Share Your Story | Humans of Mackenzie

“O acaso favorece a mente conectada”, a frase de Steven Johnson transmite perfeitamente o que o professor José Maurício, fã de Black Mirror, passa em suas aulas. Se graduou em publicidade e propaganda na própria universidade, e aos 44 anos, lecionando desde de 2004, tem ultimamente usufruído muito do tema da série, que vem sendo destaque trazendo um futuro distópico de como a tecnologia pode deixar a sociedade.

Sua maior aventura no Mack foi levar todo o equipamento da universidade para o Centro Cultural do Banco do Brasil parar fazer filmagens no local na aula de linguagem audiovisual. E tem muito apreço pela biblioteca do prédio 2, que lhe traz boas lembranças da época que estudava.

Crente de um futuro não tão assustador que nem uma das séries mais famosas do momento (Black Mirror), porém ainda tem medo de como a ciência vai estar nas mãos de poucos.

“Tudo que cria também destrói um pouco, é o que a internet hoje  representa. O Black Mirror cita um caráter destrutivo da tecnologia para entreter, mas não tenho visão positivista do futuro, como nos Jetsons”, diz Zé. “Problemas são resolvidos enquanto problemas são criados”, complementa.

“Se eu pudesse estar em qualquer lugar, agora, nesse exato momento, eu estaria num voo, indo para qualquer lugar, gosto dessa sensação de viajar”.

Gosta de discutir a ciência da complexidade, questões importantes da ciência, mundo da pesquisa e gostaria de mudar o mundo oferecendo mais educação àqueles que não têm acesso à ela.

E essa complexidade é vista em Black Mirror, que é um espelho muito legal pra gente, exagerando na linguagem e na forma como trabalha os temas, mas trazendo uma reflexão para a sociedade do que estamos fazendo, sendo ao mesmo tempo uma forma de entretenimento.

Podemos observar isso com o filme ‘Black Mirror: Bandernatch’ que faz o espectador escolher o destino do filme numa forma interativa ao vivo.

Já daqui há 10 anos, se vê morando em Portugal, onde fez doutorado e criou uma relação muito afetiva com o país, querendo entender mais a cultura lusófona. Mas seu lugar preferido, com certeza, é sua casa.

Texto por: Henrique Cesar

Estudante de jornalismo, líder da editoria de Esportes da Redação Virtual, apresentadora e comentarista do Arquibancada Mackenzie, membro de dois grupos acadêmicos. Isso tudo é o que faz parte da rotina da Vitória Berçot no Mackenzie. Aos 20 anos, já está declarado seu amor por jornalismo e esportes. 

Não é atoa que sua frase favorita é “Tenho em mim todos os sonhos do mundo” do Fernando Pessoa. “Não me considero nem um pouco pé no chão. Sonho com muita coisa e às vezes isso me tira da realidade, mas ao mesmo tempo é bom, porque me faz tomar atitude para algumas coisas”, diz Vitória.

Sua paixão por esportes começou quando ainda era criança  na escola. O interesse dela contou com o apoio da família. O esporte que eu mais amo é o futebol, e sempre vi meu pai, minha mãe, meu primo e meus tios fissurados na televisão em dias de jogos. Eu não entendia muito bem até que parei para prestar atenção e me interessei. Minha mãe foi fundamental nessa época, ela me transmitiu muito da paixão que ela tem pelo futebol.

Quando questionada sobre seu emprego dos sonhos ela diz que “gostaria muito de apresentar um programa esportivo no rádio ou na televisão, ou até trabalhar na redação como editora de texto. São muitas possibilidades, mas acho que viajar e mostrar através de imagens a magia do futebol para os telespectadores é o que me atrai mais.” Não é atoa que um de seus lugares preferidos no Mackenzie é o estúdio de rádio do prédio RW, onde é gravado o Arquibancada Mack.

A situação mais desafiadora que ela passou na universidade foi a organização de uma palestra de Jornalismo Esportivo, com Cesar Sampaio e o Marcelinho Carioca. Fiz uma pequena entrevista com os dois e tirei as fotos do evento, apesar da correria foi uma experiência muito boa”, ela conta. Apresentar o Arquibancada Mack pela primeira vez também foi algo que a marcou.

O jornalismo esportivo ainda é uma área predominada por homens, mas para Vitória isso não é um problema. “Eu fico muito feliz em ver que as mulheres estão conquistando cada vez mais espaço no Jornalismo Esportivo. Isso mostra que nós mulheres podemos estar aonde nós quisermos, e que somos capazes de falar sobre tudo. Ela destaca que no ano passado mulheres narraram jogos da Copa do Mundo pela primeira vez na história da televisão brasileira, e atualmente há algumas que já atuam como comentaristas. “São passinhos de formiga, mas muito essenciais. Ainda estamos longe de chegar na igualdade que queremos mas seguiremos caminhando”, completou.

A Vitória gosta muito de passar seu tempo livre em casa, assistindo filmes, séries, jogos de futebol ou lendo algum livro. Mas também gosta muito de sair com os seus amigos pra comer alguma coisa, ir ao cinema, ou até sentar na calçada e jogar conversa fora, “o importante é estar em boa companhia”.

Para ela, os livros e as séries são um universo a parte e que tem muito a ser explorado. Quando citou um lugar onde queria estar, sua resposta mostrou isso. “Eu estaria na Escócia, visitando os castelos antigos. Gosto muito de história e sou apaixonada por uma saga de livros chamada Outlander (que inclusive virou série e tem na Netflix viu? Muito boa).A saga se passa na Escócia e pela leitura consegui imaginar como os castelos devem ser gigantes e bonitos. É um país com uma cultura fascinante que tenho muita vontade de conhecer”, diz ela. Do mesmo jeito que em Outlander, com este perfil podemos conhecer um pouquinho do universo Vitória Berçot. Ainda não saiu na Netflix, mas quem sabe um dia.

Para ler um texto de Vitória, clique aqui.

Texto por Maiza Costa

“Viva uma vida que se lembrará” diz Caroline, aluna de jornalismo do Mackenzie, citando a música do falecido DJ Avicii, mostrando de como ela gosta de viver a vida para ter lembranças boas e não se arrepender do que viveu.

Com 18 anos, Caroline Priami Higa estuda no Mackenzie desde a escola e já viveu muitas aventuras pela instituição. Sendo a mais marcante um dia em que ela e sua amiga Julia foram negadas de fazer uma matéria sobre um hospital, e tendo uma pauta pronta pra isso, tiveram que mudar a pauta em duas horas e se viram na Avenida Paulista no meio de uma manifestação, sendo que a matéria era pra ser entregue no dia seguinte de manhã.

A jovem estudante tem vontade de trabalhar na televisão, pois cresceu no meio de gravações que sua mãe participava, se viu interessada no mundo do rádio quando começou a ter aulas com o Professor Álvaro, mas continua focada na TV. Sendo que daqui 10 anos ela espera estar bem-sucedida e feliz em seu emprego, não importa onde seja, o que mais importa é a satisfação pessoal dela.

Jogadora de handebol, começou a jogar em 2016, quando suas amigas se inscreveram para o esporte na escola, e acabou pegando gosto, tanto que já entrou na universidade pensando em jogar, pois tinha uma amiga que fazia publicidade e jogava pelo Mackenzie.

Provavelmente integrará o time no InterMack, competição que realizada entre as atléticas dos cursos da Universidade, ela está animada para a competição. “vejo no InterMack uma ótima oportunidade de conhecer novos amigos, estou contando os dias”.

Seu lugar preferido no mundo é a Disney, “la é um lugar mágico”, comenta, mas no Mackenzie, se sente mais confortável no Dacam, lugar que usa pra descansar. Mas se pudesse estar em qualquer lugar no mundo, Carol estaria na casa de seu pai em franca, com seu irmãozinho.

Apaixonada pelo Mackenzie e pelas oportunidades que ele dá aos alunos, ela se sente muito feliz por ter se encontrado no curso de jornalismo. “Estou gostando muito, não me imagino fazendo outra coisa”.

Texto por Henrique Cesar

“Se fosse para escolher estar em algum lugar, escolheria estar no Oscar ou em Londres. Eu sou apaixonado por lá e me identifico com o modo de vida das pessoas de lá. Se eu pudesse transportar minha família, meus alunos e o Mackenzie pra Londres, seria ótimo!”, diz Hugo Harris, professor de Jornalismo do Mackenzie e amante de cinema. Suas paixões resultam no perfil harmônico entre comunicação, cinema e educação.

Hugo, é formado em cinema e jornalismo. Antes de dar aula, trabalhou com assessoria de imprensa e cinema, chegando até a escrever alguns roteiros. Após o término de seu mestrado e o aumento das aulas, ele optou por apenas lecionar, o que ele realmente queria fazer. Ele entrou no Mackenzie em 2013 como professor, mas sua história com a faculdade não começou aí. Hugo é formado em Jornalismo pelo Mackenzie, começou a faculdade no ano de 2002.

Seu lugar preferido além de sua própria casa, em meio aos seus livros, filmes e sua família, é a sala de cinema, “é aonde eu cresci, conhecendo as coisas que eu realmente gosto. Pra mim, cinema pulsa na minha vida o tempo todo”.  Já no Mackenzie, o lugar que ele prefere é a própria sala de aula, com os alunos.

Quem conversa um pouco com o Hugo, percebe sua paixão por cinema e claro que seu hobby favorito é assistir filmes. Ele conta que assiste muitos filmes, tanto para estudar, quanto para passatempo e o jeito de assistir muda. “Se é pra estudar, tenho um caderninho do lado anotando tudo, marcando momentos para comentar e refletir depois. Se assisto como espectador normal, é só acompanhar a história”.

No dia 24 de fevereiro aconteceu o Oscar 2019. Todos os apaixonados por  filmes e apreciadores do cinema estavam de olho no evento. O Hugo era uma dessas pessoas. Para ele, houveram muitos pontos positivos e negativos. “Você não saber analisar tecnicamente não significa que você não tenha parâmetro para dizer o porque ele é bom. Se o filme te toca, consegue te emocionar e é honesto, que mostra as emoções de uma forma bem limpa, já é uma grande qualidade do filme”, diz ele sobre as várias análises dos alunos que foram possíveis de escutar nos corredores da faculdade.

Ao ser pedido para indicar apenas um filme do Oscar deste ano, ele diz que “é difícil dizer um, mas as pessoas precisam assistir o Roma. Algumas pessoas ao começar a assistir vão se incomodar um pouco por ter um ritmo mais lento, mas é um filme que aborda temas muito importantes e que tem uma pegada artística muito única”.

Quando questionado sobre o que ele faria para mudar o mundo, ele diz que o que falta em muitos lugares e especialmente no Brasil, é educação. “Não apenas para as pessoas estarem formadas, mas principalmente para que elas tenham substrato para mudarem o mundo”.  Com esse assunto ele citou uma de suas frases preferidas, uma frase de Santo Agostinho que viu em um filme de seu diretor favorito, Kenneth Loach. “A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação nos ensina a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.” Acreditar nisso é o que faz vibrar sua vontade de ser professor.

Texto por Maiza Costa

“Há mais mistérios entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”, diz a Professora Lenize Villaça, recitando Shakespeare, pois gosta de acreditar que a vida não começou aqui e nem terminará aqui.

Há 17 anos lecionando na Universidade Presbiteriana Mackenzie, a Professora de 50 anos que dá aula de jornalismo cultural, cultura brasileira e audiojornalismo, tem seu amor declarado pelo rádio desde os 11 anos, quando começou a ouvi-lo. “O rádio é minha vida. Lembro-me da emissora repercutindo a morte de John Lennon e a partir daí entender a dimensão dos Beatles, por exemplo. Fui visitar a mesma emissora sozinha aos 15 anos e desde então sabia que queria trabalhar com esse segmento”

Trabalhou 10 anos seguidos em rádios comerciais no Paraná (Universidade FM, Alvorada e Norte) e em São Paulo (Capital) e há 17 anos vem acompanhando o rádio universitário como pesquisadora e professora, tanto no Mestrado quanto no Doutorado, e hoje é colaboradora da Rádio Web Mackenzie.

E dentro da própria Universidade, ela já viveu muitas aventuras, sendo a mais marcante o dia em que ela trouxe o recém-falecido jornalista e radialista Ricardo Boechat para a Semana de Comunicação, em 2005. “Fui buscá-lo pessoalmente na RTV Bandeirantes e viemos conversando muito no caminho. Já o acompanhava antes disso, desde a TV Globo.” Mas o fato mais marcante do dia ocorreu durante a palestra. Com uma plateia de mais de 200 pessoas, Boechat ficou falando por mais de 1 hora e 30 minutos sem parar e ninguém se levantava pra ir embora, vidrados com o palestrante. “Absolutamente ninguém saía do auditório ou ia embora. Todo mundo queria continuar a escutá-lo mais e mais. E ele continuou… por mais 1 hora. Foi um marco. Até ele ficou surpreso. Algo que nunca esqueci… e, agora, mais do que nunca”, completa.

Já sua maior loucura da vida foi ir em todos os shows em São Paulo da sua banda favorita, os irlandeses do U2. Ela já foi em 11 shows, sendo 2 em 1998, 2 em 2006, 3 em 2011 e 4 em 2017. E fala como é difícil: “Parece simples, mas, só quem sabe a rotina de se comprar ingressos ir até o local e chegar 7 horas antes, faça chuva ou faça sol e voltar no dia seguinte, sabe como é isso. Ao mesmo tempo enlouquecedor e a melhor sensação do mundo: ver seus ídolos pessoalmente”.

Quando perguntada onde ela se vê daqui 10 anos, a professora que gosta de Shakespeare não pensa duas vezes: “Ministrando aulas de rádio em universidades internacionais e continuando a pesquisar o rádio” e ressalta as mudanças que ele passou após o advento da internet e das plataformas digitais de mídia: “É muito interessante acompanhar as mudanças tecnológicas e, ao mesmo tempo, perceber que a emoção e a proximidade continuam presentes, tanto para o ouvinte como para quem trabalha na produção de programas de rádio. Ele é o meio eletrônico mais antigo do mundo e desde sua criação tem se reinventado e se mantido interessante e atual.” Na sua opinião, ele é mais essencial que outras mídias em vários momentos do dia, como na hora da mobilidade do ouvinte ou como para quem quer fazer mais de uma atividade e pode continuar a escutar o rádio, tanto em casa como em no trabalho, enquanto em outras mídias você tem que ter atenção o tempo todo.

Texto por Henrique Cesar

“Eu pensava em ser roteirista de novela e na minha infância tinha vontade de fazer adaptação do roteiro de uma novela, mas acabou não acontecendo” diz o atual editor sênior da revista Veja e professor de Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie, Arnaldo Lorençato, que contou um pouco sobre sua trajetória pessoal e profissional.

Esse amor por cinema foi transformado futuramente em um mestrado. “Posteriormente fiz mestrado em cinema. Desde criança já ia ao cinema, desde meus 4 ou 5 anos. Minhas duas opções de curso eram Jornalismo e Letras. Eu não pensava em me graduar em cinema logo de cara porque achava uma profissão arriscada”, afirma.

“Na minha cidade havia um jornal chamado Correio de Pirajuí, e eu comecei a escrever para ele com aproximadamente 12 anos. Eu fazia colaborações especiais. A primeira delas foi uma matéria que se tratava de uma intercambiaria canadense que estava na cidade. Essa foi minha estreia profissional em um jornal de verdade. Depois de um tempo, me tornei correspondente do Estadão – correspondente, naquela época, era responsável por fazer matérias locais para o público em geral – e a minha primeira matéria como correspondente foi sobre uma igreja católica cujo patrimônio cultural estava sendo dilapidado”, completa Lorençato.

Depois de experiências prévias ao curso, o jornalista decidiu mudar-se para a capital do estado a fim de cursar Jornalismo. “A essa altura eu já estava certo do meu curso superior. Saí do interior e vim estudar em São Paulo. Minha vida mudou de eixo desde então. Eu moro há mais tempo aqui do que morei no interior”, afirma.

A vontade de cursar Letras sempre esteve presente. Ainda durante sua primeira graduação, prestou outro vestibular, no qual passou em 4º lugar em Letras, entretanto, não conseguiu finalizar porque ao mesmo tempo estava envolvido com seu mestrado em Cinema.

Por indicação de um professor da faculdade, Arnaldo Lorençato começou a fazer críticas de cinema para um jornal de Santos. Depois, ainda durante a graduação, passou a trabalhar em um jornal de banco, também trabalhou em uma empresa de tradução e entrou para a Abril. “Meu primeiro ofício dentro da Abril foi como carteiro – eu tinha a tarefa de responder a todas as cartas que eram enviadas pelos leitores – e, ao mesmo tempo, eu fazia freela para outras publicações da casa”, afirma.

Apesar de sua saída, voltou depois de um tempo e foi lá que iniciou seu gosto por Jornalismo Gastronômico. “Quando entrei para a Veja, minha principal atividade era cobrir Cinema e depois de um tempo surgiu-me a oportunidade de cobrir a editoria Restaurante por um mês, mas fiquei nessa área por nove anos”, completa.

“No fim de 1999, eu fui para a Gazeta Mercantil, em que fui editor de Gastronomia e Cultura e voltei para a Abril em 2003, onde estou até hoje como editor sênior”, diz o jornalista. Lorençato também já fez inúmeras participações em programas de TV, como Masterchef e Hell’s Kitchen.

Quando se trata de viagens internacionais, o jornalista traz consigo uma vasta bagagem cultural. “Em 2005, o governo do Japão me ofereceu uma bolsa para estudar gastronomia e o mais interessante era o método de estudo: eu podia escolher livremente tipos de restaurantes para entender melhor a culinária japonesa por 15 dias. Em 2008, celebrando os 200 anos de relações comerciais entre o Brasil e Rússia, eu fui convidado para ir à Russia falar sobre comida brasileira. Em 2013, fui para Roma falar sobre a diferença entre comida italiana no Brasil e na Itália”, termina.

Algumas blogueiras falaram do começo de suas carreiras em um bate papo que rolou esta quarta feira,15, no Mackenzie. Nenhuma delas imaginou que chegariam onde chegaram, pois começaram “brincando”, segundo elas. As convidas da palestra eram Francini Vergari, Mariana Sampaio, Niina Secrets, Fabi Santina e Marisa Santina. Francini é jornalista e trabalha com internet desde quando fazia estágio.

Já a Marisa arrancou risos da platéia quando revelou: “eu vi que tinha mercado nisso e queria ganhar dinheiro”. Ela conquistou o público com seu carisma  e até deu um conselho: “Eu paguei duas mensalidades do Mackenzie, é caro, então aproveitem!” A Santina estava se referindo ao seus filhos que estudaram no Mackenzie. O irmão mais velho das meninas e à Fabi que fez o curso de Publicidade e Propaganda.

Fabi até comentou que em sua época de estudante não se falava muito em mídias sociais nas aulas. Isso a fez pensar em desistir, pois muitos não consideravam o Youtube um trabalho sério, mesmo com ela ganhando dinheiro. Ela também comentou com a Redação sobre o sentimento de voltar para o Mack depois de formada: “Mackenzista tem aquela coisa né… é sempre mackenzista! Então, voltar para cá depois de quatro anos para dar uma palestra foi um ápice, foi muito legal! Foi muito boa a minha faculdade, apesar de eu não literalmente trabalhar na área. Mas querendo ou não, ainda trabalho como influenciadora, o que me ajudou muito no meu trabalho hoje. Foi muito importante para o meu crescimento”.

Os assuntos debatidos foram variados: desde haters até espaços para pessoas mais velhas na internet. Para Marisa é fácil lidar com haters, é só não ligar para opinião deles. Ela também fala de seu espaço no youtube e de seu público alvo, pessoas mais velhas.  Mesmo sendo um canal com poucos seguidores, ela consegue ganhar dinheiro com publicidade pois não tem muita concorrência. Mas ela não gerencia só seu canal. Ela cuida do canal de toda a família. Ao todo são sete. Com isso, as blogueiras e Francini mostraram para os alunos que mesmo em um mundo digital há espaço para o jornalismo e produção de conteúdo.  Para ver dicas  que a Fabi deu para Natália de Moda clique aqui.

“Uma frase só? Eu tenho muitas frases! Tenho até um livro só de citações que eu escrevi várias frases que eu gosto.  Vou falar duas frases porque sou rebelde. Tem a da Beyoncé que diz ela não gosta muito de apostar mas se tem algo em que ela aposta, é nela mesma. Eu levo para minha vida. Eu também não sou de apostar, mas se tem algo em que eu aposto é em mim mesma, se tem uma pessoa que pode mudar a minha vida, essa pessoa sou eu!”, diz Emilly Cristina ao ser questionada de sua frase favorita.

A estudante de jornalismo também cita outra frase de  Shonda Rhimes, roteirista de Grey’s Anatomy: ‘Minha caneta tem poder’. “Eu acho que tudo que nós nos planejarmos, colocamos no papel, a gente consegue fazer. Tudo é uma questão de planejamento.” Como o dia em que ela planejou visitar seu ídolo internacional em um hotel quando ele veio para o Brasil.

Ela considera essa a sua maior loucura e explica como foi: “eu sou muito certinha, eu nunca fui de fazer loucuras. Nunca tinha ido para São Paulo sozinha, nunca tinha nem andado de metrô. Vim sozinha de Diadema. Eu acordei, eram sete horas da manhã, fui para São Paulo, deixei uma carta para minha família falando onde eu estava, e que eles não precisavam se preocupar pois  eu tinha dinheiro para ir e voltar.E que eu sabia ir e voltar, o que era mentira! Aprendi na raça. Enfim, vi o Joe Jonas, chorei muito, apareci na TV nesse dia e voltei para casa umas dez da noite”.

Para a mackenzista esse dia foi uma aventura, porém quando é questionada da sua maior aventura no Mackenzie, não pensa duas vezes antes de responder: “As coisas que eu vivo lá são muito do cotidiano. Como correr para entregar uma pauta, e ir no fim do mundo para fazer sua matéria depois voltar, estudante de jornalismo sofre muito. É legal, mas dá um desespero. São nas coisas do cotidiano que a gente vai se aventurando”.

A jovem é apaixonada por jornalismo e explica o porquê de sua escolha: “Na realidade queria medicina, passei a minha vida inteira querendo medicina. Nem cogitava outra profissão. Mas aí eu vi que nasci para fazer jornalismo. Desde sempre fui muito comunicativa, sempre gostei de ouvir as histórias que as pessoas tinham para contar, o que elas querem mostrar para o mundo. Do mesmo jeito que eu sempre amei contar as minhas coisas. Sou muito falante e curiosa. Adoro pesquisar sobre as coisas. Se eu leio uma notícia, já quero saber quem são aquelas pessoas, porque aconteceu aquilo”.

O fator viagens também influenciou sua escolha. “Eu sempre quis viajar o mundo inteiro. Uma das coisas que me fez escolher o jornalismo também é que o jornalismo proporciona para quem trabalha na área, muitas oportunidades de viagens e conhecer lugares novos. Eu pretendo ser correspondente ou trabalhar em revistas”, responde ao ser questionada em que área pretende trabalhar.

Ela também fala de seus sonhos. “Meu maior sonho essa é a pergunta mais difícil, porque eu tenho muitos sonhos”, diz.

“Ainda bem que sonhar é de graça porque senão, minha conta iria estar negativada.” brinca.

“Um dos meus maiores sonhos é conhecer o mundo. No momento, o meu maior sonho é fazer um intercâmbio. E eu tenho muita vontade de ter minha própria empresa”, revela.

Mas não é só de frases e sonhos que Emilly vive. Ela  adora esportes. E faz parte dos Sharks, o grupo de líderes de torcida de comunicação do Mackenzie. “Eu amo fazer parte dos sharks, muito! O que eu mais gosto lá são as pessoas, todo mundo é muito alto astral, a gente sempre acaba rindo, fazendo piada e é muito legal treinar. Antes de entrar eu não conhecia muito, essa vida  ai quando eu entrei vi que é maravilhosa. Aprendemos muito. A gente aprende a ser mais forte, mais resistente, ter mais perseverança. “, diz. Ela revela que entrou para os Sharks porque não gosta de ficar sem se exercitar e já fez outros esportes, como Ballet, dança e Muay Thai.

Por último ela dá uma dica para os novos alunos que vão entrar este semestre no Mackenzie: “Se eu pudesse dar uma dica para as pessoas que estão entrando agora no Mackenzie? Eu diria respira e relaxa. Para elas ficarem calmas porque é um lugar maravilhoso. Os professores são maravilhosos, as pessoas que eu conheci na faculdade também. Eu sou muito grata por ter conhecido todo mundo. Eu amo o ambiente, as aulas, é um lugar muito bom”, diz.

 

Maria Gabriela de Souza Maglio, estudante de Jornalismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie e amante de livros, diz que “caiu de paraquedas no curso de Jornalismo”. “Saí do colégio e prestei vestibular para direito e relações públicas. Eu até passei em RP, mas na hora de me matricular no curso, decidi que não era isso que eu queria e então fiz 1 semestre de cursinho. Nos 2 primeiros meses eu já decidi que ia para o jornalismo e pela primeira vez na vida não tive dúvida que se eu passasse eu iria”, afirma.

A universitária ingressou na universidade com 17 anos e, desde então, sua vida se transformou: “O que mais impactou desde o momento que eu entrei foi a forma que eu olho para o mundo e para as pessoas ao meu redor”, e completa, “depois que eu me formar em jornalismo eu vou fazer faculdade de letras. É uma paixão que eu descobri durante a faculdade e eu com certeza quero seguir”.

“Eu sinto que em dois anos eu cresci como nunca havia crescido antes e, acima de tudo, eu me conheci e reconheci em todas as experiências que vivi”, afirma a estudante. Ela ainda diz que o curso a proporcionou conhecimentos que vão além da sala de aula e, quando questionada sobre suas melhores lembranças, afirma que tudo o que vive é memorável. “Todas as coisas que a gente faz, os lugares que a gente conhece, as pessoas com quem a gente conversa, tudo isso é memorável, eu aprecio muito as coisas pequenas e simples da vida”.

O que ela mais curte fazer é ler, além de ter hobbies como sair com os amigos e ir ao cinema. “Livros mudaram a minha vida. Eu considero livros as maiores preciosidades do universo e inclusive fiz uma tatuagem para eternizar na minha pele minha paixão. Livros mudam o mundo”. Maria Gabriela ainda adapta a clássica frase da banda britânica The Beatles para All we need is love and books, cuja tradução é “Tudo o que precisamos é amor e livros”.

“Eu me sinto tão bem sendo aluna quanto funcionária do Mackenzie. Eu acho que eles possuem um jeito único de nos envolver. A gente gosta de ser mackenzista”, é o que diz a psicóloga, professora e aluna, Priscila Palermo Felipini, de 54 anos.

A história de Priscila com a Universidade Presbiteriana Mackenzie é longa. Começou em 1998, quando a psicóloga foi para a universidade dar aulas, assim ficou até concluir o seu mestrado, em 2001. Em 2007 voltou para o Mack, onde ministra suas aulas até hoje, porém com um adicional: Em 2017, a professora decidiu entrar para o curso de jornalismo da UPM.

“Eu queria estudar. Pensei no doutorado, mas eu não tinha algo em especial para pesquisar. E eu tenho visto que o mundo está cada vez mais diversificando ao invés de especializando, então eu pensei em fazer uma outra graduação e comecei a olhar os cursos disponíveis”, é o que diz Priscila sobre os motivos para escolher uma nova graduação.

O jornalismo chamou a atenção da professora. “A grade de jornalismo me deixou apaixonada. Tinha tudo que eu estava procurando. Então eu comecei a fazer o curso”, conta a psicóloga, que hoje está indo para o terceiro semestre e parece ter acertado em cheio na sua escolha. “Adoro o curso, acho ele muito redondo. Gosto da proposta do jornalismo”.

Priscila conta que ao se tornar aluna, ela sente que suas aulas ficaram melhores, afinal, ela consegue enxergar as duas perspectivas e portanto absorver aquilo que será melhor aproveitado em suas aulas.

Contudo, conciliar essas duas tarefas não é fácil. A professora conta que a falta de tempo, devido ao excesso de coisas para fazer, as vezes dificulta a sua vida. “Esse final de semestre foi difícil, pois além das provas que eu tinha para corrigir eu também tinha trabalhos para entregar. Fiquei algumas noites sem dormir”, relata.

Por fim, após a graduação, a professora diz não pretender abandonar a psicologia, e assim trabalharia com o jornalismo de maneira mais autônoma, sem visar redações ou emissoras. “Se eu fosse trabalhar com o jornalismo, o que eu vejo que caberia na minha vida hoje seria algo mais voltado para a parte literária, escrevendo histórias ou também com fotografia”, conta Priscila.

A Share Your Story já fez outros perfis de professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Você pode conferir outras histórias clicando aqui

“Quero poder desfrutar dentro da natureza. Acampar por dias, fazer trilhas longas, subir em montanhas, conhecer todas as cachoeiras cristalinas, navegar em rios distantes e pular de asa delta. Acredito que me sinto realmente viva quando estou em contato com a natureza”, diz Natália Calvaro. A jovem de 19 anos fala de seus sonhos.

A mackenzista cursa publicidade. A paixão pelo seu curso é nítida quando ela fala de seus maiores sonhos: “Meu maior sonho é me encontrar profissionalmente. Ver um sentimento profundo na minha profissão e no que eu for fazer. Pretendo seguir a área de criação dentro da publicidade. Quero me aprofundar nas teorias de raciocínio criativo e me aventurar no mundo visual e de escrita que a publicidade proporciona”.

Ela explica a escolha do curso: “Escolhi a área de comunicação porque eu me interesso muito pelas relações interpessoais. A área de comunicação liga o mundo de ponta a ponta, além de informar, educar e conectar todos. Sinto um grande interesse por pessoas e como elas percebem o mundo. A área de publicidade me chama muito a atenção por tratar de assuntos variados e amplos, desde fotografia, arte, design até questões sobre atualidade, internet e administração”.

A jovem optou pelo Mackenzie por sua grade curricular e por “ter a divisão entre marketing e criação do meu curso, além de estar em uma boa posição do ranking quando se diz ao mercado de trabalho. O ambiente também é muito bonito esteticamente”, diz.

Natália gosta tanto da natureza que quando questionada de onde queria estar, não hesita em responder: “em cima de uma montanha bem no alto em campos do Jordão, olhando para as estrelas, com uma xícara de chá de canela do meu lado, uma manta, ao lado de bons amigos de infância”.

A futura publicitária também conta do lugar que ela mais gosta: “gosto muito do meu próprio quarto, acho que lá que está todo o meu mundo metaforicamente. O lugar no qual desenvolvo minhas ideias e deixo os pensamentos fluírem, onde me sinto mais confortável e simplesmente e literalmente me sinto em casa. Porém, gosto muito de casas de show e cafés alternativos escondidos por São Paulo”.

Por último, ela fala do que mudaria no mundo. “Se eu pudesse mudar algo no mundo, seria incentivar as pessoas a pensarem. Usarem e abusarem de sua criatividade e se questionarem sobre temas gerais e devidamente relevantes. Mentes pensantes nos levam ao progresso e evolução humana. Somos condicionados a viver no modo automático diariamente e acabamos nos distanciando da nossa própria essência”. Essa mesma essência que Natália mantém no seu quarto e busca na natureza.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

“Pretendo trabalhar na área de jornalismo da moda e de arte são as duas maiores paixões da minha vida e são coisas que minha mãe me influenciou porque ela sempre foi, também muito apaixonada por arte e por moda. São as duas coisas que me deixam mais feliz é estar rodeada por roupas bem feitas ou quadros e esculturas”, diz Paula Nunes sobre a carreira que pretende seguir.

“A escolha do mackenzie foi por ser perto e por ser uma boa faculdade de administração. “ diz. Ela agora faz faculdade de jornalismo. Ela explica o porquê da mudança. “Jornalismo sempre foi uma coisa que eu queria fazer. Quando eu era pequena eu via as revistas da minha mãe que ela coleciona e adorava. Quando eu era maior e sabia escrever textos, eu escrevia matérias de coisas aleatórias que vinham na minha mente. Eu lembro que em 2006, eu fiz uma lista de coisas que eu queria pra minha vida e uma das coisas era fazer faculdade de jornalismo (essa lista eu tinha perdido e achei na época que eu decidi sair de administração achei bem uma coisa de destino).”
“E ai teve uma época que eu realmente não tava aguentando as aulas. Eram tão chatas que eu nem queria ir. Eu faltava demais. Ai meus pais falaram para eu sair do curso. Ai eu decidi sair e fazer transferência. “Perdi a data da transferência tive que fazer o vestibular de novo e aqui estou”, relembra.

Essa saga toda com Adm foi tão intensa que a jovem considera a experiência como sua maior aventura. “ A minha maior aventura que eu vivi no mackenzie foi aguentar dois anos de adm, um curso que eu realmente tentei gostar mas não deu. (isso conta como uma aventura né porque realmente foi)”Já sua maior loucura “foi ir morar num país diferente sem meus pais, por meio ano para dançar”. Ela se refere quando foi morar na França para estudar Ballet.“Quando fui morar fora, eu ia todo dia livre em algum museu ou rua que tinha as lojas que eu mais gostava e isso também só me ajudou a gostar ainda mais e pensar em atuar no jornalismo dessa área”.Dentro dessa área, ela tem sonhos grandes: “meu maior sonho é trabalhar para vogue como editora chefe. Clichê sim mas fazer o que”, brinca.“Eu queria estar no escritório da vogue com o meu crachá de trabalhadora” é o que responde ao ser questionada de onde queria estar.“Ou em um fliperama, sabe aqueles do shopping?” continua em tom de brincadeira.

Paula também fala de sua experiência na França e da gastronomia do país. “Muito pão, geléia, as coisas são muitos mais frescas”.  Responde sobre o que eles costumam comer. Sua comida preferida lá era sopa de cebola e ‘gratin dauphinois’, batata gratinada com queijo e creme de leite. A estudante diz sobre como eles dão importância para uma alimentação saudável e de fácil acesso para todos. “Uma coisa que gostei bastante é relação deles com comida. Eles tem uma visão bem mais consciente do que estão colocando para dentro do corpo”. “Eles preservam muito isso de ter coisas frescas e orgânicas sempre. Todas as escolas eram assim, inclusive as públicas”, continua.

“Acho que a frase que eu mais gosto por enquanto é uma do escritor russo Liev Tosltoi do livro que eu estou acabando de ler,’Guerra e Paz’, que é assim: ‘Imaginamos que, assim que somos arrancados do nosso caminho habitual, tudo acabou, mas é apenas o começo de algo novo e bom. Enquanto houver vida, haverá felicidade. Há muito, muito diante de nós.’”diz sobre sua frase favorita.“Me fez chorar porque me fez pensar que um dia eu cheguei a pensar que tudo tinha acabado eu não ia ser mais feliz (isso eu tinha 21 anos) mas depois que eu comecei essa nova fase de agora na vida eu percebi que claro que não! Olha o tanto de vida que eu tenho pela frente”,ela se emociona ao falar sobre o assunto.“Me fez pensar que realmente enquanto houver vida haverá felicidade”, continua.

Por último, ela fala em mudar o mundo. Para Paula é importante que se diminua o consumo de produtos com origem de animais: “As pessoas deveriam assistir mais documentários sobre consumir menos produtos animais”, diz sobre o que mudaria o mundo. Outra mudança seria que todos fizessem algo que realmente gostem. “Acho que fazer com que todas as pessoas façam o que elas realmente gostam de fazer para todo mundo se sentir feliz”. Feliz, igual Paula se sente no meio de roupas bem feitas, quadros e esculturas.

“Pretendo trabalhar na área de jornalismo da moda e de arte são as duas maiores paixões da minha vida e são coisas que minha mãe me influenciou porque ela sempre foi, também muito apaixonada por arte e por moda. São as duas coisas que me deixam mais feliz é estar rodeada por roupas bem feitas ou quadros e esculturas”, diz Paula Nunes sobre a carreira que pretende seguir.
“A escolha do mackenzie foi por ser perto e por ser uma boa faculdade de administração. “ diz. Ela agora faz faculdade de jornalismo. Ela explica o porquê da mudança. “Jornalismo sempre foi uma coisa que eu queria fazer. Quando eu era pequena eu via as revistas da minha mãe que ela coleciona e adorava. Quando eu era maior e sabia escrever textos, eu escrevia matérias de coisas aleatórias que vinham na minha mente. Eu lembro que em 2006, eu fiz uma lista de coisas que eu queria pra minha vida e uma das coisas era fazer faculdade de jornalismo (essa lista eu tinha perdido e achei na época que eu decidi sair de administração achei bem uma coisa de destino).”
“E ai teve uma época que eu realmente não tava aguentando as aulas eram tão chatas que eu nem na aula queria ir. Eu faltava demais. Ai meus pais falaram para eu sair do curso. Ai eu decidi sair e fazer transferência. “Perdi a data da transferência tive que fazer o vestibular de novo e aqui estou”, relembra.
Essa saga toda com Adm foi tão intensa que a jovem considera a experiência como sua maior aventura. “ A minha maior aventura que eu vivi no mackenzie foi aguentar dois anos de adm, um curso que eu realmente tentei gostar mas não deu. (isso conta como uma aventura né porque realmente foi)”
Já sua maior loucura “foi ir morar num país diferente sem meus pais, por meio ano para dançar”. Ela se refere quando foi morar na França para estudar Ballet.
“Quando fui morar fora, eu ia todo dia livre em algum museu ou rua que tinha as lojas que
eu mais gostava e isso também só me ajudou a gostar ainda mais e pensar em atuar no jornalismo dessa área”.
Dentro dessa área, ela tem sonhos grandes: “meu maior sonho é trabalhar para vogue como editora chefe. Clichê sim mas fazer o que”, brinca.
“Eu queria estar no escritório da vogue com o meu crachá de trabalhadora” é o que responde ao ser questionada de onde queria estar.
“Ou em um fliperama, sabe aqueles do shopping?” continua em tom de brincadeira.
“Acho que a frase que eu mais gosto por enquanto é uma do escritor russo Liev Olatoi do livro que eu estou acabando de ler,’Guerra e Paz’, que é assim: ‘Imaginamos que, assim que somos arrancados do nosso caminho habitual, tudo acabou, mas é apenas o começo de algo novo e bom. Enquanto houver vida, haverá felicidade. Há muito, muito diante de nós.’”diz sobre sua frase favorita.
“Me fez chorar porque me fez pensar que um dia eu cheguei a pensar que tudo tinha acabado eu não ia ser mais feliz (isso eu tinha 21 anos) mas depois que eu comecei essa nova fase de agora na vida eu percebi que claro que não! Olha o tanto de vida que eu tenho pela frente”,ela se emociona ao falar sobre o assunto.
“Me fez pensar que realmente enquanto houver vida haverá felicidade”, continua.
Por último, ela fala em mudar o mundo. Para Paula é importante que se diminua o consumo de produtos com origem de animais: “As pessoas deveriam assistir mais documentários sobre consumir menos produtos animais”, diz sobre o que mudaria o mundo. Outra mudança seria que todos fizessem algo que realmente gostem. “Acho que fazer com que todas as pessoas façam o que elas realmente gostam de fazer para todo mundo se sentir feliz”. Feliz, igual Paula se sente no meio de roupas bem feitas, quadros e esculturas.

Texto por Arthur Gutierres

“Eu escolhi jornalismo porque gosto de fazer resenhas sobre assuntos pelos quais me interesso e eu acredito que é um curso que dá uma grande possibilidade de áreas para seguir”, é o que diz o estudante Victor Piton, de 20 anos.

Victor possui uma personalidade forte, demonstrando isso com as suas respostas objetivas durante a entrevista. Seu visual, com os cabelos longos, a barba e uma camiseta de banda de rock já revela a sua preferência pelo estilo musical, que de acordo com o estudante, seria uma das áreas com a qual gostaria de trabalhar após a graduação.

O aluno da Universidade Presbiteriana Mackenzie começou os seus estudos no primeiro semestre de 2018, e parece estar de adaptando bem. “A minha experiência com a faculdade e o curso está sendo muito boa. Eu espero aprender mais, afinal é uma área que eu tenho bastante interesse”.

O fato de estar em uma universidade também contribuiu para o seu amadurecimento pessoal. “Agora eu tenho um prazo para entregar as coisas, e isso me dá uma disciplina maior do que eu tinha”.

Quanto aos seus hobbies, o aluno diz gostar bastante da cultura pop, revelando ser fã de mangás e quadrinhos, além de ter uma paixão também por música e videogames. Não só isso, mas também gosta de sair, seja sozinho ou com seus amigos, gostando de frequentar lugares como a Galeria do Rock e também o bairro da Liberdade, na capital paulista.

Por fim, Victor fala um pouco sobre seus planos para o futuro. “Meu maior sonho é trabalhar com o estilo de música que eu gosto e viajar para o exterior. Após a graduação eu espero já estar em um emprego bom e posteriormente me mudar para fora do país”.

A Share Your Story já fez o perfil de outros estudantes de jornalismo. Você pode conferir todos clicando aqui