League of Legends World Championship – Não é mais “só um joguinho”

Outubro chegando e sabe o que vem com ele? Mais um mundial de League of Legends, e com isso mais um mês de emoção e torcida fanática.

Por um longo ano, os times ao redor do mundo treinavam de 6h até 8h por dia, TODOS os dias. Isso dá uma média de quase 2600h anuais, tudo isso só para chegar no mundial e provar que são os melhores. Ao longo do ano são disputados os campeonatos regionais em cada país/região, os melhores das principais áreas (América do Norte, Europa, Coréia do Sul e China) classificam-se diretamente para a competição, enquanto regiões com menos tradição (Brasil, Turquia, Rússia, América Latina, Oceania, Japão e Sudeste Asiático) batalham entre si por duas vagas no maior torneio da modalidade. O grande campeão recebe um pequenino prêmio de 1 milhão de dólares (premiação de 2015). Neste ano o campeonato será realizado nos EUA, nas cidades de São Francisco, Nova York, Chicago e Los Angeles

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Final do CBLOL, em 2013

Participam um total de 16 times, com um sistema parecido ao da Copa do Mundo. A primeira fase é composta por quatro grupos, e a segunda é um mata-mata, sendo o confronto uma melhor de 5. A grande favorita desse ano é novamente a SKT, equipe sul coreana e única a conquistar o troféu duas vezes. Também é detentora do inquestionável melhor jogador do mundo Lee “Faker” Sang-hyeok, de 20 anos. Também vale ressaltar que desde os primeiros torneios times sul-coreanos sempre estiveram entre os mais fortes, com exceção de 2011.

Programação do Mundial – Datas e horários aqui

League of Legends no Brasil

Aqui no Brasil o Circuito Brasileiro de League of Legends (CBLOL) foi transmitido na TV pela primeira vez esse ano. O evento foi realizado no Ibirapuera, onde a INTZ sagrou-se campeã e vai representar o Brasil agora em outubro. Atualmente também existe um campeonato rolando entre as faculdades aqui e a Faculdade de Computação e Informática (FCI) do Mackenzie já tem um time representando a universidade.

 

Isso já deixou de ser só um joguinho. Pessoas sonham com uma carreira em e-sports, profissionais são verdadeiros ídolos, jogadores profissionais e não profissionais literalmente VIVEM disso, ganham seu dinheiro para pagar contas e viver, assim como qualquer adulto empregado por aí. Não se consegue ignorar um fenômeno desses que envolve milhões de pessoas pelo mundo. A maioria de nós cresceu sonhando em sermos famosos, mas parece que hoje tudo mudou. As prioridades são outras, os fãs são outros, os ídolos são outros.