Corrente do bem

Cibele Lima, 32 anos, nasceu em São Paulo e se formou em Jornalismo no Mackenzie no ano de 2008. Uma pessoa de grande coração, que se mostrou muito forte ao longo de sua vida, hoje dedica parte do seu tempo para ajudar ao próximo. Ela se mostra um grande exemplo para aqueles que pretendem se inspirar em boas ações e não sabem por onde começar.

Sendo uma pessoa bem engajada na causa de doação de sangue, ela nos conta o quanto essa ação significa em sua vida: “Nós estamos apenas de passagem nessa vida, então o que pudermos fazer pra melhorar a vida de outras pessoas, devemos fazer. As vezes a gente vive nosso cotidiano de uma forma tão focada em nós mesmos, nos nossos problemas, nas nossas felicidades e tristezas, que acabamos esquecendo que existem por aí pessoas que estão sofrendo com problemas da vida mesmo, não por opção. Então quando eu doo sangue, eu tenho certeza de que eu estou abençoando alguém, tornando a vida dessa pessoa um pouco melhor; pra mim isso representa amar o próximo”.

Ao perguntar de onde veio essa inspiração de ajudar os outros através da doação de sangue, ela nos responde: “A questão da doação de sangue começou justamente com o Mackenzie. Foi uma campanha que eles fizeram e eu resolvi aparecer. Eu sempre via propagandas de doação, mas assim como a maioria, acabava passando e não dando tanta importância; então a faculdade me ajudou mais nesse sentido. Foi aqui que tudo começou, eu esperava os prazos de espera para doar e voltava, assim acabei não parando mais”.

Para mostrar como é possível conciliar uma vida corrida à práticas que fazem bem ao próximo, Cibele explica um pouco da frequência em que faz suas doações, mesmo sendo casada e com duas filhas pequenas para cuidar, e explica um dos motivos que a estimula a continuar: “Eu respeito um intervalo de 90 dias para poder doar, e como também doo plaquetas, costumo ir um mês depois. Uma das coisas que me move a continuar é o incentivo, acho que todo mundo tem que doar sangue. Muitas vezes eu não posso doar rios de dinheiros para uma instituição, porque eu não tenho, mas posso doar rios de sangue, porque eu tenho minhas veias e tenho saúde pra isso, o que é uma benção. Não é nem a questão de pensar no dia do amanhã, doar caso eu precise. O que a gente sabe é o dia de hoje, e hoje tem pessoas precisando, então se eu puder ajudar, por que não? Eu acredito na corrente do bem, que ninguém faz nada sozinho, então se cada um fizer sua parte nós conseguiríamos conquistar metas maiores”.

Além de ser bastante engajada nessa causa, Cibele ainda tem grandes preocupações com as crianças. Por este motivo, além de já ter montado um projeto no Mackenzie Voluntário, que tinha como objetivo presentear os diversos filhos de Bolivianos que vinham à procura de uma vida melhor no bairro onde mora, ela também participa de um movimento em sua igreja onde pode apadrinhar uma criança – que inclusive já é considerado um irmão para suas filhas.

Para finalizar, Cibele fala diretamente com os Mackenzistas, deixando a todos eles uma grande mensagem: “Permita que essas situações boas que o Mackenzie oferece, como o voluntariado e a doação, sejam uma oportunidade em sua vida. Experimente ao menos uma vez. Não passe batido, não veja um cartaz, um panfleto ou algum tipo de divulgação que está sendo feita e ignore como se aquilo não fizesse parte de você. Nós todos fazemos parte dessa sociedade, dessa comunidade, e ajudando uns aos outros nós também acabamos nos sentindo ajudados. O Mackenzie nos mostra que podemos ser muito mais e que podemos fazer diferença em pequenas coisas. Assim, aos poucos, a gente vai construindo juntos o mundo que tanto sonhamos”.

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