Share Your Story | Humans of Mackenzie

“ Por influência de parentes e após ver toda a história da fundação do mackenzie, achei que seria uma boa escolha. Também vi que era uma faculdade  super bem colocada no ranking da Folha”, diz Guilherme Pinheiro sobre o  Mackenzie.
O Paulistano de 18 anos começará o segundo semestre de Comércio Exterior e está feliz com sua decisão. Apesar disso ele explica: “pensava em direito até a data do vestibular, mas desisti pelo curso de jornalismo , no qual entrei cursei apenas a primeira etapa”. Ele conta o motivo pela troca: “escolhi meu curso baseado na internacionalização que seria possível posterior à conclusão deste”.
O mackenzista conta dos lugares que mais gosta no Mackenzie, entre eles estão:”prédio 45, o Rw, a capela, o bosque da arquitetura “. Ele também gosta de Higienópolis:”é um bairro super calminho é bom para passear”, complementa.
Ele gosta do agito de cidades grandes mas também gosta de paz. “tem vezes que só queria estar na frente do mar ou numa colina, enquanto tem outras que eu gostaria de estar bem  no meio de uma cidade grande, como São Paulo”, diz.
O estudante gosta de brincar. Responde:”eu engoli uma pedra com 6 anos, mas não sei se isso conta como loucura”, ao ser questionado de sua maior loucura.

Ele também fala das mudanças em sua vida após ter entrado na faculdade. “Me sinto mais livre para ir e vir, mais apto para tomar grandes decisões e e menos incomodado com pessoas ruins”. Além disso, o estudante conta do seus hobbies:”Gosto de várias coisas, estudar, pensar na vida, ouvir música e assistir a seriados.”
Por último, Guilherme fala sobre como poderia contribuir para a humanidade. “
Gostaria de conscientizar populações em estado precário, seja sobre precauções contra epidemias, até dar instruções sobre economia doméstica, empreendedorismo, controle populacional”. Ele fala de onde gostaria de realizar esses projetos:”em lugares distantes, como países africanos”.

“Uma visão de mundo para qual eu nunca sonhei em ser apresentada. Eu aprendi a enxergar o ser humano de uma forma mais profunda” diz Giseli Clarice Codjaian sobre sua experiência no Mackenzie há 30 anos. A paulistana de 47 anos entrou na faculdade de Direito com 17 anos e adorou o curso. Apesar disso, ela confessa: “eu queria medicina, mas fiz uma aposta com meu irmão, que eu ia passar no vestibular. Fiz um ano de faculdade com o cursinho e acabei me apaixonando pelo Direito e decidi terminar”.

Outras de suas paixões é o ballet clássico, que praticava quando era adolescente. “Eu amo o ballet porque ele faz você ser livre, mas precisa usar a regra para se expressar. No direito é a mesma coisa, você vai defender a liberdade usando regras”, compara a mackenzista.

Ela também explica a importância das regras, no ballet e para a sociedade: “O ballet, para ser perfeito, tem regras. E para você ser livre, poder quebrar um conceito ou um preconceito você precisa de uma regra que esteja acima de qualquer ser humano. A regra não vê cara, não vê bolso, cor de pele, não vê nada. E quando a gente respeita isso a gente consegue ter um pouco mais de justiça”.

Além disso, Giseli relembra com nostalgia seu lugar favorito dentro da Universidade: “O bosque do Direito, para mim ainda é o lugar mais maravilhoso do Mackenzie. Está no meio de uma cidade, é um oásis no meio da selva de pedras. Tem verde, tem passarinhos voando, é maravilhoso”. Fora da faculdade ela: “adorava ir a uma doceira tomar sorvete e pegar o carro para passear”.

Hoje, com três filhos, a antiga universitária sonha com o dia em que eles estarão formados. “É papo de velho, mas eu quero os meus filhos com diploma da faculdade e um emprego maravilhoso”, brinca ao ser questionada sobre o seu maior sonho. Mas ela também tem planos para o seu futuro: “Eu penso em fazer mais uma graduação, estou entre filosofia e psicologia, é mais provável que eu faça psicologia. Não fiz ainda porque só agora os meus filhos estão crescidos, vou respirar um pouco antes de fazê-la”.

Por último ela fala sobre um mundo melhor. “A gente não muda o mundo, ele é um desafio. Se ele não for assim, nós ficamos acomodados e não saímos da zona de conforto. Agora, podemos cada um de nós, mudar a si mesmo. Realmente o mundo está em uma crise moral, mas é a gente que começa mudando o nosso interior. E isso que faz a diferença”.

Texto por Arthur Gutierres

DIA 11 DE DEZEMBRO – DIA DO ARQUITETO E DO ENGENHEIRO

“O mundo só muda quando você muda.”. A frase anterior, do livro O Pequeno Príncipe, está sempre presente nos pensamentos de Ana Carolina Zambon. A estudante, com 19 anos, acaba de finalizar o 3º semestre do curso de Engenharia de Produção.

Nascida em Barueri, SP, Ana Carolina ingressou na Universidade Presbiteriana Mackenzie por ser uma das melhores faculdades para a sua área, segundo o ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Além disso, a aluna conseguiu bolsa de estudos, uma de suas grandes conquistas.

Ela, que conta: “Sempre tive o sonho de entrar no mundo acadêmico.”, no início pensava em atuar na Aeronáutica, ou em Automação. Apesar disso, diz ter se encontrado em Produção, e que todos os cursos que considerava anteriormente sempre foram relacionados à Engenharia.

A mackenzista sempre gostou de números e pessoas, e crê que seu curso estabelece essa conexão. Conta que, apesar da predominância de contas matemáticas, a parte de Gerenciamento e Gestão estão muito presentes. Assim, o curso corresponde a algo completo dentro do que a estudante buscava para ela.

Ana possui a característica da paciência, para ouvir os outros e entender a raiz das situações. Ela diz: “Normalmente as pessoas só consideram o próprio ponto de vista.”.  Por isso, se considera uma pessoa flexível, e que adquiriu maturidade e um novo olhar desde que entrou na faculdade.

Pensando mais à frente, ela conta sonhar com um intercâmbio e viagens que preencham sua lista de realizações. Também imagina-se aprendendo cada vez mais, como um 3º idioma, e trabalhando em uma empresa de sua área. “Loucura seria odiar todas as rosas porque um espinho te feriu.”. Esta segunda frase, também de O Pequeno Príncipe, mostra, por fim, um pouco dos ideais desta futura Engenheira, que tem muita garra e foco em seu caminho.

Texto por Isabela Cardoso Léo

“A minha força de vontade talvez seja diferenciada.” é o que diz o estudante de Publicidade e Propaganda do Mackenzie, Isaque Araújo Garcia, de 19 anos.
A decisão de se tornar publicitário talvez seja uma consequência de sua personalidade criativa. Sendo assim, Isaque não teve dúvidas na hora de optar por seu curso. A dificuldade porém foi na escolha da faculdade, na qual o aluno diz ter feito sua decisão devido à acessibilidade financeira da instituição.
O estudante do primeiro semestre conta um pouco de sua experiência dentro da faculdade, incluindo os novos amigos e pessoas que pôde conhecer. Também descreve brevemente a sensação de estar pela primeira vez no curso superior. “A faculdade se torna algo mais maduro. A forma que você conversa com as pessoas muda, a responsabilidade aumenta e tudo depende somente de você” diz o futuro publicitário.
Dentre seus hobbies, Isaque gosta de tocar violão, jogar videogame, sair com os amigos e gravar vídeos para o seu canal do YouTube, Minha Vida, que atualmente possui quase mil inscritos.
O estudante relata que atualmente divide o seu quarto com um colega, que ajuda a pagar o aluguel. Um de seus maiores desejos, portanto, seria o de possuir o próprio espaço. Algo que no momento não é possível, mas não deixa de ser um sonho do jovem.
Sobre suas maiores conquistas, o mackenzista citou o seu ingresso à faculdade, o qual ele considera um feito de tamanha importância em sua vida e um grande motivo de orgulho dentro de sua história.
Com relação a mudar o mundo, o youtuber diz não saber uma resposta, porém para mudar o seu país, Isaque conta que começaria com uma reformulação na política, fazendo determinadas alterações a fim de transformar o Brasil.
Hoje é o Dia da Propaganda! A Share já fez outros perfis com os futuros publicitários do Mackenzie. Confira clicando aqui.

 

DIA 30 DE NOVEMBRO: DIA DA AMIZADE BRASIL – ARGENTINA

Nascida em São Paulo, Isabella Stacchini completa, este ano, o 2º semestre do curso de Direito, no Mackenzie. A estudante, de 18 anos, conta sobre sua fase de escola, atual fase da faculdade, e suas projeções para o futuro.

Durante o Ensino Fundamental, Isabella diz ter se aproximado muito de seus colegas. Por ter estudado em uma escola pequena, com poucas pessoas por classe, ela relembra, com carinho, de sua amiga Jezabel, vinda da Argentina.

Apesar da distância, a mackenzista manteve contato. Ambas realizam visitas aos seus respectivos países, trocando ideias e aspectos culturais. A estudante lembra, especialmente, dos pratos típicos das regiões que visita, que são marcantes e interessantes para ela.

Já na faculdade, Isabella cita como uma ótima experiência a convivência com amigos de diferentes partes do Brasil, aumentando a diversidade dentro de seu curso. Ela teve a oportunidade de visitar Ribeirão Preto, cidade natal de sua colega, e traz boas recordações da recente viagem.

A estudante ingressou na Universidade pois ela oferece grande aprovação na OAB, e pelo Campus convidativo, entre outros aspectos. Ela conta: “percebi que as matérias que antes eram essencialmente teóricas, agora são muito mais práticas e aplicáveis.”. Isso torna, segundo ela, seu curso mais realista e empolgante, a motivando a ir sempre mais longe.

“Essa é para aqueles que sonham, por mais loucos que pareçam (Here’s to the ones who dream, as foolish as they may seem.).” Essa frase, do musical La La Land, é a que melhor representa os pensamentos de Isabella. Ela conta que possui um sonho de realizar trabalhos voluntários pelo mundo após o término de sua faculdade. A entrega de seu TCC, a prova da OAB, e seu estágio serão, também, importantes pontos de partida para coisas maiores que ainda estão por vir.

 

Texto por Isabela Cardoso Léo

Bethina Oger Garcia, nascida em São José do Rio Preto, é estagiária docente na Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Primeiro entrei como mestranda […] e decidi fazer estágio no próprio Mackenzie.”. Bethina diz que considera a Universidade excelente e de ponta, com ótimos professores. Ela atua na área de Publicidade, dando aula de Estéticas e Linguagens Midiáticas. Acrescenta que ama seu trabalho, e que é muito gratificante conviver e aprender com seus alunos.

A profissional se considera uma pessoa curiosa e eclética, qualidades que contam muito em seu meio de trabalho. Bethina cursou Moda, realizou pós-graduação em Negócios, e agora faz mestrado em Artes e Educação. Diz ser apaixonada pelo primeiro curso, em especial, sendo capaz de trabalhar com suas diversas vertentes.

Com gosto pelo tempo frio, e pela cultura e conhecimento, Bethina investe em viagens. Tem preferência por locais com temperaturas mais baixas no Brasil. Porém, quando possível, ela aproveita a oportunidade de conhecer novos museus, e realizar novos cursos no exterior. Ressalta, ainda, a Europa como um de seus destinos prediletos.

Além de suas viagens, ela conta – “minha maior conquista foi poder ter feito mestrado.”. Tendo, em seu percurso, possuído dificuldades de aprendizagem, de acordo com seus professores, Bethina comemora seu mestrado como um grande prêmio. Ele se consolida ao passo em que ela escreve um capítulo de um livro, chamado “Criatividade e Inovação na Arte, na Ciência e no Cotidiano.”.

Frente a tudo isso, a mestranda cita sua frase predileta e a coloca como motor para suas próximas vitórias. “Nunca desista, porque o poder da mente faz coisas incríveis, e se você acreditar, você consegue!”.

 

Texto por Isabela Cardoso Léo

”Os preconceitos estão enraizados, eles são culturais. Estão dentro das pessoas e tirar isso é muito difícil”, diz Aline Bernardes, 21 anos. A estudante do terceiro semestre do curso de jornalismo fala da escolha pelo Mackenzie: “ Me inscrevi para essa e outra faculdade porque aceitavam no meio do ano. Eu entrei com a ideia de cursar só meio semestre e sair porque achava que não ia aguentar.  Então, eu fui me apaixonando pelo curso. Conheci professores muito bons no primeiro semestre”.

Ela se refere à pressão que os alunos negros sofrem dentro de uma universidade. A mackenzista também comenta de como palestras sobre o tema e o Afro Mack a fizeram se sentir mais a vontade. “Teve palestras, várias coisas com questões negras e eu fui me ambientando”.

Apesar disso, ela comenta: “É claro que ainda é um ambiente um pouco hostil, não vou mentir. Mas como seria em qualquer outro ambiente, onde há predominantemente pessoas brancas.” Por isso, a importância de coletivos como o Afro Mack: “Ainda existem algumas pichações, alguns comentários, mas a gente consegue se ajudar, a gente luta junto. E isso é muito melhor do que se eu tivesse sozinha”.

Ela é uma pessoa comunicativa e com muitos amigos, conta que sempre está disposta a ajudá-los. “Todos que me conhecem falam, eu quero fazer todo mundo bem. Tem alguém com problema, eu quero resolvê-lo”. Mas não são só os problemas do seus amigos que ela quer resolver. “Eu falo vou mudar o mundo, não vai mais haver injustiça, aí eu me frustro. Porque, infelizmente, eu não consigo mudar o mundo sozinha”.

Por isso, ela escolheu uma frase de Drummond como uma de suas preferidas. “Eu tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. “ Essa frase  é de eu querer fazer muita coisa, mas eu tenho só duas mãos e eu não consigo abraçar todo mundo”, explica.

Ela também fala do seu futuro. “Fazendo o jornalismo alternativo, político de direitos humanos. Me imagino viajando. Até lá, eu pretendo fazer meus mochilões. Eu quero ir para o continente africano porque é muito ligado às minhas raízes. E também quero fazer um mochilão pela América do Sul”, responde ao ser questionada de como se imagina daqui 4 anos.

Além dos mochilões, ela pretende “pular de paraquedas, asa delta, conhecer o mundo todo, cobrir guerras”. Essas atividades são coisas que ela ainda gostaria de fazer.

“Se eu pudesse fazer um pedido, seria para acabar esses preconceitos, machismo, racismo, etc. É muito difícil viver em um mundo assim”, diz Aline sobre o que faria para mudar o mundo. Por ùltimo, ela conta do porquê escolheu jornalismo: “Acho que o  jornalismo  é um meio da gente expor, denunciar as coisas. Para alcançar outras pessoas e tentar diminuir alguns preconceitos que a sociedade tem, por isso escolhi jornalismo”.

Natália Pádua, 19 anos, fala um pouco sobre sua relação com a música. Nascida no interior de São Paulo, na cidade de Barretos. Ela diz ter escolhido estudar no Mackenzie pela infraestrutura e pelo posicionamento do curso de Jornalismo no mercado de trabalho. “O fato de ter me mudado do interior me fez crescer muito”, afirma.

A mackenzista toca violão, ukulele e guitarra, além de entender de outros instrumentos, como baixo, bateria e cajón. “Minha família sempre me influenciou a ser musicista, mas acabei optando pelo Jornalismo”, conta. Desde os 2 anos já se interessava por instrumentos musicais e com 6 anos de idade ganhou um violão, foi quando iniciou as aulas de música. “Faz 12 anos que toco instrumentos musicais e sou apaixonada por isso”, afirma.

Tem como hobbies ler, escrever, tocar violão, assistir séries e escrever poemas e já compôs 2 músicas. “Quando eu estava no 7º ano, eu criei uma banda no meu colégio. Todos os participantes eram da minha sala. Tinha 3 guitarristas, 1 violonista, 1 baixista e instrumentos de percussão”, conta. A banda era contratada para tocar em quermesses, eventos do colégio e até mesmo em praças públicas.

“Meu senso de humor e sempre tentar ver o lado positivo das coisas me torna uma pessoa diferente”, afirma. Por ser muito fã da banda 21 Pilots, tem como frase favorita um verso de uma música deles: “The sun will rise and we will try again”. Ela tem como objetivo de vida ser assessora de imprensa e, por isso, cursa Jornalismo.

Sobre as conquistas de sua vida, ela conta que dentre elas estão ter ido a Disney, mudar-se para São Paulo e entrar para o time de handball na atlética do Mackenzie. “No mundo falta muito amor, inclusive o amor próprio. Eu gostaria de ajudar as pessoas a encontrar o amor”, diz.

“Uma vez me perguntaram: se você pudesse escolher algo para ter na bolsa, o que escolheria? Eu respondi: um papel e uma caneta, assim não ficaria entediada”. É o que diz a estudante de Arquitetura e Urbanismo Gabriela Gonçalves Inomata, de 21 anos.

Natural de São Paulo, Zona Leste, a mackenzista possui um grande apego às atividades criativas, preferindo sempre que possível sair da rotina. A estudante conta que tem um grande apego por desenhos e que gosta bastante de depositar toda sua criatividade em um papel. “É algo que me deixa muito aliviada”, diz a aluna.

Gabriela, hoje está cursando o sexto semestre na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Relata que a princípio buscou outras faculdades, mas após fazer um ano de cursinho decidiu se matricular na UPM. Ainda diz estar gostando de sua escolha de maneira geral.

Com relação a suas experiências, a aluna conta sobre sua viagem à Argentina, onde ficou um mês para aprender espanhol. Embora tenha viajado com um grupo de desconhecidos, nada tirou sua satisfação de ter a realizado. “Isso é legal. É uma coisa que me enche”, conta a futura arquiteta.

A universitária menciona ainda seu grande interesse cultural. Sobre seus hobbies, Gabriela conta que visitava muito os museus da capital, principalmente o Centro Cultural de São Paulo. Aproveitando a localização do Mackenzie, a jovem conseguiu fazer diversos passeios culturais pela região. Algo que não possui uma grande abrangência no local em que ela mora.

Ao longo da entrevista, a aluna disse pensar bastante sobre como ela poderia mudar o mundo através de suas ações. A estudante acredita que com o seu curso, através da parte social, ela poderia realizar algo de grande ajuda para as pessoas necessitadas.

Durante a conversa, uma das perguntas foi em relação ao que a diferenciava das outras pessoas, e a jovem acredita que não existe uma característica, pois todos já possuem suas próprias diferenças individuais. “Todo mundo é uma pessoa única, isso é o incrível da vida e é algo com que todos deveriam saber lidar”, relata a estudante.

Confira o perfil de outra estudante de Arquitetura e Urbanismo no Mackenzie aqui.

A mackenzista de 18 anos, Laura Malvezzi, conta suas melhores lembranças, e também as expectativas para sua nova fase. Nascida em Salvador, na Bahia, a estudante se identifica muito com a praia, e diz ser seu lugar predileto. Apesar de sua terra natal, Laura morou em Campinas até este ano. Ao ser aprovada no Mackenzie, teve de se mudar para São Paulo, e diz ter amadurecido com os desafios de possuir maiores responsabilidades.

“Escolhi essa Universidade porque era a primeira no ranking das particulares.” Laura diz que depois de visitar o Campus Higienópolis, e conversar com pessoas de seu curso – Arquitetura e Urbanismo -, se sentiu segura com a grade de matérias e com a ideia dessa experiência. Atualmente, conta que gosta especialmente dos amigos que fez, e das pessoas que conheceu. Tendo sido essa convivência, portanto, uma das melhores partes até o momento.

Apesar de estar se adaptando a São Paulo, ela possui uma paixão pelas praias que visitou. “Pé na areia, água viva” é a frase através da qual se recorda das paisagens litorâneas. Laura relata que uma de suas maiores conquistas foi ter adquirido, com sua família, um lugar perto do mar. Lá, ela aprendeu a surfar, e passa grande parte de seu tempo livre. Com isso, diz: “meu sonho sempre foi fazer um mochilão por praias do Brasil”, e conta que quer aprender a fazer uma das comidas típicas da Bahia: o acarajé.

Além do gosto pela culinária, a estudante tem interesse pela dança. Ela pratica sapateado desde que tinha 6 anos. Entretanto, a frequência dos treinos diminuiu, devido à recente mudança de cidade e às tarefas da faculdade. Daqui para a frente, Laura se imagina bastante ocupada com o curso, porém contente com tudo que vêm ocorrido. Depois que se formar, seu trabalho tomará o lugar da faculdade, que, se tudo der certo, será “na praia, e não mais em São Paulo.”.

Texto por Isabela Cardoso

 

“Eu apoio muito a causa indígena. Desde a viagem que fiz e tive contato com os índigenas, gostaria de fazer alguma coisa por eles”, diz Raquel Cintra Pryzante sobre algo que poderia fazer para mudar o mundo. Ela é estudante de jornalismo e conta com alegria sobre uma viagem que fez como voluntária.

“Trabalhar durante uma semana em uma aldeia multiétinica, com nove tribos indígenas. Eu sempre gostei de viajar. Então em julho desse ano saí do estágio, juntei todo meu dinheiro e fui para Chapada dos Veadeiros”, afirma que essa experiência como voluntária em um evento indígena foi a sua maior loucura.

A mackenzista adora viajar. Se pudesse estaria viajando agora. “Para o Peru”, diz que esse é o lugar que gostaria de  conhecer. Ela tem um blog em que conta suas histórias de viagens. Conheça-o aqui. Ela pretende trabalhar com seu blog. “Me imagino viajando, já vou estar trabalhando com meu blog e escolhendo o lugar que mais combina comigo”, diz que é isso que pretende fazer daqui a quatro anos.

Ela também conta da sua escolha pelo Mackenzie: “Eu fazia PP e tinha escutado que aqui era bom, porque tem equipamentos, estrutura e professores qualificados”. Mas, a paulista mudou para Jornalismo. “Comecei a trabalhar com PP e vi que não tinha nada a ver comigo. Dentro do meu trabalho, eu precisava escrever então eu escrevia sobre viagem para o Catraca Livre, então decidi que jornalismo combina mais comigo.”

A blogueira, conta também, sobre suas mudanças após ter entrado na faculdade. “Eu amadureci em muitos aspectos. Aprendi muito. Comecei a me importar mais com o que eu queria para minha vida”. Ela já trabalhou no Mack Pro e diz que essa foi sua maior experiência no Mackenzie. “Eu pude fazer um programa de viagem  que chamava-se ‘Vamo Aí’”, diz.

Por último ela fala da importância de correr atrás dos sonhos. “Consegui o papel principal em Sonho de Uma Noite de Verão na minha escola”, revela que foi sua maior conquista. “Eu sou corajosa, me jogo nas experiências”.

Marcos Gabriel de Almeida, 22 anos, é estudante de jornalismo do 7º semestre. O mackenzista conta um pouco sobre sua rotina e o fim da sua graduação. Ele nasceu no interior de São Paulo, São José do Rio Preto. Mudou-se para a capital para cursar Jornalismo e ir em busca dos seus sonhos. “Escolhi o Mackenzie porque sempre foi meu sonho estudar lá”, diz.

 

“Minha melhor experiência no Mackenzie foi com toda certeza aproveitar todos os recursos que a faculdade me ofereceu para a minha formação como jornalista. E claro, os Jogos Universitários (JUCA)”, diz. Depois da mudança de cidade, o universitário diz que amadureceu muito e encontrou-se profissionalmente. Ele pretende fazer pós-graduação em criação de conteúdo, além de já estagiar na área de assessoria de imprensa na Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social.

“Acho que o que me diferencia das outras pessoas é o fato de ser mais descontraído e levar a vida um pouco mais leve”, conta. O mackenzista como hobbies escrever e comer. É apaixonado por hambúrguer. “A maiores loucuras da minha vida sempre foram com meus melhores amigos”, ele diz os amigos são muito importantes e preza por boas relações.

Sonha em conhecer a França e a Disney. Sobre suas conquistas, Marcos Gabriel diz que entrar na faculdade, conseguir um estágio e se tornar quem é hoje foram algumas delas. “Ainda estou em construção como pessoa. Mas sinto que tudo isso que tenho nos dias de hoje aconteceu graças a minha força de vontade e a minha família”, conclui.

“Por mais que exista muita vontade, o medo muitas vezes cega os nossos sonhos”, relata o mackenzista. Se pudesse ajudar o mundo, começaria matando a fome das pessoas. “Eu distribuiria comida para todo mundo e ninguém passaria fome. E claro, excluiria toda a violência e injustiça que existe”.

“As pessoas precisam de um pouco de paz no coração”, é o que diz o estudante do primeiro semestre de Jornalismo no Mackenzie, Leonardo Severo Simões Batista.
Nascido na capital paulista, característica que pode ser observada em sua fala, através do típico sotaque paulistano ao pronunciar a letra “r”. Leonardo escolheu estudar na Universidade Presbiteriana devido às referências de seus professores no Ensino Médio. Também por estar familiarizado com o local, pois seus avós moram na região onde se localiza a faculdade.

Contando sobre seus primeiros dias universitários, o estudante relatou estar notando uma diferença entre o ensino médio e o superior. “O ritmo é intenso, totalmente diferente da escola. Tem que ter compromisso”, é o que diz o futuro jornalista. Embora as atividades sejam cansativas, o aluno diz estar contente. Principalmente com suas novas amizades, com a qual ele possui uma forte união.

Uma de suas grandes experiências de vida foi ter participado de um programa de intercâmbio ao final de 2016. O futuro jornalista narra a sua experiência da maneira mais alegre possível. Deixa nítido a importância que essa vivência tem para ele.

Sua viagem foi para a Inglaterra, na zona sul de Londres. Foi recebido por uma família de norte-americanos que já moravam na capital inglesa há 15 anos. Mais de todas as atividades realizadas uma em especial chama a atenção. Em seu período de estadia, Leonardo atingiu a uma marca de 40 jogos de futebol assistidos no país.
“A cidade vive futebol e eu também, então isso ajudou muito”, relata o paulistano. Em uma de suas maiores aventuras no local, o jovem chegou a viajar 18 horas para assistir apenas a um jogo. “Talvez tenha sido uma grande loucura, mas valeu a pena”, conta o mackenzista.

Futebol é uma de suas maiores paixões, sendo assim, criou um canal no Youtube, no qual ele e mais um amigo fazem vlogs dos jogos, filmando as torcidas. A dupla já atingiu a marca de quase 700 inscritos em apenas um mês. Algo que só contribui cada vez mais para o desenvolvimento do projeto.
Como esperado, Leonardo pretende atuar na área esportiva, não importando o veículo. Afinal, unir seu emprego a sua grande paixão de certo seria um grande feito.

A Share Your Story já fez perfil de uma estudante de Arquitetura que viajou para Londres também. Clique aqui para verificar.

“Me lembro de ter achado o Mackenzie lindo, e os prédios muito bonitos!”. Salete Cardoso, formada em Engenharia Civil, conta sua experiência dando aula na Universidade. A profissional de 53 anos atualmente trabalha em um escritório de Engenharia, mas também já lecionou em salas de aula. Diz que quando estava no segundo ano da faculdade, deu aulas de DBase II, pois havia feito um curso.

Salete trabalhava no período da noite, juntamente com um amigo, ensinando para turmas de informática. Seu esforço a ajudou, na época, a pagar sua faculdade. Ela se recorda de andar pelos pátios iluminados, e de conhecer boas pessoas.

Possui, também, lembrança de comer na lanchonete Sujinho e lá conhecer um morador de rua, ao qual ofereceu assistência na volta à sua terra natal, Sergipe. A partir disso, conta que gostaria de ver mais igualdade social na realidade em que vivemos, além de maiores iniciativas de saúde para a população.

Relata que seu pensamento positivo sempre serviu de auxílio para alcançar seus objetivos. Incentiva a si mesma e aos que estão ao seu redor – como sua maior qualidade – a acreditar sempre no futuro, e que tudo dará certo. Paralelamente a isso, a frase que mais a marca é: “O conhecimento é como um jardim. Se não for cultivado, não pode ser colhido.”

“Feito girassol, ela vai em direção à luz buscando o calor da vida”, escolhe Luana Cunha de Figueiredo como sua frase preferida. A estudante de jornalismo não lembra de onde é essa frase. “Eu gosto muito de girassol, alguma pessoa me marcou nessa frase e eu gostei muito”, explica.

A frase pode dizer muito da personalidade da mackenzista. No primeiro semestre da faculdade, ela já se inscreveu como monitora do Mackenzie Day. “O Mackenzie Day foi uma aventura, fazia dois meses que entrei na faculdade e me colocaram para fazer um tour no Mackenzie, nem eu sabia direito onde eram as coisas”, diz em tom de brincadeira.

Apesar disso, ela conta que sua maior experiência no Mackenzie está sendo participar da Redação Virtual.”Estou tendo a oportunidade de colocar tudo em prática”, afirma.  Ela é da  Editoria Internacional e para ver um de seus posts, é só clicar aqui. 

A mackenzista de 18 anos sonha em viajar e conhecer o mundo. “Viajando para Califórnia”, responde ao ser questionada de algo que gostaria de estar fazendo. “Nunca fui para lá, mas acho muito bonito”, diz. Além da Califórnia, ela pretende conhecer a América Latina e fazer intercâmbio voluntário.

Aqui em São Paulo, ela gosta de frequentar shoppings. “Sou muito paulista”, brinca. No Mackenzie, ela costuma ir para o Diretório Acadêmico de Comunicação (Dacam) e para a biblioteca. “É mais tranquilo para estudar”, revela.

Ela ainda conta da sua maior conquista: “ter conseguido uma bolsa aqui dentro pelo Prouni”. Ela também fala que ter entrado na faculdade a fez amadurecer muito. “Não tem ninguém para ficar te cobrando”.

Por último, ela conta dos seus planos para o futuro. “Eu quero ter um emprego. Formada. Trabalhando na área de produção ou redação e pretendo estar morando sozinha”.

Luana também participou do evento de Doação de Cabelo em homenagem ao Outubro Rosa promovida pelo Dacam. Confira aqui a cobertura realizada pela Share Your Story.