Share Your Story | Humans of Mackenzie

”Os preconceitos estão enraizados, eles são culturais. Estão dentro das pessoas e tirar isso é muito difícil”, diz Aline Bernardes, 21 anos. A estudante do terceiro semestre do curso de jornalismo fala da escolha pelo Mackenzie: “ Me inscrevi para essa e outra faculdade porque aceitavam no meio do ano. Eu entrei com a ideia de cursar só meio semestre e sair porque achava que não ia aguentar.  Então, eu fui me apaixonando pelo curso. Conheci professores muito bons no primeiro semestre”.

Ela se refere à pressão que os alunos negros sofrem dentro de uma universidade. A mackenzista também comenta de como palestras sobre o tema e o Afro Mack a fizeram se sentir mais a vontade. “Teve palestras, várias coisas com questões negras e eu fui me ambientando”.

Apesar disso, ela comenta: “É claro que ainda é um ambiente um pouco hostil, não vou mentir. Mas como seria em qualquer outro ambiente, onde há predominantemente pessoas brancas.” Por isso, a importância de coletivos como o Afro Mack: “Ainda existem algumas pichações, alguns comentários, mas a gente consegue se ajudar, a gente luta junto. E isso é muito melhor do que se eu tivesse sozinha”.

Ela é uma pessoa comunicativa e com muitos amigos, conta que sempre está disposta a ajudá-los. “Todos que me conhecem falam, eu quero fazer todo mundo bem. Tem alguém com problema, eu quero resolvê-lo”. Mas não são só os problemas do seus amigos que ela quer resolver. “Eu falo vou mudar o mundo, não vai mais haver injustiça, aí eu me frustro. Porque, infelizmente, eu não consigo mudar o mundo sozinha”.

Por isso, ela escolheu uma frase de Drummond como uma de suas preferidas. “Eu tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. “ Essa frase  é de eu querer fazer muita coisa, mas eu tenho só duas mãos e eu não consigo abraçar todo mundo”, explica.

Ela também fala do seu futuro. “Fazendo o jornalismo alternativo, político de direitos humanos. Me imagino viajando. Até lá, eu pretendo fazer meus mochilões. Eu quero ir para o continente africano porque é muito ligado às minhas raízes. E também quero fazer um mochilão pela América do Sul”, responde ao ser questionada de como se imagina daqui 4 anos.

Além dos mochilões, ela pretende “pular de paraquedas, asa delta, conhecer o mundo todo, cobrir guerras”. Essas atividades são coisas que ela ainda gostaria de fazer.

“Se eu pudesse fazer um pedido, seria para acabar esses preconceitos, machismo, racismo, etc. É muito difícil viver em um mundo assim”, diz Aline sobre o que faria para mudar o mundo. Por ùltimo, ela conta do porquê escolheu jornalismo: “Acho que o  jornalismo  é um meio da gente expor, denunciar as coisas. Para alcançar outras pessoas e tentar diminuir alguns preconceitos que a sociedade tem, por isso escolhi jornalismo”.

Natália Pádua, 19 anos, fala um pouco sobre sua relação com a música. Nascida no interior de São Paulo, na cidade de Barretos. Ela diz ter escolhido estudar no Mackenzie pela infraestrutura e pelo posicionamento do curso de Jornalismo no mercado de trabalho. “O fato de ter me mudado do interior me fez crescer muito”, afirma.

A mackenzista toca violão, ukulele e guitarra, além de entender de outros instrumentos, como baixo, bateria e cajón. “Minha família sempre me influenciou a ser musicista, mas acabei optando pelo Jornalismo”, conta. Desde os 2 anos já se interessava por instrumentos musicais e com 6 anos de idade ganhou um violão, foi quando iniciou as aulas de música. “Faz 12 anos que toco instrumentos musicais e sou apaixonada por isso”, afirma.

Tem como hobbies ler, escrever, tocar violão, assistir séries e escrever poemas e já compôs 2 músicas. “Quando eu estava no 7º ano, eu criei uma banda no meu colégio. Todos os participantes eram da minha sala. Tinha 3 guitarristas, 1 violonista, 1 baixista e instrumentos de percussão”, conta. A banda era contratada para tocar em quermesses, eventos do colégio e até mesmo em praças públicas.

“Meu senso de humor e sempre tentar ver o lado positivo das coisas me torna uma pessoa diferente”, afirma. Por ser muito fã da banda 21 Pilots, tem como frase favorita um verso de uma música deles: “The sun will rise and we will try again”. Ela tem como objetivo de vida ser assessora de imprensa e, por isso, cursa Jornalismo.

Sobre as conquistas de sua vida, ela conta que dentre elas estão ter ido a Disney, mudar-se para São Paulo e entrar para o time de handball na atlética do Mackenzie. “No mundo falta muito amor, inclusive o amor próprio. Eu gostaria de ajudar as pessoas a encontrar o amor”, diz.

“Uma vez me perguntaram: se você pudesse escolher algo para ter na bolsa, o que escolheria? Eu respondi: um papel e uma caneta, assim não ficaria entediada”. É o que diz a estudante de Arquitetura e Urbanismo Gabriela Gonçalves Inomata, de 21 anos.

Natural de São Paulo, Zona Leste, a mackenzista possui um grande apego às atividades criativas, preferindo sempre que possível sair da rotina. A estudante conta que tem um grande apego por desenhos e que gosta bastante de depositar toda sua criatividade em um papel. “É algo que me deixa muito aliviada”, diz a aluna.

Gabriela, hoje está cursando o sexto semestre na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Relata que a princípio buscou outras faculdades, mas após fazer um ano de cursinho decidiu se matricular na UPM. Ainda diz estar gostando de sua escolha de maneira geral.

Com relação a suas experiências, a aluna conta sobre sua viagem à Argentina, onde ficou um mês para aprender espanhol. Embora tenha viajado com um grupo de desconhecidos, nada tirou sua satisfação de ter a realizado. “Isso é legal. É uma coisa que me enche”, conta a futura arquiteta.

A universitária menciona ainda seu grande interesse cultural. Sobre seus hobbies, Gabriela conta que visitava muito os museus da capital, principalmente o Centro Cultural de São Paulo. Aproveitando a localização do Mackenzie, a jovem conseguiu fazer diversos passeios culturais pela região. Algo que não possui uma grande abrangência no local em que ela mora.

Ao longo da entrevista, a aluna disse pensar bastante sobre como ela poderia mudar o mundo através de suas ações. A estudante acredita que com o seu curso, através da parte social, ela poderia realizar algo de grande ajuda para as pessoas necessitadas.

Durante a conversa, uma das perguntas foi em relação ao que a diferenciava das outras pessoas, e a jovem acredita que não existe uma característica, pois todos já possuem suas próprias diferenças individuais. “Todo mundo é uma pessoa única, isso é o incrível da vida e é algo com que todos deveriam saber lidar”, relata a estudante.

Confira o perfil de outra estudante de Arquitetura e Urbanismo no Mackenzie aqui.

A mackenzista de 18 anos, Laura Malvezzi, conta suas melhores lembranças, e também as expectativas para sua nova fase. Nascida em Salvador, na Bahia, a estudante se identifica muito com a praia, e diz ser seu lugar predileto. Apesar de sua terra natal, Laura morou em Campinas até este ano. Ao ser aprovada no Mackenzie, teve de se mudar para São Paulo, e diz ter amadurecido com os desafios de possuir maiores responsabilidades.

“Escolhi essa Universidade porque era a primeira no ranking das particulares.” Laura diz que depois de visitar o Campus Higienópolis, e conversar com pessoas de seu curso – Arquitetura e Urbanismo -, se sentiu segura com a grade de matérias e com a ideia dessa experiência. Atualmente, conta que gosta especialmente dos amigos que fez, e das pessoas que conheceu. Tendo sido essa convivência, portanto, uma das melhores partes até o momento.

Apesar de estar se adaptando a São Paulo, ela possui uma paixão pelas praias que visitou. “Pé na areia, água viva” é a frase através da qual se recorda das paisagens litorâneas. Laura relata que uma de suas maiores conquistas foi ter adquirido, com sua família, um lugar perto do mar. Lá, ela aprendeu a surfar, e passa grande parte de seu tempo livre. Com isso, diz: “meu sonho sempre foi fazer um mochilão por praias do Brasil”, e conta que quer aprender a fazer uma das comidas típicas da Bahia: o acarajé.

Além do gosto pela culinária, a estudante tem interesse pela dança. Ela pratica sapateado desde que tinha 6 anos. Entretanto, a frequência dos treinos diminuiu, devido à recente mudança de cidade e às tarefas da faculdade. Daqui para a frente, Laura se imagina bastante ocupada com o curso, porém contente com tudo que vêm ocorrido. Depois que se formar, seu trabalho tomará o lugar da faculdade, que, se tudo der certo, será “na praia, e não mais em São Paulo.”.

Texto por Isabela Cardoso

 

“Eu apoio muito a causa indígena. Desde a viagem que fiz e tive contato com os índigenas, gostaria de fazer alguma coisa por eles”, diz Raquel Cintra Pryzante sobre algo que poderia fazer para mudar o mundo. Ela é estudante de jornalismo e conta com alegria sobre uma viagem que fez como voluntária.

“Trabalhar durante uma semana em uma aldeia multiétinica, com nove tribos indígenas. Eu sempre gostei de viajar. Então em julho desse ano saí do estágio, juntei todo meu dinheiro e fui para Chapada dos Veadeiros”, afirma que essa experiência como voluntária em um evento indígena foi a sua maior loucura.

A mackenzista adora viajar. Se pudesse estaria viajando agora. “Para o Peru”, diz que esse é o lugar que gostaria de  conhecer. Ela tem um blog em que conta suas histórias de viagens. Conheça-o aqui. Ela pretende trabalhar com seu blog. “Me imagino viajando, já vou estar trabalhando com meu blog e escolhendo o lugar que mais combina comigo”, diz que é isso que pretende fazer daqui a quatro anos.

Ela também conta da sua escolha pelo Mackenzie: “Eu fazia PP e tinha escutado que aqui era bom, porque tem equipamentos, estrutura e professores qualificados”. Mas, a paulista mudou para Jornalismo. “Comecei a trabalhar com PP e vi que não tinha nada a ver comigo. Dentro do meu trabalho, eu precisava escrever então eu escrevia sobre viagem para o Catraca Livre, então decidi que jornalismo combina mais comigo.”

A blogueira, conta também, sobre suas mudanças após ter entrado na faculdade. “Eu amadureci em muitos aspectos. Aprendi muito. Comecei a me importar mais com o que eu queria para minha vida”. Ela já trabalhou no Mack Pro e diz que essa foi sua maior experiência no Mackenzie. “Eu pude fazer um programa de viagem  que chamava-se ‘Vamo Aí’”, diz.

Por último ela fala da importância de correr atrás dos sonhos. “Consegui o papel principal em Sonho de Uma Noite de Verão na minha escola”, revela que foi sua maior conquista. “Eu sou corajosa, me jogo nas experiências”.

Marcos Gabriel de Almeida, 22 anos, é estudante de jornalismo do 7º semestre. O mackenzista conta um pouco sobre sua rotina e o fim da sua graduação. Ele nasceu no interior de São Paulo, São José do Rio Preto. Mudou-se para a capital para cursar Jornalismo e ir em busca dos seus sonhos. “Escolhi o Mackenzie porque sempre foi meu sonho estudar lá”, diz.

 

“Minha melhor experiência no Mackenzie foi com toda certeza aproveitar todos os recursos que a faculdade me ofereceu para a minha formação como jornalista. E claro, os Jogos Universitários (JUCA)”, diz. Depois da mudança de cidade, o universitário diz que amadureceu muito e encontrou-se profissionalmente. Ele pretende fazer pós-graduação em criação de conteúdo, além de já estagiar na área de assessoria de imprensa na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.

“Acho que o que me diferencia das outras pessoas é o fato de ser mais descontraído e levar a vida um pouco mais leve”, conta. O mackenzista como hobbies escrever e comer. É apaixonado por hambúrguer. “A maiores loucuras da minha vida sempre foram com meus melhores amigos”, ele diz os amigos são muito importantes e preza por boas relações.

Sonha em conhecer a França e a Disney. Sobre suas conquistas, Marcos Gabriel diz que entrar na faculdade, conseguir um estágio e se tornar quem é hoje foram algumas delas. “Ainda estou em construção como pessoa. Mas sinto que tudo isso que tenho nos dias de hoje aconteceu graças a minha força de vontade e a minha família”, conclui.

“Por mais que exista muita vontade, o medo muitas vezes cega os nossos sonhos”, relata o mackenzista. Se pudesse ajudar o mundo, começaria matando a fome das pessoas. “Eu distribuiria comida para todo mundo e ninguém passaria fome. E claro, excluiria toda a violência e injustiça que existe”.

“As pessoas precisam de um pouco de paz no coração”, é o que diz o estudante do primeiro semestre de Jornalismo no Mackenzie, Leonardo Severo Simões Batista.
Nascido na capital paulista, característica que pode ser observada em sua fala, através do típico sotaque paulistano ao pronunciar a letra “r”. Leonardo escolheu estudar na Universidade Presbiteriana devido às referências de seus professores no Ensino Médio. Também por estar familiarizado com o local, pois seus avós moram na região onde se localiza a faculdade.

Contando sobre seus primeiros dias universitários, o estudante relatou estar notando uma diferença entre o ensino médio e o superior. “O ritmo é intenso, totalmente diferente da escola. Tem que ter compromisso”, é o que diz o futuro jornalista. Embora as atividades sejam cansativas, o aluno diz estar contente. Principalmente com suas novas amizades, com a qual ele possui uma forte união.

Uma de suas grandes experiências de vida foi ter participado de um programa de intercâmbio ao final de 2016. O futuro jornalista narra a sua experiência da maneira mais alegre possível. Deixa nítido a importância que essa vivência tem para ele.

Sua viagem foi para a Inglaterra, na zona sul de Londres. Foi recebido por uma família de norte-americanos que já moravam na capital inglesa há 15 anos. Mais de todas as atividades realizadas uma em especial chama a atenção. Em seu período de estadia, Leonardo atingiu a uma marca de 40 jogos de futebol assistidos no país.
“A cidade vive futebol e eu também, então isso ajudou muito”, relata o paulistano. Em uma de suas maiores aventuras no local, o jovem chegou a viajar 18 horas para assistir apenas a um jogo. “Talvez tenha sido uma grande loucura, mas valeu a pena”, conta o mackenzista.

Futebol é uma de suas maiores paixões, sendo assim, criou um canal no Youtube, no qual ele e mais um amigo fazem vlogs dos jogos, filmando as torcidas. A dupla já atingiu a marca de quase 700 inscritos em apenas um mês. Algo que só contribui cada vez mais para o desenvolvimento do projeto.
Como esperado, Leonardo pretende atuar na área esportiva, não importando o veículo. Afinal, unir seu emprego a sua grande paixão de certo seria um grande feito.

A Share Your Story já fez perfil de uma estudante de Arquitetura que viajou para Londres também. Clique aqui para verificar.

“Me lembro de ter achado o Mackenzie lindo, e os prédios muito bonitos!”. Salete Cardoso, formada em Engenharia Civil, conta sua experiência dando aula na Universidade. A profissional de 53 anos atualmente trabalha em um escritório de Engenharia, mas também já lecionou em salas de aula. Diz que quando estava no segundo ano da faculdade, deu aulas de DBase II, pois havia feito um curso.

Salete trabalhava no período da noite, juntamente com um amigo, ensinando para turmas de informática. Seu esforço a ajudou, na época, a pagar sua faculdade. Ela se recorda de andar pelos pátios iluminados, e de conhecer boas pessoas.

Possui, também, lembrança de comer na lanchonete Sujinho e lá conhecer um morador de rua, ao qual ofereceu assistência na volta à sua terra natal, Sergipe. A partir disso, conta que gostaria de ver mais igualdade social na realidade em que vivemos, além de maiores iniciativas de saúde para a população.

Relata que seu pensamento positivo sempre serviu de auxílio para alcançar seus objetivos. Incentiva a si mesma e aos que estão ao seu redor – como sua maior qualidade – a acreditar sempre no futuro, e que tudo dará certo. Paralelamente a isso, a frase que mais a marca é: “O conhecimento é como um jardim. Se não for cultivado, não pode ser colhido.”

“Feito girassol, ela vai em direção à luz buscando o calor da vida”, escolhe Luana Cunha de Figueiredo como sua frase preferida. A estudante de jornalismo não lembra de onde é essa frase. “Eu gosto muito de girassol, alguma pessoa me marcou nessa frase e eu gostei muito”, explica.

A frase pode dizer muito da personalidade da mackenzista. No primeiro semestre da faculdade, ela já se inscreveu como monitora do Mackenzie Day. “O Mackenzie Day foi uma aventura, fazia dois meses que entrei na faculdade e me colocaram para fazer um tour no Mackenzie, nem eu sabia direito onde eram as coisas”, diz em tom de brincadeira.

Apesar disso, ela conta que sua maior experiência no Mackenzie está sendo participar da Redação Virtual.”Estou tendo a oportunidade de colocar tudo em prática”, afirma.  Ela é da  Editoria Internacional e para ver um de seus posts, é só clicar aqui. 

A mackenzista de 18 anos sonha em viajar e conhecer o mundo. “Viajando para Califórnia”, responde ao ser questionada de algo que gostaria de estar fazendo. “Nunca fui para lá, mas acho muito bonito”, diz. Além da Califórnia, ela pretende conhecer a América Latina e fazer intercâmbio voluntário.

Aqui em São Paulo, ela gosta de frequentar shoppings. “Sou muito paulista”, brinca. No Mackenzie, ela costuma ir para o Diretório Acadêmico de Comunicação (Dacam) e para a biblioteca. “É mais tranquilo para estudar”, revela.

Ela ainda conta da sua maior conquista: “ter conseguido uma bolsa aqui dentro pelo Prouni”. Ela também fala que ter entrado na faculdade a fez amadurecer muito. “Não tem ninguém para ficar te cobrando”.

Por último, ela conta dos seus planos para o futuro. “Eu quero ter um emprego. Formada. Trabalhando na área de produção ou redação e pretendo estar morando sozinha”.

Luana também participou do evento de Doação de Cabelo em homenagem ao Outubro Rosa promovida pelo Dacam. Confira aqui a cobertura realizada pela Share Your Story.

Nayse Casifre, 20, conta sobre suas experiências dentro da universidade e as mais variadas aventuras que já tivera. “Escolhi estudar no Mackenzie por ser tradicional e renomado no mercado de trabalho. Além de boas referências sobre o meu curso”.

A estudante de Publicidade e Propaganda diz que a primeira vez em que veio ao Mackenzie Day, teve a oportunidade de assistir ao show do NX Zero, uma das suas bandas favoritas. Além de assistir a palestras que a motivaram a ingressar na universidade.

Aspirante a publicitária, Nayse conta que desde que se mudou da pequena cidade de Catanduva, interior de São Paulo, sua vida mudou completamente. “Fiz novos amigos e reconstruí tudo na nova cidade. Também me sinto totalmente norteada na área profissional, o que não sentia na época de colégio”. Ela diz se sentir extremamente pertinente ao mundo da publicidade, além de querer sempre estar atualizada ao mundo da moda e mídias digitais.

Nayse diz que seus hobbies são fotografia, desenho e pintura. Além de ir a museus como MASP, MAM e Pinacoteca. “Também gosto muito de restaurantes modernos e diferentes do convencional”, completa. Ela diz ser autêntica e muito guerreira quando se trata de sonhos. “Luto pelos meus sonhos com toda a força que existe em mim”, diz. Seu filme favorito é “O Fabuloso Destino de Amelie Poulain” e seu livro favorito “O Diário de Anne Frank”.

“Meu sonho é viver da minha loja virtual, viajar o mundo garimpando peças e conhecendo pessoas e lugares”. Ela conta que sua loja virtual possui mais de cinco mil seguidores e é uma das áreas que a interessa no ramo da publicidade. A loja pode ser acessada pelo Instagram através do user @casifre.shop e conta com peças descoladas hipster-vintage.

Texto por Guilherme Annis
Veja mais textos do Guilherme aqui.

“Lembrando que sempre há uma outra chance, uma outra amizade, um outro amor, uma nova força. Para todo fim, um recomeço.” Esse é um trecho da passagem de Le Petit Prince (O Pequeno Príncipe, em português), que inspira Vinícius Kikuti. O mackenzista, de 19 anos, está cursando o primeiro semestre de Arquitetura e Urbanismo.

Nascido em Atibaia, interior de São Paulo, diz sentir-se muito acolhido pela Universidade. Afirma que o melhor acontecimento foi ter conhecido pessoas que mudaram o seu modo de ver acerca das personalidades do Campus. Uma das qualidades de Vinícius é sua resiliência, o que traz, de acordo com ele, pontos positivos e negativos. Diz que sua flexibilidade em se adaptar o acompanha nessa nova fase.

Devido à recente mudança, o estudante ainda sente saudades do campo, que se encontra entre os seus locais favoritos. Outros deles são teatros, “com uma paixão especial pelo Teatro Renault”, e circos, tendo visitado recentemente o espetáculo do Cirque du Soleil, em São Paulo.

Atualmente, Vinícius cita que não se arrisca muito, porém conta histórias de sua infância. Quando tinha seis anos, ele fugiu de casa, mas logo retornou, assustado. Essa realidade de quando era pequeno nada condiz com sua personalidade nos dias de hoje. O mackenzista diz ter mudado muito no aspecto do diálogo, da timidez, e das relações interpessoais. Realizou tarefas como a apresentação de trabalho em frente à sala inteira, ação que antes causava maior desconforto.

Em relação aos estudos, ele fala: “quero participar mais da faculdade, digo, em respirá-la e vivê-la”. Sua maior conquista, por enquanto, tem sido o ganho de autoconfiança. Tal qualidade é muito importante para ele, ao se imaginar, daqui a quatro anos, produzindo seu TFG (Trabalho Final de Graduação). Vinícius deseja que cada detalhe seja trabalhado, para que fique satisfeito.

O estudante acredita muito nos pequenos passos, que levam à criação de algo superior. Analogamente a isso, se baseia no princípio de “pouco a pouco”, para mudar nossa realidade. “Melhorar a vida das pessoas, sem o foco financeiro”. Ele diz que o essencial, portanto, é trabalhar e progredir com o humano existente, ou seja, a nossa sociedade atual.

Texto por Isabela Cardoso

“Quando não passei e passei na PUC eu demorei para perceber que, especialmente para Publicidade, o Mackenzie era a melhor escolha”, conta Vittoria Ferraz, representante do Apple Campus Rep da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Com 21 anos e cursando o sexto semestre, a estudante diz que a faculdade a escolheu. Desde a época do cursinho ela ainda não tinha muita certeza do seu curso, muito menos de suas habilidades. “Eu achava que se não entrasse na USP, nada serviria”, comenta a estudante que hoje não se vê em outra faculdade, além de achar que o Mackenzie é referência na área.

Uma de suas melhores experiências, sem considerar as pessoas que conheceu, foi participar do Mack Pro, antiga produtora de conteúdo audiovisual do setor de desenvolvimento acadêmico da universidade. Vittoria passou a entender quem era em um ambiente de trabalho e em horas de sufoco e frustração e que ela era capaz sim de lidar com isso. Além de ter se apaixonado pelo audiovisual, ela percebeu que poderia trabalhar ainda mais o seu diploma.

Antes de ingressar no ensino superior, Vittoria acreditava ser incapaz de fazer amigos, pois achava que ainda precisava se encontrar. Natural de Bragança Paulista, interior de São Paulo, ao vir morar em São Paulo, a estudante se permitiu viver e aproveitar mais as oportunidades que lhes eram ofertadas, sem se preocupar, imediatamente, com suas consequências.

A futura publicitária conta que seu intercâmbio foi sua maior aventura. “Foi um período em que eu aprendi sobre flexibilidade, aceitação e resiliência”, comenta. Nesse período de tempo, passou por quatro famílias diferentes, onde pode aprender e vivenciar muitos momentos. Infelizmente, perdeu sua formatura do ensino médio no Brasil, porém não se arrepende, já que um dos casais por quem passou, Martha e Michael Michalewich, viraram praticamente seus pais e ganhou uma amiga quase irmã, Dani Robbins.

Sua maior conquista foi seu primeiro emprego, sua atual vaga na Apple. Conta que viu a postagem sobre o processo seletivo no facebook e decidiu arriscar. Depois de começar a trabalhar com a Apple Education conheceu projetos maravilhosos de diversos lugares do planeta; pessoas que desenvolveram aplicativos que mudaram o dia-a-dia de comunidades inteiras. Existem aplicativos que ensinam mulheres a auxiliar em trabalhos de parto seguros, aplicativos que dão liberdade e independência a pessoas com deficiência visual, mudanças em acessibilidade nos próprios aparelhos que mudaram o cotidiano das pessoas… “Por enquanto eu não estou capacitada a desenvolver um app próprio (talvez eu consiga no futuro), mas o que eu posso fazer é participar desse processo, mostrar que nada é impossível”, conta Vittoria, ansiosa em poder fazer parte desse processo.

O evento “Doação de Cabelo 2ª Edição” aconteceu hoje no Diretório Acadêmico de Comunicação e Arte do Mackenzie (DACAM). O evento começou às 10h e teve fim às 20h.

Maria Fernanda, coordenadora do evento

A diretora de projetos sociais do diretório acadêmico, Maria Fernanda Mantovani, conta que este é o segundo evento de doação de cabelo realizado pelo DACAM. O primeiro aconteceu em Outubro do ano passado. Este ano, a cabeleireira Marcela Dias se dispôs a ajudar a causa, além de outros 5 profissionais que passaram o dia realizando o projeto.

“Como aluna, minha melhor experiência foi poder participar do DACAM. Aqui dentro, estou há um ano e meio e já realizei vários eventos”, diz sobre sua vida universitária. Ela é a responsável por essa 2ª edição do projeto e diz que tem sido uma grande experiência acadêmica. O evento acontece neste mês devido ao Outubro Rosa. “Eu acho que faltava algo para nós, mulheres, aqui no DACAM”, diz Maria Fernanda. Eles contam com projetos como de doação de alimentos, sorteio de tatuagens e afins.

Helena Arida, uma das doadoras no DACAM

Helena Arida, 23, estudante do 5º semestre de Jornalismo, diz que sempre está disposta a realizar atividades filantrópicas. A oportunidade foi oferecida pelo DACAM e ela se interessou muito por fazer parte. “Eu doei sangue este ano e já estava pensando em doar meu cabelo. Surgiu a oportunidade eu não vi porque não”, diz. As doações serão direcionadas a hospitais de câncer com o intuito de ajudar aqueles que mais precisam.

“Você pode mudar o mundo com os pequenos atos do dia-a-dia. Quando você ajuda uma pessoa ou faz um trabalho voluntário”, responde Luana Figueiredo ao ser questionada sobre como pode mudar o mundo. A estudante de jornalismo, de 18 anos, integrante da Redação Virtual, não fica só nas palavras. Ela faz parte da Editoria

Luana Figueiredo, antes de realizar a doação de cabelo

Internacional. Para ver um post dela, clique aqui. Ela também foi doar seu cabelo.

“Por que não doá-lo?”, se perguntou a mackenzista que já estava com vontade de cortar o cabelo. A estudante ainda conta que é sua segunda vez doando. “Fui para um salão comum e a cabeleireira falou que eles guardam o cabelo para doar”, diz.  “A pessoa que está sofrendo vai poder ter a alegria de ter o cabelo de novo. Autoestima ajuda muito no tratamento”, continua. Por último, revela que pretende fazer isso outra vez. “Vou cortar, deixar crescer, cortar e assim vai”, termina.

Texto por Arthur Codjaian, Caio Borges e Guilherme Annis
Fotos por Guilherme Annis

“Já que publicidade é uma área que influencia as pessoas, trabalharia para deixá-las mais empáticas”, diz Guilherme Cavalcante. Com 18 anos é aluno do segundo semestre de Publicidade e Propaganda. Quando questionado o que faria para mudar o mundo, responde “acho que é muito importante empatia, porque quando uma pessoa sabe o que está acontecendo na cabeça do outro, toma mais cuidado com suas atitudes”.

O estudante fala da sua maior experiência no Mackenzie: “Ter entrado no Coral Jovem Cênico. É uma oficina que a gente tem uma preparadora vocal, pianista, regente e diretor cênico”. Conta com alegria sobre as apresentações que fazem: “Cantamos várias músicas brasileiras, em latim e eruditas. Também fazemos algumas cenas. Temos uma agenda com várias apresentações”. Ele dá o exemplo de uma:” Já fizemos um tour em São Paulo cantando em vários lugares”.

Entre os lugares que cantaram, um deles é a Avenida Paulista, o local que Guilherme mais gosta de frequentar. Dentro do Mackenzie é o laboratório de fotografia. Ele gosta de criar anúncios publicitários. “Trabalhando com direção de arte”, responde ao ser indagado do que gostaria de estar fazendo.

O mackenzista tem sonhos altos. “Eu me imagino trabalhando em uma empresa boa. Tenho planos muito grandes.  Gostaria de trabalhar em agências grandes e empresas de outras áreas”, revela.

Para atingir seus objetivos, ele é determinado. “Eu consigo estabelecer meus objetivos e focar neles”, conta que isso é o que o diferencia de outras pessoas. Para ele, é muito importante determinar metas. “Para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve”, escolhe essa frase de ‘Alice no País das Maravilhas’ como uma de suas preferidas.

Por último, ele conta sobre sua maior conquista: “ter entrado em uma boa faculdade”, e como isso mudou a sua vida. “Eu estou tendo muito mais um choque de realidade. Antes eu não estudava muito sociologia, mas depois que entrei aqui estou ligando muito mais para questões sociais”.

Texto por Arthur Codjaian

“A faculdade é uma coisa totalmente diferente do que você sempre viveu no colégio. Você precisa correr atrás das suas coisas, ou então ninguém fará por você”. É o que diz o estudante Bruno Nunes da Costa, de 18 anos, que cursa o segundo semestre de Engenharia Mecânica no Mackenzie.

Embora tenha nascido em São Paulo, Bruno morou a maior parte de sua vida em Itatiba, cidade próxima à capital paulista. Contudo, na hora de escolher a sua faculdade, optou pelo Mackenzie. A escolha foi por uma série de motivos, como a localização, a posição do curso de engenharia na universidade e a presença de um amigo que já estudava na instituição.
Em relação a sua decisão, o estudante parece estar satisfeito. “Tudo que você precisar de ajuda eles oferecem”. “Sempre tem tudo, é tudo bem organizado”. Essas são as palavras utilizadas para elogiar o seu local de estudo. O qual não poupou comentários positivos em seus relatos.

Sobre as mudanças pela qual passou ao entrar na faculdade, o futuro engenheiro fala sobre maturidade. Conta como a sua experiência de vir morar sozinho na Capital o ajudou a se tornar uma pessoa mais responsável. Além disso, sua personalidade um pouco fechada foi diminuindo a medida em que foi conquistando novas amizades, algo que se torna perceptível após conhece-lo.

Embora tenha relatado que a faculdade tenha tomado uma parte de seu tempo, o aluno se diz uma pessoa muito ativa, gostando de praticar esportes e ir à academia. Além de outros hobbies, como ir ao cinema, jogar videogames e passear pelo shopping perto de onde mora.
Por fim, após uma divertida entrevista, o estudante revelou que se pudesse mudar o mundo, começaria pela base. Ele diz que é assim que se constrói um futuro melhor. E talvez, com sua graduação, ele consiga ajudar a realizar esse desejo. Afinal, não importa a formação, mas sim a vontade de mudar, a qual Bruno já demonstrou possuir.

Texto por Caio Borges