5 livros que marcaram a vida de mackenzistas

 

No dia 29 de outubro, comemora-se o dia do livro. Confira os livros que marcaram a vida de mackenzistas:

 

1.Rota 66, Caco Barcelos

“O livro que mais marcou a minha vida até agora foi o Rota 66, do jornalista Caco Barcelos. Ele me marcou de diversas formas: por ter sido recomendado por um ótimo professor de história com quem eu tive a honra de ter aula no terceiro ano do ensino médio, por ampliar a minha visão de mundo, por me mostrar quais tipos de assuntos me interessam e por quê, e principalmente por me proporcionado ter um contato maior com o trabalho do Caco Barcelos, que antes eu só conhecia “por cima” e descobri que é muito mais além daquilo que nós vemos na mídia atualmente”. Maristela Valio, 19 anos, cursa o segundo período de Publicidade e Propaganda.

 

 

 

2. Por Lugares incríveis, Jennifer Niven

“É muito difícil escolher um livro que marcou minha vida, todos marcaram, mas um em especial revirou a minha cabeça. Ele marcou tanto porque me fez refletir muito sobre identidade, felicidade, amor e vida. Ele me fez admirar mais as pequenas coisas, e valorizar os sorrisos, mais que as lágrimas”. Gabriela Maglio, 19 anos, terceiro período de Jornalismo.

 

 

 

 

3.É isto um homem?, Primo Levi

“Este livro me marcou porque fala de uma realidade de opressão muito forte. Tem uma hora que ele fala que as pessoas que estão fora de Auschwitz usam palavras como “frio”, “fome”, etc que não tem o mesmo significado para quem está dentro do campo. E me fez pensar muito sobre a nossa realidade hoje e como a gente é muito filho de contexto. Como é importante se colocar no lugar do outro e entender a realidade dele”. Marie Martins, 21 anos, sexto período de Arquitetura e Urbanismo.

 

 

 

 

 

4.O Pequeno Príncipe, Antoine De Saint- Exupéry

“Acho que ele me marcou bastante pelo fato de mostrar aquela coisa de “a gente só enxerga aquilo que a gente quer ver”. Acho que cada pessoa possui um universo inteiro dentro de si. Quando o personagem principal do livro se “encontra” no pequeno garoto e ele se depara com uma realidade que na verdade não existe foi algo que me fez refletir muito sobre as coisas que queremos na nossa vida”. Pietra Andrade Rodrigues, 20 anos, terceiro período de Direito.

 

 

 

5.Uma aprendizagem ou O livro dos prazeres, Clarice Lispector.

“Foi um dos primeiros, talvez o primeiro, que eu li por uma necessidade interior. Não pela trama dos acontecimentos e das ações narradas. Mas porque enquanto meus pensamentos e sentimentos me isolavam das outras pessoas, no livro eu encontrava alento. Não é um livro de respostas, mas um livro de reverberações. Na incompletude aguda de Lori me sentia sensivelmente aterrado. Enquanto na vida não tinha respostas para minhas angústias, o livro reverberava minhas inquietações, indicando que aquele caminho era um caminho possível. Uma aprendizagem ou o livro dos prazeres foi o livro que me deu permissão para viver outras coisas fora do livro”. Breno Forastieri, 31 anos, quarto período de Letras.

 

 

 

Gostou desses relatos ? Leia também sobre o Dia da Poesia aqui.

Júlia Gabriello
Nascida em Ribeirão Preto, mas paulistana de coração. Amante dos encontros e desencontros da vida e apaixonada pela escrita. Acredito que cada um carrega um mundo, por isso, escrevo para espalhar meu universo "particular".