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Um jornalista roxo pelo esporte

“O esporte faz parte de mim desde que eu sou pequeno. Ele fez, faz e fará parte da minha vida.” É assim que o estudante de jornalismo,  Matheus Veloso, começa a entrevista, dizendo a sua relação com o esporte. Atualmente o mackenzista integra o time de handball do Mackenzie e diz que está gostando cada vez mais. “Eu tô gostando muito de handball. Quando passa na TV eu paro para assistir  e sempre que eu tenho  a oportunidade aqui no Mack, tipo os jogos femininos, eu venho e assisto.”

 Como um bom amante do esporte, o futuro jornalista, enxerga muito mais além dos movimentos físicos. Para ele as modalidades esportivas são grandes influenciadores na vida de quem pratica. Porém, isso só acontece quando se tem uma situação propícia. “O esporte tem potencial de mudar, mas depende com quem você está. Assim, o esporte sempre fez parte de mim. Só que ele só começou a ser um estilo de vida, quando eu comecei a treinar Jiu Jitsu. O meu mestre não ensinava uma luta, ele ensinava um estilo de vida, que vai além dos tatames.”

 Quando questionado se ele tem uma inspiração profissional, o estudante diz que sim. “Eu gosto muito do Virgílio Neto. Ele foi comentarista de Rugby na ESPN e eu admiro muito ele. Eu vi que ele gosta de esporte, que ele respira esporte. Foi o meu primeiro contato profissional com o jornalismo esportivo. Eu admiro tanto ele.”

 Para Matheus, o esporte não fica só na sua vida pessoal. Mesmo não sendo um atleta profissional, o estudante nos conta que as modalidades esportivas influenciam muito no jornalismo. Ele ainda critica um aspecto nessa relação. “É bem complicado, porque o jornalismo esportivo vive de especulação. Algo que eu não gosto. É muito especulativo. Mas é gostoso, você estar no estádio cobrindo e vendo o jogo, escrever como que foi.”

 Além disso, o estudante nos mostra um outro aspecto que muitos não enxergam no jornalismo esportivo. Segundo Veloso, essa área do jornalismo, sofre um certo preconceito. Mas para ele, isso é so uma questão de perspectiva. Esse segmento pode nos trazer grandes mudanças. “O jornalismo esportivo sofre um pouco de preconceito. Eu até entendo, porque se você fica falando de jogo, não agrega nada a sociedade. Só que tem esse lado humano do esporte. Você vê quantos jogadores que saíram da favela, de situações difíceis, compraram uma casa melhor pra sua família. E isso ajuda a tirar as pessoas das drogas. Você sente vontade de melhorar.”

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