Mochilão: Expectativas e preparação para uma aventura inesquecível

Fazer um mochilão é muito mais do que simplesmente viajar. É visitar um local com olhos diferentes de alguém que vai a passeio. É chegar mais perto da realidade do lugar a ser explorado. Nele o luxo não se faz presente. É uma corrida para conhecer lugares e pessoas diferentes, mais importante que isso: se descobrir.

Por isso a editoria internacional trouxe uma série de três postagens falando sobre o antes, durante e depois de um mochilão. Contamos com a ajuda de quem já teve a audácia de vivenciá-lo.

A ex-aluna de publicidade e propaganda do Mackenzie, Lívia Caputo, voltou recentemente de um mochilão na América Latina e nos contou um pouco sobre o que esperava da viagem antes de partir: “minhas expectativas eram basicamente: conhecer gente legal e ter uma viagem maravilhosa”

É uma viagem que não exige muito preparo financeiro, o objetivo dela não é frequentar lugares chiques, mas viver experiências únicas e inesquecíveis com o menor custo possível. Lívia comentou que, alguns meses antes de viajar, trabalhou no natal como vendedora em uma loja para juntar um dinheiro. Colocou o pé na estrada, mas não fazia ideia de onde ficaria, qual seria seu roteiro e quando voltaria.

Sair de casa sem rumo assusta quem procura se meter em uma aventura como essa. Fazer isso sozinho então, pode trazer mais insegurança ainda. Portanto, é legal ir com um amigo, um companheiro com quem você possa dividir expectativas, emoções, experiências, medos e até os gastos de vez em quando.

É preciso escolher bem e confiar na pessoa que estará ao seu lado. Muitas vezes vocês só terão uma a outra, tanto em momentos bons como nos ruins também.

O mais gostoso de um mochilão é a bagagem com a qual você volta: os momentos, as amizades, os idiomas aprendidos, a cultura vivenciada, etc. Não criar expectativas, não fazer planos muito detalhados e se jogar à própria sorte pode trazer surpresas incríveis. É uma viagem carregada de expectativas e ao mesmo tempo momentos inesperados e intensos.

Por: Giovanna Dagnino