Share Your Story | Humans of Mackenzie

“Escolhi estudar no Mackenzie por ser uma grande universidade. Sempre escutei comentários positivos sobre a instituição e dos cursos de comunicação”, fala André Arruda, 23, estudante de jornalismo.

Andre afirma que desde que entrou para o curso de jornalismo passou a ler mais e ser mais crítico. “Alguns dos trabalhos e entrevistas realizados me mostraram realidades e opiniões que eu se quer considerava”, diz.

Além disso, ele fala que a melhor experiência estudando no Mackenzie foram as amizades feitas. Ele diz que muitas espera levar por bons anos de sua vida.

Ele pratica muitas atividades como hobby, porém a que ele considera mais prazerosa é o surf: “desde pequeno sempre gostei muito do contato com o mar. Quando ganhei minha primeira prancha de isopor não consegui mais largar o esporte”.

O lugar que ele mais gosta de frequentar é a sua casa na praia de Itamambuca: “um lugar reservado, onde posso refletir, contemplar a natureza e é claro surfar”. Ele explica o surfe como: “é uma sensação de liberdade. A imersão com a natureza e a adrenalina são insubstituíveis”.

André pensa que o que o diferencia das outras pessoas é a sua personalidade: “sou bem reservado e calmo. Afinal, ficar remando pela praia inteira não vai fazer as ondas chegarem mais rápido na rebentação”.

Dentre seus maiores desejos, o mackenzista lista viajar para lugares onde o esporte seja muito praticado como Hawaii, Portugal e Austrália.

O aluno ainda se considera muito novo para já ter obtido uma grande conquista em sua vida. Porém ele acha que mais do que selecionar algo material, o mais importante é conseguir se adaptar às situações e sempre melhorar como pessoa: “desse modo tudo aquilo que você precisa sempre acaba vindo”.

Para finalizar, ele diz que uma ação para mudar o mundo seria conscientizar as pessoas sobre a vida marinha. “Ela é muito importante para o equilíbrio do Planeta”, conclui.

 

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“A melhor [experiência mackenzista] eu diria que foi o amigo secreto aqui na RV, no final do semestre passado.” relata Rodrigo Nunciaroni, 20, estudante do sexto semestre de Publicidade e Propaganda e ex-líder da editoria Etc & Tal.

Rodrigo sabia desde o primeiro colegial que seguiria a área de Humanas para o futuro, assim como estudaria no Mackenzie. A escolha pelo curso, por outro lado, levou um pouco mais de tempo, e, segundo ele, aconteceu de uma hora para a outra. “Foi do dia para a noite. Eu estava pesquisando curso para ver qual eu gostava, eu já sabia que era Humanas. Tinha Psicologia, mas Psicologia tem umas partes biológicas; e tinha Jornalismo, só que eu achava meio formal e eu queria algo mais informal, então optei por Publicidade.”

De acordo com o jovem, a melhor experiência de sua vida foi conhecer a Itália, país de origem de sua família. “Eu visitei duas cidades e até hoje não sei qual foi a melhor, que foram Veneza e Roma. Por um lado, Roma, desde que eu comecei a gostar dessa parte italiana da família, eu queria conhecer, até porque eu gosto bastante de história. Mas, Veneza é uma cidade do estilo que eu gosto, pequena, que não acontece quase nada. A principal atração da cidade acontece numa praça (Piazza San Marco), que é quase do tamanho da RV.”

Ele, que fala italiano, inglês, está aprendendo alemão e pretende estudar a língua russa, “uma língua bastante curiosa”, gostaria de morar por um tempo na Itália ou na Inglaterra. E, além do interesse por idiomas, gosta de “jogar qualquer tipo de jogo”.

O mackenzista comenta ainda sobre a solidez que a passagem pela Redação Virtual trouxe a ele. “Quando eu entrei [na Redação Virtual] estava pensando em outras coisas, tanto com relação a expectativa do que eu ia fazer aqui quanto do que eu queria trabalhar. Depois, mesmo fazendo minhas coisas, eu arrumei tempo para decidir. Ficou mais claro o porquê eu estava aqui.”

O futuro publicitário, que transmite uma paz típica dele, e utiliza da frase “Devagar se vai longe.” para se descrever, nem sempre, contudo, foi assim. “Depois que passou toda aquela euforia do começo [da universidade], eu acho que fui melhorando a confiança em mim mesmo, sabe? Quando eu entrei, era aquele cara, completamente fechado, que não tinha confiança em mim. Eu acho que com o tempo a faculdade foi ajudando. Se eu pudesse fazer alguma coisa para mudar o mundo, passaria menos tempo fazendo com que as pessoas aprendessem as coisas tradicionais e tentaria trabalhar mais o psicológico delas, principalmente na parte de confiança. Porque eu sei que para mim, fez muita falta. Isso é uma coisa que veio agora, quando eu tinha 19 anos. Seria muito mais fácil para as pessoas se a gente tratasse esse lado desde cedo.”

“Escolhi estudar no Mackenzie pois boa parte da minha família estudou aqui. Então, eu sabia que é uma boa universidade e com uma boa localização”, conta Victor Peixoto Sousa de 19 anos. Estudante do terceiro semestre de Jornalismo, ele conta dos seus almejos dentro da faculdade.

Nesse tempo na universidade, ele conta sobre como amadureceu aqui e sobre as amizades que ele fez. “Minha melhor experiência aqui dentro foram as pessoas que conheci e como construímos algo muito forte com o tempo”, diz.

Victor acredita que o que o diferencia de outras pessoas é o seu carisma: “Eu tento sempre agradar todo mundo. Gosto muito de brincar com as pessoas ao meu redor e de fazer com que se sintam bem acolhidas”.

O mackenzista considera jogar futebol um hobby e essa prática fez com que ele fosse escolhido para fazer parte dos times de futebol de campo e futsal comunicação. Com isso seus lugares favoritos de se frequentar são os locais onde ele joga bola. Depois tanto tempo de treino e excelentes equipes, ele deseja ser campeão dos Jogos Universitários de Comunicação e Arte (JUCA). “Temos tudo para isso”, fala.

Por fazer parte desse meio, ele jogou por cinco anos no time do São Paulo, dos 12 aos 17. E em um desses anos, ele foi campeão da Federação e considera uma de suas grandes conquistas. “Era algo que eu gostava muito de fazer. Foi satisfatório”, conta.

Como jornalista, ele tem como objetivo fazer uma matéria sobre algo que ele gosta muito, como os projetos de auxílio às pessoas na África. “Esse é o assunto que eu pretendo tratar no meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)”, explica. “Quero fazer uma reportagem que tenha um impacto positivo e faça com que as pessoas tenham esperança no mundo”, conclui.

 

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“O Mackenzie tem sido minha casa há 14 anos e espero que seja por muito mais tempo. Tudo que eu aprendi foi aqui” conta Renato Munhoz, 35, funcionário do Mackenzie.

Renato é mackenzista desde jovem. Iniciou o curso de Sistemas de Informação e de Ciências Contábeis aqui na Universidade, e atualmente, trabalha no estúdio de fotografia.

Segundo ele, além de ter amadurecido e formado seu caráter no Instituto, “a melhor coisa foi ter agregado conhecimento e amizade” ainda mais depois do contato com a foto, algo fora de sua zona de conforto. “A minha experiência na fotografia foi bem radical. Todo meu conhecimento fora do Mackenzie foi na área administrativa, para mim foi um desafio. Mas encontrei uma pessoa ‘dez’, que eu tenho como professor, que é o Daniel, e estamos aí, aprendendo um pouco a cada dia.”

Sua relação com o Mackenzie, contudo, não encerra aí. Munhoz tem paixão por futebol: “Eu amo futebol, não assistir, e sim jogar”, e já conquistou alguns campeonatos pela Universidade. “Tenho uma história ai com vários funcionários, fui campeão algumas vezes. Já tem 3 anos que a gente é campeão interno, na verdade. Fora [do Mackenzie] também tenho alguns títulos, a gente joga também com outras universidades.”

Entretanto, de acordo com o mackenzista, a maior conquista de sua vida, nada tem a ver com competições ou troféus. Nas palavras dele: “A minha melhor experiência foi a chegada do meu filho.”

O funcionário, que é um homem “extrovertido e humilde” gosta também de ajudar as pessoas. “O que eu puder fazer para ajudar uma pessoa, eu ajudo. Se eu não puder ajudar, eu fico neutro. Eu acho que isso me diferencia bastante das outras pessoas.”

A sua forma de zelar pelo próximo, é possivelmente consequência de um trauma que sofreu. “A pior coisa da minha vida foi um acidente que eu sofri de moto, não lesionei nada, só quebrei um dedo. Mas o susto faz com que você pense melhor naquilo que  faz e em como trata as pessoas. Pensando por esse lado, todos somos frágeis.”

Para ele, homem cristão, o que mudaria o mundo seria a volta de Jesus. Porém, cada um pode colaborar a sua maneira. “Eu acho que a volta de Jesus ajudaria bastante. Só Ele mesmo, está na mão de Deus e de Jesus. O que eu posso fazer é dar conselhos, falar que a vida é ajudar o próximo. Se eu tivesse a oportunidade de ajudar as pessoas, seria dessa forma.”

Felipe Pierrotti, de 26 anos, formou-se em Publicidade e Propaganda pelo Mackenzie e hoje trabalha no marketing da joalheria Maxior. Conta que escolheu a faculdade pelo prestígio do nome e por se sentir parte do mundo mackenzista.

Ele fala que, durante seu trajeto na universidade, muitas coisas importantes aconteceram para ele. Ao questioná-lo sobre sua melhor experiência no Mackenzie, ele fala desde momentos simples com os amigos a festas inesquecíveis.  “A rotina já era muito corrida, mas ir para faculdade depois do trabalho e dar risada com o pessoal deixava a vida mais leve, mesmo com a quantidade de projetos e provas”, conta.

Explica que a faculdade o proporcionou um grande amadurecimento tanto profissional quanto pessoal. Acredita que sua maior aventura aqui dentro foi seu autoconhecimento: “Foram quatro anos de descobertas. Desafios pessoais e profissionais”.

Seu sonho sempre foi trabalhar com mercado de luxo porém, por ser bolsista, acreditava que seria um grande desafio. “Entrei estagiário e quando saí já era diretor de arte de uma joalheria”, conta. Ele fala que ser escolhido pela faculdade para representar um projeto de uma agência foi algo muito especial e que abriu portas.

O ex-mackenzista conta que gosta de frequentar lugares movimentados do centro de São Paulo, além de bares e cinemas. Também tem como hobbies assistir filmes, séries e videoclipes: “Por muito tempo vi isso como algo não muito positivo, mas hoje acho que boa parte do meu lado profissional se deve a isso”.

Felipe planeja abrir seu próprio negócio e diz ser apenas questão de tempo. Acredita que fazer parte do mundo da moda e joalheria já é uma grande conquista. Além disso, ele diz vir pensando em um pequeno projeto com o objetivo de acrescentar coisas boas no mundo.

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“Eu posso dizer, com certeza, que conheci pessoas maravilhosas aqui dentro. Essa universidade me proporcionou amizades que dá para contar nos dedos” diz Lucas Cancian Cortesia, 24 anos, estudante do sétimo semestre de Engenharia Civil, sobre o Mackenzie.

No final da graduação, Lucas está produzindo o seu trabalho de conclusão de curso sobre Infraestrutura Urbana. Sendo que a  é em ênfase em iluminação da cidade. Apesar de cursar Engenharia, o tema está relacionado a outros campos de seu interesse, como a arquitetura.

Segundo o mackenzista, o que o fez optar pela área de exatas foi o contato com o cursinho pré-vestibular. “Com 17 anos, eu não sabia qual área eu iria escolher. Eu optei por exatas porque parecia algo mais completo e tinha vários professores no cursinho que falavam que o mercado estava precisando de engenheiro, fui motivado por isso: tinha uma ideia de querer ser rico. E hoje eu penso: ‘nada a ver’. Por mais que eu esteja no final do curso, eu gostaria de fazer outra faculdade. No começo eu pensava: ‘Será que é isso?’ Mas acabava me dedicando mais as matérias, do que ficar pensando se acertei, ai fui indo e acabei chegando mais ou menos perto do final…”

Ainda que não se sinta completamente satisfeito com sua escolha, para ele o que importa é: “Tentar aproveitar algo que a gente já tem, com algo que a gente queira fazer.” E é por isso que, desde que fez estágio e se deparou com uma parte da engenharia com a qual ele se identificou, o jovem tenta unir o útil ao agradável. “Eu trabalhei um ano e meio em um escritório de engenharia familiar, que é perto da minha casa. Um dia eu bati lá na porta, fiz uma entrevista, gostaram de mim e me chamaram. Lá eu pude perceber que essa parte de projeto é muito legal. Eu trabalhava mais com essa parte de arquitetar, que da engenharia civil. O outro estagiário, fazia arquitetura, mas isso não é a menina dos olhos dele. Hoje ele usa a arquitetura para ter a renda dele, e pensa em fazer outra faculdade, não deixando a arquitetura de lado.”

Mesmo que tenha gostos próximos ao que estuda, o futuro engenheiro civil queria mesmo cursar Ciências Sociais, pois sempre gostou de ler sobre assuntos transversais. Eu me interessei muito por essa área, por conta de gostar bastante de leitura, sempre gostei de ler textos que falassem desde o movimento feminista ao LGBT. E eu tive uma namorada que fazia Serviço Social. acabei frequentando um ano e meio da faculdade dela. É uma coisa totalmente diferente da engenharia. Eu vejo as pessoas da engenharia muito mais sérias e frias… E eu pude me reconstruir e ser essa pessoa que está falando com você agora, de ter uma cabeça melhor que eu tinha. Hoje eu vi que era tudo uma coisa besta.”

Com relação ao seu tempo livre, o estudante aprecia os momentos com os seus amigos, assistindo a filmes ou comendo e anda de bicicleta na Avenida Paulista aos domingos, do metrô Consolação ao Brigadeiro. Nas palavras dele: Nada de muitos agitos, prefiro aproveitar o dia.”

Para ele, sua maior experiência de vida é algo que ainda não lhe aconteceu: receber o diploma da graduação. “Cada um tem uma história, uma identidade e individualidade. Nós temos experiências boas e ruins. Eu acho que tem algo que eu ainda não tenho, mas que almejo ter.  “eu penso que quero muito me formar, porque isso vai ser uma vitória pessoal para mim, depois de ter soado água e sangue. Eu busco a minha felicidade, talvez eu a encontre em tal coisa, que vai estar tudo bem.”

“Eu sou bem aberta, comunicativa e amigável. Eu geralmente não tenho medo, chego nas pessoas e falo, quero saber, me interesso. E quando eu quero alguma coisa, eu realmente vou atrás” diz Brenda Teixeira Sarmanho, 17, estudante do primeiro semestre do curso de Jornalismo, sobre si.

A mackenzista, apesar de ter nascido em Manaus, se considera paulista de coração. “Eu nasci em Manaus, mas eu vim para cá com um ano, então eu sou meio paulista (risos). Mas eu sempre vou para lá e tal. E adoro São Paulo.”

A escolha pelo Jornalismo e pelo Mackenzie tardou, segundo a jovem. Ela, porém, não se arrepende da decisão. “Eu demorei muito tempo para escolher o que eu queria. Meus pais deram a sugestão de Jornalismo por um acaso, porque eles sabiam que eu gosto muito de comunicação. Eu comecei a cogitar, ai escolhi o Mackenzie pela grade curricular. E agora estou curtindo muito, me surpreendeu. Eu gosto muito da infraestrutura, das aulas.”

Na verdade, a demora pela opção, tem dois motivos: A paixão de Brenda pela dança e seu sonho de morar fora do país.

Desde pequena, a futura jornalista é ligada as artes do corpo. Aprendeu jazz, hip hop e dança de rua. A profissionalização, entretanto, parecia uma realidade distante para ela. “Eu pensava em me profissionalizar em dança. Mas ficava muito preocupada com o mercado de trabalho. Então eu optei por alguma coisa que me desse mais base e opções de trabalho. Quem sabe eu não possa me especializar numa área de cultura ou até trabalhar com dança?

Durante o ensino médio, a estudante passou 10 meses nos Estados Unidos, para aprender inglês. “Foi a melhor experiência da minha vida, foi incrível! Eu aprendi e conheci muito, fiquei fluente no inglês. Apesar de eu ter ficado em um lugar muito diferente do que eu estava acostumada, depois dos meus primeiros 6 meses eu comecei a ficar fascinada e ter uma relação muito forte com as pessoas de lá, foi fantástico.” 

Mesmo que tenha ficado quase um ano em uma cidade com 300 habitantes, próxima da capital americana e de Nova Iorque, ela deseja passar mais tempo lá, através de outro programa de intercâmbio, ou quem sabe até morar no país.

Caso a jovem se mude, com certeza terá um lugar para ficar. Assim como pessoas para recebê-la no aeroporto, em especial uma delas: seu namorado. O laço criado com os habitantes da região enfrentou barreiras e, há 1 ano e 1 mês, a jovem está em um relacionamento a distância.

Ainda que eles não estejam próximos fisicamente, Brenda e seu American boy conversam diariamente pelo FaceTime, e ela parece lidar muito bem com a situação. “Ele veio para cá em janeiro, ficou mais ou menos um mês e adorou. É muito difícil, mas ele é uma pessoa muito importante para mim e eu não tenho interesse em outras pessoas aqui; para mim ele é suficiente. Mesmo estando longe, vale a pena. Óbvio que eu amaria tê-lo aqui, mas tento ver o lado bom das coisas. Sei lá, eu vou levando, e estou feliz.”

Fronteira nenhuma impede a futura jornalista de conquistar seus objetivos, cumprir suas metas e ser feliz. Nas palavras dela: “Tem uma frase em inglês que dizia que não existe limites. Mas que você pode sempre crescer mais, se aperfeiçoar mais.”

Estudante de Jornalismo e blogueira, Victória Ferreira de 19 anos conta como foi transformar um hobbie em trabalho. Ela que sempre estudou no Mackenzie, fala que prestar o vestibular foi uma escolha óbvia. Porém, a grade curricular aqui foi o que a fez decidir-se de vez. “Aqui era onde mais tinha aulas práticas, onde a gente mais colocaria a ‘mão na massa’. Como me identifico mais com esse estilo, decidi vir para cá”.

A estudante conta que sente ter mudado de diversas maneiras dentro da faculdade e que o curso de Jornalismo a fez sair da zona de conforto. “Normalmente sou muito insegura sobre fazer coisas que nunca fiz por medo de dar errado. Em Jornalismo ou você sai dessa comodidade ou não alcança seu objetivo”, explica.

Victória diz não ser muito aventureira, mas conta que atualmente viveu uma experiência nova. Fez sua primeira viagem a trabalho e foi totalmente sozinha para Paris, sem conhecer nenhuma das pessoas que a receberiam lá: “muitas pessoas dizem que fui corajosa por fazer algo assim tão nova, admito que só percebi a loucura quando cheguei lá. Não tinha ninguém para resolver os problemas para mim”.

Fã de hobbies tranquilos, a blogueira os resume com uma palavra: “arte”. “Assistir vídeos no Youtube, fazer maratona de séries, fotografar, desenhar, e por aí vai…”, conta. Além dos lugares que mais gosta de frequentar: cafés e museus. “Gosto de lugares que façam eu me sentir inspirada, despertem minha criatividade. Normalmente observar pessoas e arte despertam isso em mim”, diz.

Ela conta que uma das suas maiores conquistas foi transformar seu maior hobbie em trabalho. “Comecei a produzir conteúdo para internet muito cedo, eu tinha uns 13 anos”, fala. Ela fala que não esperava nenhum tipo de retorno, porém quando isso aconteceu foi muito gratificante: “nada é melhor do que trabalhar com o que a gente ama”.

Victória se mostra muito preocupada com as pessoas. Ela diz que se pudesse mudar algo no mundo, seria adicionar empatia no coração de todos. E o seu blog tem como ideal isso: ajudar pessoas de diversas maneiras. Abordando diversos assuntos como auto estima e até relacionamentos abusivos, ela procura auxiliar seus seguidores. “Acho que nada é tão meu quanto a minha capacidade e vontade de ajudar pessoas”, explica. E é isso também que ela pretende com o Jornalismo.

“A Bella é meu alicerce, não consigo me imaginar sem ela. Tudo que eu sou hoje é graças a ela” conta Michelli Oliveira, 27, estudante do quinto semestre de Jornalismo.

Segundo a mackenzista, o que a diferencia das outras pessoas é sua garra, afinal “não é todo mundo que é mãe, esposa, faz treze matérias e consegue passar sem DP.”

A futura jornalista descobriu que daria a luz a Isabella, quando estava na graduação. Na época, ela cursava Matemática e diz que a gravidez ocorreu em um momento bom, pois viu que sua verdadeira paixão era o Jornalismo.

Ela optou, entretanto, por iniciar o curso de Letras, pois para ser jornalista não há  necessidade de diploma. No entanto, o estágio na área a fez mudar de ideia: “Desde pequena sempre gostei de ler, escrever. E Letras aqui (no Mackenzie) você consegue fazer Bacharel e Licenciatura ao mesmo tempo. Só que, quando comecei a estagiar eu odiei. Na verdade eu não odeio dar aulas, mas detesto adolescente. A minha vontade é seguir a vida acadêmica. Desisti do curso faltando um ano para eu me formar e fui para o Jornalismo.”

Aqui no Mackenzie, a estudante participa de dois coletivos, o Afromack e a Frente Feminista. Para ela, a inclusão nos grupos, além de ser importante na luta pelos direitos de diversos mackenzistas, a faz se sentir em casa. “Quando eu entrei no Afromack eu queria desistir de tudo, não aguentava mais e ia trancar. Conheci a galera do Afromack e foi o que me deu um ‘up’ na vida.”

Além de ser ativa nas questões sociais, a jovem possui uma relação de amizade com os seguranças e funcionários da universidade. “Eles são uns amores. Um dia que eu estava indo embora ano passado, um (segurança) que ficava no Centro de Comunicação e Letras (CCL) gritou ‘Michelli não posso ir embora sem desejar Feliz Dia Das Mães para você’ “. Ele foi o único no Mackenzie inteiro que lembrou da data.”

Fora da faculdade, Michelli gosta de ler, assistir a filmes com seu marido que cursa Cinema, passear pela Avenida Paulista e brincar com sua melhor amiga: sua filha.

Apesar de não passar tanto tempo quanto gostaria com Isabella, por conta dos estudos, a mackenzista reconhece a importância do que faz por ela. “Eu não tenho muito tempo com ela, porque eu optei por estudar, mas é para dar um futuro melhor a ela. Para mim, ‘importante é o que importa’. Porque muitas vezes a gente foca em milhares de coisas menos no que é importante. No caso, estudar, ninguém gosta de estudar, mas é o importante, então vai importar no futuro. É uma frase que eu levo há muito tempo na minha vida.”

 

O ex-mackenzista Luiz Rogério Morato, com 53 anos, relembra sua fase universitária. Cursou administração no Mackenzie e hoje é gerente de Recursos Humanos na empresa Nissin Foods Brasil. “Entrei pra faculdade no ano de 1983. O Mackenzie era uma das melhores faculdades de São Paulo. Era importante ter esse nome no meu curriculum acadêmico e a expectativa de muito aprendizado”, conta.

Ele conta que viveu boas experiências na faculdade, além de construtivas. Um dos momentos que ele se lembra, foi quando alguns alunos derrubaram a diretoria do seu Diretório Acadêmico devido problemas financeiros: “me ajudou muito a me reposicionar sobre ética. Entendi o significado de retidão de caráter. ”

Fã de culinária, música e cinema, Luiz Rogério fala de um feito um pouco diferente. Ele conta que foi andando de Tambaú – SP até Aparecida do Norte – SP. “Foram 406km em 16 dias até a Basílica”, fala. Considera-se uma pessoa organizada e gosta de planejar suas coisas. Por isso, houve muita preparação antes dessa viajem. “Simplesmente algo que muda muito qualquer pessoa”, concluiu.

Ele considera que já fez tudo que almejava fazer, hoje ele buscar aprimorar suas viagens. Diz buscar lugares que contam histórias de pessoas. Nessas viagens, adquire diferentes conhecimentos e experiências: “devo ser um pouco de cada um que conheço e muito de cada um que fez parte de minha história. ”

Luiz Rogério gosta de frequentar pubs com música ao vivo, preferencialmente rock, e de estar em contato da natureza. Além de incentivar encontros familiares. “Reunir uma família que estava distante, segregada e dividida, e hoje conta os dias para estar junto. Isso foi uma conquista para mim”, ele diz.

O ex-mackenzista conclui dizendo que gosta muito de ler e muitas dessas leituras o inspiram: “se eu pudesse fazer algo pelo mundo, talvez fosse escrever um livro que inspire as pessoas a tolerar e respeitar mais os outros. ” Ele acredita que o respeito ao próximo seja fundamental para uma sociedade melhor. “Quem sabe o livro poderia virar filme e assim atingir um público maior”, finalizou.

 

“Vai parecer clichê, mas a Redação Virtual me dava muito prazer de vir para cá. Todo dia que eu vinha ver meus colegas, foram momentos muito marcantes para mim. É algo que, de longe, foi a melhor coisa da faculdade” diz, com brilho nos olhos, Douglas Ono Uchida, 21, estudante do quinto semestre de Publicidade e Propaganda e ex-líder da Editoria Share Your Story.

O mackenzista optou pelo curso no Mackenzie pela sua posição no ranking de melhores faculdades, e também pela tradição da universidade. Após ingressar na graduação, ele observa o que mudou em sua vida: “Eu fiquei mais independente, comecei a correr mais atrás do que queria e das minhas responsabilidades, fazer projetos novos.”

Além disso, sua experiência na RV, o fez ficar mais atento e flexível às situações do cotidiano. “Aqui é muito família, trabalho em grupo, eu aprendi a estar mais aberto as pessoas e opiniões.”

Fora dos muros do Mackenzie, o jovem gosta de passar seu tempo assistindo a filmes no cinema e no Netflix, mas também, de explorar essa selva de pedra na qual vivemos. “Gosto muito de perambular por ai, andar em algum lugar em São Paulo com seus amigos e pensar ‘olha que lugar legal’.”

A capital paulistana não foi, porém, a única que Douglas desbravou. Seu intercâmbio para São Francisco possibilitou a prática do inglês, bem como conhecer uma cultura diferente. “É uma experiência muito boa. Por mais que eu tenha ficado só um mês, é o suficiente para pensar ‘Olha o quanto de mundo que eu não conheço’. Conhecia tudo pela tela, mas a vivência é totalmente diferente. Isso me fez abrir ainda mais a cabeça.”

Ao tentar se definir em uma frase, o futuro publicitário cita duas. A primeira delas “Não sei se você me entende…”, está relacionada a sua mente complexa, que possui pensamentos opostos ao mesmo tempo. Para ele, tais ideias fazem sentido, mas para as outras pessoas não.

A segunda é um trecho da letra de uma música. ‘We don’t have to talk. We don’t have to dance. We don’t have to smile. We don’t have to make friends. It’s so nice to meet you. Let’s never meet again.’(We don’t have to dance – Andy Black). De acordo com sua interpretação pessoal, a canção é sobre pessoas que não acrescentam nada em sua vida. “Era um momento em que eu estava criando filtros. Eu vi que você não me traz coisas legais, positivas, então fica do seu lado que eu fico no meu” reflete o mackenzista.

Texto e foto por: Beatriz Santiago

Para saber mais um pouco sobre o intercâmbio de Douglas, clique aqui 

“Talvez ela cumpra uma certa função, que as outras coisas não cumpram. Tem uma diferença de ferramentas, porque ela se adapta as situações” comenta Renato Modernell, 63, sobre a Literatura.

Jornalista, escritor e professor do Mackenzie, Modernell conta sobre a rotina de quando trabalhava em revistas. Ele já fez parte da redação da Quatro Rodas, Época, Caminhos da Terra e Cláudia. E, ao longo dos anos passou por diversas situações, bem como conheceu pessoas e lugares que o marcaram.

Desde a visita a usina atômica de Angra dos Reis, a cobertura de uma Copa do Mundo, e até mesmo uma entrevista com Jorge Luis Borges, o jornalista se mostra agradecido pelo que passou. “O jornalismo acaba dando um salvo-conduto, de você chegar nesses lugares, mesmo que o trabalho em si não seja tão importante. Foram muitos e eu sou grato. Acho que foi a profissão certa na hora certa.”

Atualmente, porém, ele está afastado das pautas e notícias. Pelo menos, diretamente. Afinal, ministra aulas no curso de jornalismo, e escreve livros. O próximo, inclusive, será uma coletânea de reportagens de viagens que fez.

Com relação ao papel de seus livros na sociedade, Modernell relata: “Meus livros não tem papel nenhum. São feitos de papel, mas não têm nenhum papel. Eu acho que a função dos meus livros é me dar satisfação em escrevê-los, se der a outros, é lucro.”

Já suas expectativas para a Literatura atual, em uma época em que o entretenimento parece prevalecer sobre a crítica social, ele comenta: “Isso eu acho que nem eu, nem ninguém tem uma noção clara dos tempos em que a gente vive. Essa época que estamos vivendo vai ser entendida melhor daqui 30, 40 anos. As coisas feitas para distração sempre existiram em todas as épocas, em grau que não conseguimos medir.”

Para ele, são as pessoas, mais especificamente, uma pequena parcela da população que faz a Literatura ser como é. “Todas as gerações possuem uma parcela pequena que acha que a vida não é um programa de auditório. Essas pessoas, embora com poder limitado estatisticamente, tem um poder residual, que é o que vai permanecer. Sempre têm essas pessoas. Não é só na Escandinávia, é na África também. Mesmo na época em que se lia mais, eram poucos os que liam. De repente acontece de 3 ou 4 em uma sala ler Saramago. Nos anos 70 também era assim.”

E deixa, ainda uma reflexão sobre a permanência das palavras. “As coisas se compõem. A literatura está há 2 mil anos fazendo isso, adaptando-se a uma coisa nova que chega, desde o papiro ao papel, depois a tela digital. Agora, as pessoas não contentes com isso, escrevem coisas na pele. Se a permanência daquilo que se escreve não fosse importante por alguma razão, então por que os jovens que ficam no Facebook o dia todo escrevem coisas na pele? Talvez por aflição de isso ser tão fácil de quebrar. A literatura representa a permanência de algo, como a tatuagem. Acho que não basta a rotação de imagens e palavras que a internet dá, precisamos de movimentos mais lentos. Você sabe que isso custa caro, que demora. Por que você faz então? Talvez porque acredite que têm certas coisas que precisam ficar mais tempo. O papel é a pele de todos.”

 

“Queria estar em São Paulo de qualquer jeito. Depois que vim conhecer o campus do Mackenzie, eu me apaixonei”, conta Julia Mello. A garota que veio de Piracicaba para a cidade grande, cursa Jornalismo e tem 21 anos.

Ex-líder da editoria de Moda da Redação Virtual, fala sobre suas experiências aqui dentro. Ela diz que a melhor delas foi organizar uma palestra sobre jornalismo de moda para o Mackenzie. Com sua própria dedicação, Julia trouxe grandes nomes da moda como a ex-diretora da Glamour e a diretora da Elle.

“Isso me deu ainda mais certeza da área que eu quero seguir. Também vi que as pessoas acreditam no meu potencial. Foi maravilhoso”. Ela considera essa palestra uma de suas maiores conquistas, mas ela possui um pensamento diferente: “trabalho com pequenos prazos e pequenas conquistas. Deixa a vida mais fácil e a gente menos frustrada”.

Ela disse que desde que veio para o Mackenzie ela sentiu que muita coisa mudou. “Ganhei mais confiança e passei a correr mais atrás do meu objetivo”, ela disse que antes era extremamente dependente de companhia pra tudo, hoje ela se sente mais autônoma.

Dentro da Redação Virtual, ela conta que também aprendeu a ouvir opiniões diferentes, a ter responsabilidades e a responder pelo nome de um grupo/empresa. “Foram os melhores meses da faculdade, entrar aqui mudou minha vida. Conheci pessoas que com certeza estarão pra sempre comigo”.

A mackenzista fala que seus hobbies contam com comer e consumir moda. “Nada me deixa mais feliz que uma boa hamburgueria e ler sobre moda”. E isso comprova seus lugares favoritos, que são restaurantes e outlets.

Uma garota que além da moda, se importa com as pessoas ao seu redor. “Uma ação que eu faria seria algo para as pessoas terem mais empatia umas com as outras. Isso com certeza mudaria o mundo”, finalizou a estudante.

“Aqui tem muitas pessoas e elas te acolhem mais. Querem conhecer mais sobre sua cultura” conta Zahra Kaebi, estudante do quarto semestre de Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior.

A mackenzista nasceu no Brasil. Sua família, por outro lado, é de origem iraquiana, e ela relata as diferenças que observa entre o local que mora, e o país natal de seus parentes. “Em comparação com o Iraque, aqui é muito limpo. É muito poluído lá, por conta da areia do deserto. E o quesito vestimenta e moda é muito mais rigoroso. Tem que usar uma espécie de capa.”

Além de ter visitado o Iraque, a jovem teve a oportunidade de conhecer a Inglaterra. Após terminar o ensino médio, Zahra e seu irmão rumaram a Eastborn, através de um programa de intercâmbio. A experiência fez com que ela praticasse o idioma, como também ajudou no processo de amadurecimento da estudante.

E hoje, a futura administradora de empresas, sonha em sair do Brasil. “A minha intenção era fazer faculdade fora do Brasil. Pelo menos um mestrado. Morar um tempo na Inglaterra, em qualquer lugar.”

Com relação aos seus gostos, a mackenzista comenta sobre seus hábitos de exercícios. “Eu fazia uma academia só de mulheres. Elas fechavam a cortina e eu podia tirar o lenço (hijab). É de circuito, mas tem umas atividades a mais como zumba e step.”

Apesar de usar hjiab, a jovem não abre mão das tendências de roupa da estação. “O hijab é uma parte de mim. Eu consigo mostrar quem eu sou…Tem uma frase que é algo como: ‘A moda é o que você faz dela.’  Você usa o que te faz sentir bem e confortável, não tem necessariamente que obedecer a uma regra para ser aceito.”

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