O Movimento

Hoje a editoria Internacional trouxe uma crônica sobre a nossa vontade de viajar. Depois de ler tantas matérias legais sobre a experiência de alguns Mackenzistas, tenho certeza que compartilhamos desse mesmo desejo!

 

Uma vez eu estava assistindo ao documentário da Miley Cyrus em que ela diz “Para mim, um movimento representa algo como…tomar conta do mundo”. Essa frase pode significar muito para nós universitários que estamos começando a desbravar a vida.

O movimento. O nosso movimento. Tudo está em torno disso. Não queremos estar parados, as coisas não funcionam assim. Hoje é tudo tão rápido, queremos acompanhar isso.

Vivemos uma inconstância louca. Estamos em um lugar querendo estar em outro. Fazer tudo ao mesmo tempo. Abraçar o mundo. Literalmente.

Vivemos e precisamos estar em movimento, e a viagem é um ponto essencial. Quase uma necessidade.

Gostamos de novas experiências, vivenciar algo só nosso. Um crescimento pessoal intenso que talvez, só a viagem possa nos proporcionar.

Ir para qualquer lugar é válido. Quebrar sua rotina, conhecer pessoas novas, um ambiente diferente, uma cultura que nem poderíamos imaginar que existisse. Quanta coisa pode acontecer. Queremos ir além. O comum não nos atrai.

O jornalista Airton Ortiz resume bem esse movimento em uma frase “Somos o resultado dos livros que lemos, das viagens que fazemos e das pessoas que amamos”. Isso é tão verdadeiro, toda experiência constrói um pouco mais do Eu.

Cada dia um novo ciclo se inicia. Uma nova chance de fazer tudo acontecer. Mais um dia para criar, amar, rir, inovar e ser. Nosso amadurecimento depende disso.

Dia a dia, alimentamos essas vontades e desejos, mas, em algum momento precisamos colocar em prática, e pode ter certeza, não existe sensação melhor do que fazer o movimento acontecer.

 

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Luana Cunha de Figueiredo

Futura Jornalista apaixonada por girassóis e pelos pequenos detalhes da vida. Curiosa o suficiente para questionar e refletir sobre tudo a sua volta.