a falar foi Haddad, editor do caderno de esportes da folha. O jornalista tratou sobre a cobertura das Olimpíadas pelo meio impresso e digital. Um dos pontos foi o impacto visual, utilizando bastante as fotos nos dois meios. Uma matéria com muito texto e pouca imagem acaba sendo menos atrativa para o leitor.

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Mauro Beting em um bate-papo pós palestra.
Mauro Beting

Em seguida veio o convidado mais badalado, Mauro Beting, um nome que dispensa apresentações. Falou do jornalismo de um modo mais geral, utilizando o esporte mais como exemplo. Muito do que foi dito se aplica a qualquer área do jornalismo.

O 11º encontro de comunicação tratou também de assessoria de imprensa no mundo da moda

Como por exemplo saber separar profissão e cidadão, todo jornalista pode, como cidadão, ter sua opinião dos fatos, porém na hora de escrever a notícia precisa buscar a objetividade. Beting brincou ao falar que ele como pessoa, não gosta dele jornalista, pois, quando necessário, fala “mal” do Palmeiras, clube do coração.

 

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Naief Haddad, Mauro Beting e Márcio de Castro
Márcio de Castro

Márcio de Castro foi o encarregado para encerrar a palestra. Coordenador do núcleo olímpico da Rede Record, ele apresentou um pouco o planejamento para a cobertura televisiva de um evento esportivo. Diversas câmeras posicionadas de modo que pegue os melhores ângulos, mas para que tudo funcione, o planejamento começa cedo, quatro ou cinco anos antes de uma Olimpíada tudo já começa a ser pensado.

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Ao término do evento Mauro Beting participou de uma conversa mais informal com os alunos. Onde comentou diversos assuntos, inclusive o tão discutido “mundial de 51” do Palmeiras, se foi realmente mundial não importa, o que importa é a conquista do clube, primeiro título intercontinental do Brasil e contra grandes clubes da Europa e do Mundo.

Matheus Veloso

Amante das artes marciais, confia que todo o sonho é possível, basta lutar por isso.