Share Your Story | Humans of Mackenzie

“Queria estar em São Paulo de qualquer jeito. Depois que vim conhecer o campus do Mackenzie, eu me apaixonei”, conta Julia Mello. A garota que veio de Piracicaba para a cidade grande, cursa Jornalismo e tem 21 anos.

Ex-líder da editoria de Moda da Redação Virtual, fala sobre suas experiências aqui dentro. Ela diz que a melhor delas foi organizar uma palestra sobre jornalismo de moda para o Mackenzie. Com sua própria dedicação, Julia trouxe grandes nomes da moda como a ex-diretora da Glamour e a diretora da Elle.

“Isso me deu ainda mais certeza da área que eu quero seguir. Também vi que as pessoas acreditam no meu potencial. Foi maravilhoso”. Ela considera essa palestra uma de suas maiores conquistas, mas ela possui um pensamento diferente: “trabalho com pequenos prazos e pequenas conquistas. Deixa a vida mais fácil e a gente menos frustrada”.

Ela disse que desde que veio para o Mackenzie ela sentiu que muita coisa mudou. “Ganhei mais confiança e passei a correr mais atrás do meu objetivo”, ela disse que antes era extremamente dependente de companhia pra tudo, hoje ela se sente mais autônoma.

Dentro da Redação Virtual, ela conta que também aprendeu a ouvir opiniões diferentes, a ter responsabilidades e a responder pelo nome de um grupo/empresa. “Foram os melhores meses da faculdade, entrar aqui mudou minha vida. Conheci pessoas que com certeza estarão pra sempre comigo”.

A mackenzista fala que seus hobbies contam com comer e consumir moda. “Nada me deixa mais feliz que uma boa hamburgueria e ler sobre moda”. E isso comprova seus lugares favoritos, que são restaurantes e outlets.

Uma garota que além da moda, se importa com as pessoas ao seu redor. “Uma ação que eu faria seria algo para as pessoas terem mais empatia umas com as outras. Isso com certeza mudaria o mundo”, finalizou a estudante.

“Aqui tem muitas pessoas e elas te acolhem mais. Querem conhecer mais sobre sua cultura” conta Zahra Kaebi, estudante do quarto semestre de Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior.

A mackenzista nasceu no Brasil. Sua família, por outro lado, é de origem iraquiana, e ela relata as diferenças que observa entre o local que mora, e o país natal de seus parentes. “Em comparação com o Iraque, aqui é muito limpo. É muito poluído lá, por conta da areia do deserto. E o quesito vestimenta e moda é muito mais rigoroso. Tem que usar uma espécie de capa.”

Além de ter visitado o Iraque, a jovem teve a oportunidade de conhecer a Inglaterra. Após terminar o ensino médio, Zahra e seu irmão rumaram a Eastborn, através de um programa de intercâmbio. A experiência fez com que ela praticasse o idioma, como também ajudou no processo de amadurecimento da estudante.

E hoje, a futura administradora de empresas, sonha em sair do Brasil. “A minha intenção era fazer faculdade fora do Brasil. Pelo menos um mestrado. Morar um tempo na Inglaterra, em qualquer lugar.”

Com relação aos seus gostos, a mackenzista comenta sobre seus hábitos de exercícios. “Eu fazia uma academia só de mulheres. Elas fechavam a cortina e eu podia tirar o lenço (hijab). É de circuito, mas tem umas atividades a mais como zumba e step.”

Apesar de usar hjiab, a jovem não abre mão das tendências de roupa da estação. “O hijab é uma parte de mim. Eu consigo mostrar quem eu sou…Tem uma frase que é algo como: ‘A moda é o que você faz dela.’  Você usa o que te faz sentir bem e confortável, não tem necessariamente que obedecer a uma regra para ser aceito.”

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“As melhores lembranças que eu tive na faculdade, são as de ficar na praça de alimentação conversando com as minhas amigas, a gente sempre fica enrolando para voltar para casa, porque a conversa está muito boa” Letícia Garcia, 19 anos, cursa o terceiro semestre de jornalismo no Mackenzie. A futura jornalista ainda diz que escolheu a faculdade pela questão da proximidade e as oportunidades que ela poderia encontrar aqui.

Desde que entrou na faculdade, Letícia considera que mudou como pessoa, se considera menos tímida e mais confiante e que amadureceu muito nesse um ano e meio que cursa jornalismo. “O curso me fez entender o que é ser adulta e o que é ter responsabilidades, além de me ensinar muito sobre mim mesma”.

A mackenzista diz que em seu tempo livre adora ir ao cinema, ler, escrever, mas principalmente se dedicar a sua grande paixão: viajar. Ela conta que em uma de suas últimas viagens, ela e seu pai (que a própria o considera o melhor companheiro de viagem) foram para Hungria, Eslováquia e República Tcheca no auge do inverno de lá, mas ela diz que não poderia ter amado mais aquela experiência. “Sempre que alguém me pergunta sobre a viagem, eu falo que se a oportunidade de ir para esses lugares aparecer, você tem que agarrá-la e ir!”.

A garota já visitou dezessete países, mas não pensa em parar por ai, diz que ainda existem muitas culturas e lugares que ela quer conhecer em um futuro não tão distante.  Além de suas viagens, ela considera que uma de suas maiores conquistas foi ter tirado a carteira de motorista e também se orgulha muito de seu CAE (certificado de inglês avançado da Universidade de Cambrigde); “Eu sou muito orgulhosa disso pois eu ralei muito para conseguir passar na prova”.

Ela ainda diz que tem sempre muita certeza do que quer, isso a torna uma pessoa determinada, e se tem uma coisa que ela gostaria muito de fazer para mudar o mundo é ensinar as pessoas sobre o poder do amor próprio. “Eu acho que muita gente subestima esse tipo de amor, que pra mim é o mais importante. A gente vive tão melhor quando aprende o que é se amar, se aceitar e se melhorar”.

“Com certeza a estrutura do Mackenzie foi o que me fez vir pra cá”. Explica Julia Vieira Reis sobre a preferência pela faculdade. Agora no terceiro semestre de Jornalismo e com 18 anos, ela afirma que a universidade a transformou de diversas formas.

A menina que se considera muito falante, extrovertida e participativa, conta que é representante da sua sala e que faz parte do time de futsal do seu curso. Sua rotina por conta do time torna-se bastante corrida em dia de treino. “Vamos treinar no Ibirapuera toda segunda-feira à noite. Volto pra casa bem tarde e isso me deixa muito cansada. Mas, sei que no fim vale a pena”, afirma a mackenzista.

“Minha primeira aula de fotografia foi uma das melhores experiências que tive aqui dentro”. Para a estudante, foi um dos momentos em que conseguiu concretizar um dos seus sonhos. Intensificando ainda mais esse amor pelo ramo.

A garota diz que se sente mais madura desde que entrou pra faculdade. “Sinto que mudei muito e em vários sentidos. Mudei meu jeito de reagir às coisas, como enfrentar dificuldades e como lidar com as outras pessoas.”

Quando está sozinha gosta de frequentar lugares calmos que a façam refletir sobre ela mesma. “Sou extremamente apaixonada pelo céu.  Gosto de ir a ambientes em que eu possa observá-lo”. A mackenzista ainda nos conta que tem como hobbies tocar violão e cantar. “É algo que me acalma. É meu modo de expressão”.

Julia diz ter a necessidade de fazer as pessoas ao seu redor sorrirem. “Faço piadas e palhaçadas o tempo todo. Para vê-las rindo sempre”. A menina com grande coração diz que para conseguir mudar o mundo, ela mudaria a educação das pessoas. “Faria com que a educação do mundo melhorasse. Para assim termos uma sociedade mais igualitária, respeitosa e pacífica.”

A futura jornalista conclui dizendo sobre os seus sonhos. Os que ainda não fez, ela as considera como meta. “Todos os dias eu me esforço para chegar cada vez mais perto da realidade com eles.” Por exemplo, ela gostaria muito de se ver na televisão ou ouvir sua voz no rádio. Por isso ela caminha para chegar lá. “Se Deus colocou um sonho na sua cabeça, é porque ele sabe que você é capaz disso”, finaliza Julia.

“Sempre gostei do Mackenzie, do espaço, dos livros, a oportunidade de trabalho depois” relata Ernâni Diogo Modesto, 18 anos, cursando o primeiro semestre de Economia.

O jovem escolheu essa graduação após ter estudado educação financeira no colégio. O curso, que tinha ênfase em previdência privada, fez com que Ernâni se destacasse, levando-o a considerar uma profissionalização na área.

Antes do contato com tal assunto, o estudante pensava em se estabelecer no mundo da música. “Sempre cantei. Sempre tem aquela coisa que a gente faz que nos faz sentir melhor, sabe? Quando eu estou numa má situação eu canto e passa.”

O mackenzista, além de aulas de canto, iniciou um projeto de orquestra, na sua cidade natal, Jacareí, no qual teve contato com violino. Atualmente, faz educação musical no Mackenzie, para, futuramente, fazer parte do coral.

A arte na vida do futuro economista contribuiu também para um processo de descoberta própria, como a controlar seus sentimentos e a valorizar cada momento de sua vida.

Quando criança, por exemplo, o estudante passou por situações delicadas: sofria bullying na escola por estar acima do peso. “Eu era o garotinho gordinho que xingavam e eu não fazia nada. Pessoas que eu achava que eram meus amigos, na verdade não eram. Isso me afetava, mas tentava evitar o assunto e comprava balinha para eles, para continuar com a amizade.”

Já no ensino médio, o mackenzista teve sua primeira frustração amorosa. Hoje em dia, ele considera que apostou demais naquele relacionamento, mas, que isso foi de grande contribuição para seu amadurecimento.

E, recentemente, após um amigo próximo realizar uma cirurgia de remoção de tumor no cérebro, o jovem tem a declarar que: “A vida é única. Eu acho que a gente deve aproveitar os momentos e fazer o que gosta. Quando você vê o ano passou e não viveu nada… Tem que saber aproveitar os instantes menores. É isso que eu valorizo, os pequenos detalhes, conversar com alguém e a música.”

No meu segundo ano do colegial, meu pai me levou pra conhecer as faculdades aqui de São Paulo, e eu me apaixonei pelo Mackenzie” Carolina Torelli, 19, está no terceiro semestre de jornalismo, sendo que a tradição mackenzista vêm de família; sua tia se formou em Direito pela faculdade. A estudante ainda afirma ter encontrado sua vocação no curso de jornalismo.

Ela considera que uma das melhores experiências que ela teve na faculdade foi ter conhecidos os amigos, “eu estava passando um momento bem ruim na minha vida, e se eu não tivesse as amizades que fiz aqui, eu teria pirado.”. Mas além dos novos amigos, ela encontrou sua paixão nos programas de edição de vídeo e fotos. “Antes de entrar na faculdade, eu tinha o pensamento de que eu não iria conseguir fazer nada, mas eu percebi que eu consigo sim, e não me imagino fazendo outra coisa”.

Ela ainda conta que em uma das viagens que fez com seus amigos para praia, foi uma das experiências mais loucas que ela já passou, pois ela desceu a serra para chegar na praia, enquanto chovia “Foi desesperador na hora! Na hora eu fiquei preocupada, mas hoje eu dou risada ao lembrar”.

Além de sair com os amigos, a mackenzista vai sempre ao parque Ibirapuera com a família e ir ao cinema , assistir principalmente comédias românticas, “acho que eu sou meio romântica, mas eu curto muito também distopias, como Jogos Vorazes”.

E ela adora os animais, em sua casa na cidade natal, ela tem dois gatos, que ela diz sentir falta deles todo dia, e sempre quando volta pra casa, mata a saudade deles. O amor pelos animais é tanto que a menina diz que se pudesse fazer algo para mudar o mundo, ela faria que todos os animais, principalmente os gatos, pudessem ser adotados.

A menina ainda diz que se considera um pouco pessimista mas explica o porquê. “Eu acho que esse negócio de eu ser pessimista, eu lido melhor com as coisas, sabe? Tipo eu sempre espero o pior, por que quando acontece o melhor, eu fico muito feliz, acho que é uma boa técnica, pois nos dias de hoje tudo é muito pouco, e a gente sempre quer mais, eu sendo desse jeito, fico feliz com as pequenas coisas que acontecem na minha vida”.

Carolina diz que seu maior sonho é fazer intercâmbio, e que vai realizá-lo até o final do ano. “Eu já estou juntando dinheiro, eu vou com uma amiga, mas ainda não escolhemos o destino, mas sabemos que ou vamos para a Califórnia ou para Toronto”.

“Muita coisa mudou”. É a frase que Leonardo Formigari Gandolphi, jornalista, usou para definir sua experiência no Mackenzie. Formado em 2010 e com 29 anos, conta como veio para o Mackenzie, como foi estudar aqui e o que ele carrega até hoje.

O ex-mackenzista veio do interior de São Paulo. Ele disse que isso fez muita diferença na sua trajetória aqui. “Quando vim de Amparo para cá, eu tinha apenas 17 anos.” Considera que a sua maior mudança foi como pessoa. Hoje é muito mais maduro e diz que o Mackenzie contribui para isso. A universidade o influenciou em outros aspectos também.“Claro que também profissionalmente. Hoje trabalho na acessória/marketing da FIESP e não podia deixar de lado a importância da faculdade para que chegasse até aqui”, concluiu Leonardo.

Ele afirma que a sua melhor experiência aqui foi o Trabalho de Conclusão de Curso (TCC). “Eu e mais dois amigos realizamos um videodocumentário sobre a atuação da polícia militar nos clássicos do futebol paulista”. Durante a realização do trabalho, ele disse que frequentaram sedes das torcidas organizadas, ministério público, reuniões entre todas as parte envolvidas nos jogos, escoltas e operações da polícia.

“Além de todos os confrontos já conhecidos entre a torcida e a polícia, presenciamos um lado que poucos conhecem. Como a realização de projetos sociais e ajuda a comunidades carentes”. Ele diz que viveu isso devido o Mackenzie. “Foi uma experiência enriquecedora pessoalmente e profissionalmente”, concluiu.

Como jornalista, diz que gosta muito de ler e assistir filmes. Mas Leonardo também gosta muito do mar. “Essas são sem duvidas minhas grandes paixões, então procuro sempre estar perto”. Praticar esportes também faz parte dos seus hobbies, como fazer academia, correr e andar de bicicleta e skate.

Ao questioná-lo sobre o que ele se diferencia das outras pessoas, ele afirma que cada pessoa tem a sua particularidade. Para o jornalista, pensar em algo que as diferenciem seja irrelevante. “Prefiro acreditar que faço sempre o que acho correto. Independente das pessoas.”

“Eu não decidi estudar no Mackenzie, o Mackenzie me escolheu” diz Emily Nery, 18, cursando o terceiro semestre de Jornalismo. A mackenzista, que não imaginava que cursaria a graduação aqui, mudou de ideia um mês antes do vestibular, após ouvir bons comentários sobre o curso.

Ao ingressar na universidade, a jovem conta que amadureceu no aspecto social, graças ao jornalismo. “Acabei vendo os dois lados de cada história. Toda pessoa tem uma história por trás dela e é fácil julgá-las sem conhecê-las. Eu cresci no aspecto social, acabo prestando mais atenção antes de falar qualquer coisa.”

Algo que também a fez mudar como ser humano foi a sua maior loucura já feita: Intercâmbio para a Alemanha. “Sinto que não estava preparada e acabei tendo diversos problemas lá. Foi uma grande transformação na minha vida, para o lado bom e ruim. Me amadureceu muito, mas eu ainda considero que foi uma loucura porque eu não tinha certeza se realmente queria fazer isso.”

Com relação aos seus hobbies e gostos, a estudante comenta sobre sua paixão pelos esportes, a facilidade com a escrita, a indecisão entre ir para festas ou ficar em casa e a importância das suas amizades nos diversos momentos de sua vida. “Eu gosto muito de ter a companhia de alguém para fazer o que estou com vontade, ter um amigo de verdade comigo para qualquer coisa(…) Eu gosto também de escutá-los e me considero uma pessoa muito leal. Fico mal quando vejo que meus amigos estão mal. Às vezes sou meio chata com isso, mas realmente gosto de ver meus amigos bem.”

Sobre seus sonhos, a jovem deseja mochilar pela Europa. “Mochilar por ai, ficar uma noite em um hostel e no outro dia não saber para onde eu vou… Ter uma aventura não planejada.” E escrever um livro, que tenha uma mensagem significativa para seus leitores. “Eu tenho muita vontade de escrever um livro para ajudar as pessoas. Não um livro de auto ajuda, mas que tenha algumas mensagens que fiquem no subconsciente delas e as faça pensar nas atitudes que elas tomam. Já pensei em fazer trabalho voluntário, mas fazendo uma coisa que tenho mais aptidão e facilidade, também é um jeito de ajudar o outro.”

Não sei de onde veio isso, mas eu sempre quis arquitetura. Quando eu estava no ensino médio, comecei a pesquisar mais sobre o curso. Me interessei e decidi que era isso que eu queria. No final deu certo”. Natália Lacerda, 20 anos, cursa o terceiro semestre de arquitetura. Assim como seu amor pelo curso, é apaixonada pelo Mackenzie. Sempre foi sua primeira opção, além de seu sonho estudar aqui.

A menina ainda confessa que tinha um pouco de receio de dar errado sua escolha para o curso. Pois só seguiu seu amor pelo curso, sem saber ao certo o que poderia acontecer. “ Eu não tinha muita noção, só queria arquitetura, só que calhou que deu muito certo”.

Desde que entrou na faculdade, a mackenzista diz que muitas coisas em sua vida mudaram. Além de considerar que a melhor experiência de sua vida foi entrar no Mackenzie e ter conhecido o amor de sua vida, ela ama o que faz. “Trabalhar e estudar alguma coisa que eu gosto, que eu amo e me interesso. Porque na escola eu só fazia as coisas para passar de ano. Agora eu gosto do que eu faço. É muito clichê dizer isso, mas é aquela frase, se você trabalha com algo que você gosta, você não trabalha um dia da sua vida, e isso é real”.

Além do seu amor pela arquitetura, a garota no seu tempo livre gosta muito de ir ao cinema e a shows de suas bandas preferidas. Mas um hobbie que ela gostaria de voltar é o hipismo. “Pratico desde pequena, uma das minhas grandes vontades e voltar a montar, mas é um esporte muito caro”.

Natália encerra a entrevista dizendo que se pudesse fazer algo para mudar o mundo, uma palavra definiria: Empatia. “Quando alguém tenta se colocar no lugar do outro, isso ia mudar tudo, todos os problemas do mundo seriam resolvidos, se as pessoas se colocassem no lugar da outra.”

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Escrito por Paola Churchill

Estudante de Arquitetura e Urbanismo do 4º semestre, Larissa Henning de Paula de 20 anos, conta sobre sua experiência, mudanças e conquistas no Mackenzie.

Larissa diz ter escolhido o Mackenzie pois se identificou logo de cara com a faculdade e os alunos. Sentir-se assim foi o critério que a fez decidir que era para onde ela iria. Logo após duas semanas na faculdade, a mackenzista começou a namorar. Para ela foi a maior loucura que fez até agora.

Desde que ela ingressou no Mackenzie, a estudante sentiu sua rotina muito mais corrida. Das suas melhores experiências até agora ela diz ter sido ter participado do trote, da gincana de Arquitetura e Urbanismo e do Mosaico, algo que toma parte do seu tempo, por exemplo.

“Avenida Paulista, parques e shows” é a resposta sobre seus lugares favoritos de frequentar. Gosta da Avenida Paulista pois foi onde ela nasceu, por isso sente-se diferente ao passear por lá.

Entre seus hobbies preferidos, Larissa cita tocar violão. Fã de música, ela aproveita para falar da sua experiência no festival Lollapalooza desse ano. “Gostei muito. Fui para assistir The Weekend e as pistas eletrônicas. Apesar de ter decidido de última hora, deu tudo muito certo”.

Além da música, a mackenzista fala de outra paixão. As suas viagens. “Amo viajar, já fui para Londres, Escócia, Paris e Estados Unidos. E meu sonho atual é conhecer a Alemanha”.

Ela conclui a entrevista falando que sua maior conquista foi ter se aceitado como é. Se ela pudesse mudar algo no mundo, seria o pensamento das pessoas. “Fazer as pessoas aceitarem umas às outras sem julgá-las. Isso já seria um grande passo”.

Escrito por Isabelle Gandolphi

“A única coisa que eu consigo pensar em fazer um dia antes da OAB é correr. Para relaxar e parar de pensar na prova.” Diz Daniele Dias, 22 anos, estudante do nono semestre de Direito, em meio a um período de grande stress.

A mackenzista conta que a corrida está presente em sua vida desde a infância. “Eu corro desde os 9 anos. Comecei a correr por causa do meu pai. Quando meu pai corria, eu e minha irmã iamos contando no relógio. Na época era uma brincadeira, depois começamos a levar a sério.”

Após participar da São Silvestrinha (modalidade infantil de corrida) e conquistado medalha de terceiro lugar, a jovem continuou com a atividade física e hoje em dia corre 10km. Para ela, o incentivo ao esporte é algo que deve partir de casa, e ainda acrescenta: “Quando eu tiver filho, vai nascer fazendo esporte!”

Além da influência da atividade, Daniele conta que o Mackenzie a fez mudar em muitos aspectos. “Eu penso em quatro anos atrás e vejo que tudo mudou… Eu coloco o Mackenzie e tudo muda.”

Com 100% de bolsa, a conquista de uma faculdade particular significa muito para a mackenzista. “Quando eu prestei o vestibular, prestei só para testar mesmo. Não estava contando que ia dar certo. Não tinha noção de quanto era a mensalidade, de como era a forma de pagamento. Eu era meio desligada e não tinha condições financeiras para pagar.”

A bolsa filantrópica permitiu que a estudante conquistasse amizades novas, oportunidade no mercado de trabalho e até casa nova. Quando começou a cursar a universidade, a mobilidade pela cidade não estava fácil. O percurso diário de Grajaú até o Centro não funcionava. A solução que a jovem encontrou foi dividir uma república na rua do Mackenzie com mais cinco meninas.

Para ela, todos deveriam ter a mesma oportunidade de estudos. Como veio de escola pública, ela reconhece as dificuldades que um aluno pode passar para chegar onde ela está, mas o importante é não desistir. “Queria poder falar para as pessoas de escola pública que elas também vão conseguir. Eu não podia, mas tentei, dei um jeito, consegui e até hoje está dando certo.”

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Escrito por Beatriz Lia

“Quando eu descobri que no Mackenzie tinha um time de futsal feminino, eu não conseguia parar de sorrir”. É assim que Tami Gonçalves, estudante de 21 anos do sétimo semestre de biologia, começa a entrevista. Para ela, o esporte é algo que sempre lhe acompanhou e ainda lhe acompanha, trazendo muito prazer para sua vida.

A mackenzista é uma praticante nata de esportes. “Além de praticar futsal, eu estou no time de vôlei da faculdade. E por um bom tempo, pratiquei patinação artística, mas tive que escolher entre os treinos de vôlei e de patinação, e preferi o vôlei”. 

Tami ainda conta que se lesionou em um dos treinos de futsal, por isso vai ter que se manter afastada por um tempo. “Por enquanto, eu tenho que continuar com a perna engessada, mas se tudo der certo, logo eu volto pro campo”.

A maior incentivadora para que a menina seja tão ativa foi sua mãe que fazia Tami e seu irmão praticarem esportes desde pequenos. O amor pelo futebol é de família. “Em toda oportunidade, eu e minha família vamos ao jogo do São Paulo, até meu irmão que está fazendo faculdade em outro estado, em toda chance que têm, ele volta para vermos nosso time jogar”. 

Além de esportes, a mackenzista, conta que ama viajar, e que voltou faz pouco tempo de um intercâmbio para o Japão. “Fiquei três meses lá. Eu sabia muito pouco da língua, mas eu cresci muito como pessoa depois dessa experiência”. 

Para finalizar a entrevista, perguntamos a estudante o que ela faria para mudar o mundo. Para ela, o mais simples pode ser o mais eficaz. “Sabe, eu acho que a mudança está nos pequenos detalhes. Acredito  que se cada um mudar a maneira de pensar sobre algumas coisas, e aceitar mais o próximo, as coisas seriam bem melhores”.

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Escrito por Paola Churchill

Com 27 anos de idade, Danilo Augusto está na etapa final do curso de Economia no Mackenzie. No oitavo semestre, o estudante conta que o assunto de sua monografia é a Coreia do Sul, e como os investimentos em educação afetam o desenvolvimento do país como um todo. O tema foi escolhido por acaso, em meio a uma das aulas de sua grade curricular: “Eu não tinha ideia nenhuma do que fazer… É difícil, são raros os alunos que já tem ideia ao longo do curso. Foi em uma aula de Técnicas de Pesquisas Econômicas (que a decisão aconteceu). A professora deu a sugestão da Coreia do Sul, e eu pensei: ‘É sobre isso que quero falar.’”.

Sabendo qual graduação queria desde cedo, o mackenzista relata que sua opção ocorreu sem motivos muito aparentes. “Sempre soube, não sei como. Eu não sabia o que era direito, achei que era só aquilo que passava no jornal. Mas é muito mais abrangente, tem Sociologia, Direito, Administração, Matemática, Estatística.”

Com relação a sua forma de pensar, Danilo acredita que as suas matérias da faculdade têm agregado muito, e ele gostaria de continuar estudando na área. “O curso me ajudou. No vestibular sempre colocava outras opções como Administração e Comércio Exterior. Ao longo do curso tive aula de Direito. Gosto de assistir TV Justiça”, diz o jovem em meio a risadas. “Se eu tivesse a oportunidade de fazer outra graduação seria Direito ou Relações Internacionais.”

A Economia, porém, não é o seu único interesse. Em seu tempo livre, gosta de assistir a filmes no cinema e musicais de teatro. Rei Leão, Wicked, Shrek foram algumas das peças das quais ele estava presente na plateia.

Além disso, viajar é algo que o futuro economista aprecia: “Gosto de viajar com a minha família, minha esposa. Gosto de explorar.” Os destinos, de chácara de parentes a cruzeiros pela Argentina e Uruguai parecem poucos em comparação aos lugares que o estudante sonha conhecer. “Tenho vontade de ir para Fernando de Noronha, Gramado, Fortaleza, meu próximo projeto, e Brotas (para praticar esportes radicais). Fora do país tenho vontade de ir para Israel.”

Mas não só de momentos bons a vida de Danilo é composta até então. Na verdade, uma experiência de seis anos atrás o fez mudar completamente.

O mackenzista, que gostava de sair com seus amigos, em uma das festas que frequentou, sofreu um acidente. “A gente estava perto de um viaduto, eu escorreguei, cai da ponte em cima de uma obra. A sorte foi que os canos amorteceram a queda. Eu não lembro muito, não sentia dor, nem nada. Eu só me lembro de alguns momentos… Lembro que cai, bati a cabeça e quebrei os dentes.”

Após ficar internado e fazer tratamento dentário por um ano, o jovem encontrou duplo conforto, através de sua crença e do amor por sua atual esposa. Hoje, Danilo é engajado nas atividades de sua religião e está construindo uma família com sua companheira.

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Escrito por Beatriz Lia

 

“Escolhi Arquitetura porque amo arte, e o Mackenzie pela sua estrutura.” Foi a frase que a estudante Laura Zonato Eder de 18 anos, usou para começar a contar sobre as primeiras experiências no Mackenzie. No primeiro semestre, a tímida estudante de Arquitetura, nascida e criada em São Paulo, afirma que escolheu estudar no Mackenzie por conta de familiares que passaram por aqui.

Fã de hobbies tranquilos como fazer yoga, desenhar e estudar línguas, Laura está estudando alemão devido a origem de seu avô. “Meu avô era austríaco. Por isso, tenho cidadania também. Acho justo conhecer a língua e a cultura de lá por isso.”

Apesar de tímida, Laura acabou se abrindo de uma forma incrível. Contou sobre suas viagens pelo mundo e como se emocionou ao conhecer a Áustria. “Amo música clássica. Fomos a uma apresentação de Natal e foi algo emocionante para mim.”

A nova mackenzista não teve muitas experiências na faculdade ainda, porém o trote para ela foi uma das mais diferentes que ela viveu até agora. “O considerei tranquilo, porém acho que fui corajosa de encará-lo. Andar de metrô toda suja foi uma loucura.” Ela contou também que seus veteranos foram bastante atenciosos com os calouros durante a atividade.

Até agora, os projetos do seu curso foi o que mais a animou. “Gostei muito do projeto Mosaico e da Gincana de Arquitetura. Nunca havia visitado o centro, e conhece-lo com o Mackenzie foi muito especial para mim.” Laura explicou que o curso de Arquitetura realizou essa gincana para levar os alunos para conhecer o centro de São Paulo e seus prédios, como o Copan, Teatro Municipal e Terraço Itália.

As aulas de desenho durante o curso é um diferencial do Mackenzie na opinião dela. Sua aula preferida até agora é a de “desenho de expressão”, onde eles fazem desenhos com diferentes objetivos e de diversos jeitos.

Ela encerra a entrevista apresentando uma frase de uma música da banda nacional, Rubel. Laura considera essa frase inspiradora e deseja leva-la sempre. “E dizem que sorrindo ela entendeu, que a vida só se dá pra quem se deu.”

Conheça o portfólio do estudante de arquitetura Thiago Nakano, atual líder da editoria de arte

Escrito por Isabelle Gandolphi

No quinto semestre de Química, Isabella Guillermo, 20 anos, inicia a entrevista contando o motivo da escolha de seu curso. “Meu pai já gostava de Química. Era o sonho dele. Eu tive a oportunidade, sempre gostei e decidi fazer.” Já a decisão de cursar na Universidade Presbiteriana Mackenzie partiu do pressuposto de integração. “Eu acho que é uma faculdade que inclui muito as pessoas.”

Com a intenção de ser tornar perita no futuro, Isabella possui hoje uma visão diferente da sua graduação, e o que isso pode lhe oferecer. Além de ter mudado como ser humano, descobriu novos gostos com um maior contato com outros campos. “Descobri que gosto de outras áreas também. Estou gostando muito da parte de orgânica. E estou fazendo iniciação científica, de eletroquímica.”

Mas, sua paixão não é apenas pela faculdade. Em seu tempo livre, a jovem gosta de dançar. “Fiz 15 anos de ballet. Também danço hip-hop e contemporâneo.” E não dispensa uma boa balada.

De uma espontaneidade sem igual, como apontado por si própria: “Sempre falam que eu sou muito espontânea, falo o que dá na cabeça” ela ainda relata que seu sonho é pular de asa-delta, apesar do medo de altura; e como gostaria de ajudar aos animais. “Eu queria salvar todos os animaizinhos. De que jeito? Não sei, mas salvando.” Diz, em meio a risadas, a estudante de Química.

Ao se definir em uma frase: “De cabeça nas nuvens e os pés no chão” a mackenzista encerra a entrevista, deixando sua naturalidade transparecer.

 

Escrito por Beatriz Lia