Esportes, rádio e séries: um pouco de Vitória

Estudante de jornalismo, líder da editoria de Esportes da Redação Virtual, apresentadora e comentarista do Arquibancada Mackenzie, membro de dois grupos acadêmicos. Isso tudo é o que faz parte da rotina da Vitória Berçot no Mackenzie. Aos 20 anos, já está declarado seu amor por jornalismo e esportes. 

Não é atoa que sua frase favorita é “Tenho em mim todos os sonhos do mundo” do Fernando Pessoa. “Não me considero nem um pouco pé no chão. Sonho com muita coisa e às vezes isso me tira da realidade, mas ao mesmo tempo é bom, porque me faz tomar atitude para algumas coisas”, diz Vitória.

Sua paixão por esportes começou quando ainda era criança  na escola. O interesse dela contou com o apoio da família. O esporte que eu mais amo é o futebol, e sempre vi meu pai, minha mãe, meu primo e meus tios fissurados na televisão em dias de jogos. Eu não entendia muito bem até que parei para prestar atenção e me interessei. Minha mãe foi fundamental nessa época, ela me transmitiu muito da paixão que ela tem pelo futebol.

Quando questionada sobre seu emprego dos sonhos ela diz que “gostaria muito de apresentar um programa esportivo no rádio ou na televisão, ou até trabalhar na redação como editora de texto. São muitas possibilidades, mas acho que viajar e mostrar através de imagens a magia do futebol para os telespectadores é o que me atrai mais.” Não é atoa que um de seus lugares preferidos no Mackenzie é o estúdio de rádio do prédio RW, onde é gravado o Arquibancada Mack.

A situação mais desafiadora que ela passou na universidade foi a organização de uma palestra de Jornalismo Esportivo, com Cesar Sampaio e o Marcelinho Carioca. Fiz uma pequena entrevista com os dois e tirei as fotos do evento, apesar da correria foi uma experiência muito boa”, ela conta. Apresentar o Arquibancada Mack pela primeira vez também foi algo que a marcou.

O jornalismo esportivo ainda é uma área predominada por homens, mas para Vitória isso não é um problema. “Eu fico muito feliz em ver que as mulheres estão conquistando cada vez mais espaço no Jornalismo Esportivo. Isso mostra que nós mulheres podemos estar aonde nós quisermos, e que somos capazes de falar sobre tudo. Ela destaca que no ano passado mulheres narraram jogos da Copa do Mundo pela primeira vez na história da televisão brasileira, e atualmente há algumas que já atuam como comentaristas. “São passinhos de formiga, mas muito essenciais. Ainda estamos longe de chegar na igualdade que queremos mas seguiremos caminhando”, completou.

A Vitória gosta muito de passar seu tempo livre em casa, assistindo filmes, séries, jogos de futebol ou lendo algum livro. Mas também gosta muito de sair com os seus amigos pra comer alguma coisa, ir ao cinema, ou até sentar na calçada e jogar conversa fora, “o importante é estar em boa companhia”.

Para ela, os livros e as séries são um universo a parte e que tem muito a ser explorado. Quando citou um lugar onde queria estar, sua resposta mostrou isso. “Eu estaria na Escócia, visitando os castelos antigos. Gosto muito de história e sou apaixonada por uma saga de livros chamada Outlander (que inclusive virou série e tem na Netflix viu? Muito boa).A saga se passa na Escócia e pela leitura consegui imaginar como os castelos devem ser gigantes e bonitos. É um país com uma cultura fascinante que tenho muita vontade de conhecer”, diz ela. Do mesmo jeito que em Outlander, com este perfil podemos conhecer um pouquinho do universo Vitória Berçot. Ainda não saiu na Netflix, mas quem sabe um dia.

Para ler um texto de Vitória, clique aqui.

Texto por Maiza Costa