Share Your Story | Humans of Mackenzie

Beatriz Freitas Veras Cruz é uma menina sonhadora. Ela está no terceiro semestre de jornalismo e almeja trabalhar com esportes. “Em 4 anos, eu me imagino trabalhando para conquistar meu lugar ao sol. Meu sonho, e o que seria o ideal pra mim, seria estar trabalhando em algum canal relacionado a esportes, ou até dentro da área de comunicação de algum time europeu”, conta.

A mackenzista ama futebol e torce para o São Paulo, apesar disso o seu ídolo é o Neymar. Gosta tanto do jogador que escolhe uma de suas frases como preferidas: “‘Tô’ chegando com os refris, rapaziada”. Além de assistir jogos, a estudante gosta de “escrever, ler, escutar música e ver muitos filmes”.

E foi, justamente a paixão pela leitura e escrita que a fez escolher jornalismo. “Eu escolhi meu curso porque gosto muito de ler, de escrever e sou curiosa”, diz. Seus livros preferidos são: O Menino do Pijama Listrado e O Apanhador no Campo de Centeio. “Não consigo escolher entre os dois”, revela. Outro motivo que a levou escolher jornalismo foi a abrangência da profissão. “Você pode trabalhar com os assuntos que quiser: de política a esportes”, continua.

No Mackenzie, ela já viveu bastante aventuras com seus amigos. A principal foi precisar refazer uma revista, que demorou seis meses para ficar pronta, em dez horas! Imagine o desespero delas quando viram que o trabalho não estava abrindo no computador… ” Ficamos (ela mais três amigas) das 10 da manhã até as 10 horas da noite fazendo o trabalho”, relembra. Mas, valeu a pena. Tantos trabalhos e experiências a fizeram amadurecer. “Cresci demais pessoalmente desde que entrei na faculdade. Sou mais madura e bem mais responsável”, responde ao ser questionada do que mudou desde a entrada na faculdade.

Bia, conta também, sobre seus lugares favoritos no Mackenzie:  “o bosque de arquitetura, a biblioteca e as praças de alimentação”, brinca. Já, fora da faculdade, seu lugar favorito é Riviera de São Lourenço. “Tinha um apartamento lá e sempre que eu posso, volto pra visitar meus amigos”. 

Por último, ela fala dos seus sonhos. “Um dos meus maiores sonhos, desde pequena, era entrar na faculdade”. Contudo, ainda existem sonhos que a estudante não pode realizar: “fazer um mochilão pela Europa e morar fora”. Entre sonhos realizados e almejados, Bia sonha com que todos sonham, um lugar ao sol.

 

 

Lucas Souza no Campus Higienópolis da UPM

Lucas Souza, estudante do curso de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, nos conta nesta entrevista sobre suas escolhas e suas lutas dentro do âmbito acadêmico. O estudante de 23 anos nasceu na Bahia e hoje mora na capital paulista. “Escolhi o curso pois tinha algumas facilidades, como a leitura e escrita, necessárias para realização do curso. Além disso, sempre gostei da ideia de ser um operador do Direito”, diz.

“A universidade mudou minha visão sobre muitas coisas, me deu uma estrutura teórica e crítica para entender o mundo e a sociedade”, diz o aluno. “O Mackenzie me permitiu ainda conhecer e fazer parte do Afromack, coletivo negro idealizado por alunos pertencentes à instituição”. O entrevistado diz que o coletivo lhe deu forças para continuar a frequentar o curso e a universidade. Quando Lucas foi aprovado no curso de Direito da UPM, não acreditou no que estava acontecendo e passou uma semana comemorando.

O estudante diz que já se decepcionou algumas vezes em relação à profissão, principalmente pela realidade que se encontra instalada no Brasil, em que muitas ferramentas do Direito têm sido usadas para a legitimação de absurdos. “Além disso, basta olhar com um pouco mais de crítica para o nosso complexo de leis, judiciário e tudo que compõe esse sistema que perceberemos que é através dele que se legitimam e perpetuam desigualdades em nosso país”, completa.

Gosta de ler, ouvir música, dançar e ver séries. Tem como aspiração de vida Annelise Keating, protagonista da série How to Get Away with a Muder, um seriado que trata de eventos envolvendo o curso de Direito. “Meu sonho é ver pessoas negras  e mulheres usufruindo dos mesmos direitos que os homens brancos privilegiados usufruem. E viver em uma sociedade melhor, este é o meu sonho”, afirma.

“Sempre gostei de esportes e de me comunicar, a partir daí eu vi a possibilidade de fazer jornalismo, me tornando um jornalista esportivo”. É o que diz Klauber de Souza Pavesi Barreto, 20 anos, estudante do segundo semestre de jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Nascido no Rio de Janeiro, sua decisão de vir para São Paulo estudar no Mackenzie veio através de pesquisas sobre o curso e as faculdades que ele poderia escolher. Sua escolha foi certeira. Prestes a completar 1 ano dentro da universidade, o estudante diz estar satisfeito. “Estou gostando bastante, é o que eu imaginava”, conta

Seus principais hobbies incluem jogar futebol, cozinhar e viajar. O carioca conta ter viajado bastante e ter um carinho especial por sua passagem pela Disney, junto com sua família, na época em que tinha 15 anos. Além disso, gosta também de ir aos estádios assistir jogos de futebol, ir ao cinema e assistir séries.

Torcedor do Flamengo, maior torcida do Rio, Klauber possui o sonho de narrar uma final do campeonato Mundial de Clubes entre Flamengo e Barcelona, algo que a princípio parece diferente, mas que saiu com grande entusiasmo da boca do futuro jornalista.

Por fim, após se formar, o mackenzista pretende se tornar narrador ou repórter da área esportiva. “É o que eu me vejo fazendo”, diz. Conta também que espera por um bom retorno financeiro, mas que isso não seria sua prioridade, pois ao estar trabalhando dentro da sua área de conforto, bastaria.

A Share Your Storie possui outros perfis de estudantes de jornalismo. Você pode conferir clicando aqui.

Eduarda Ramos da Silva, 18 anos, está no segundo semestre da faculdade e pretende ser jornalista. Ela é youtuber e conta com orgulho que é prounista. Ao ser questionada de como conseguiu a bolsa ela não perde tempo e se divulga: “eu tenho um vídeo no youtube falando sobre isso, lá eu conto toda a minha experiência e para ver é só clicar aqui“.

Ela faz parte da família RV e é a líder da da Faço Arte, para buscar inspirações a mackenzista gosta de frequentar o bosque da FAU. “Lá tem muita árvores e ambientes muito legais de se fotografar, além de ser bem confortável”, elogia. Para ela, o lugar é bom para se treinar fotografia e “é bem bonito ficar cercado de coisas verdes quando você mora em uma cidade cheia de prédios”.

A estudante fala das transformações que passou desde que entrou na faculdade: “eu aprendi a ver algumas pessoas de uma maneira diferente”, diz. Ela reflete sobre o  futuro e revela que pensa em fazer outra graduação: “talvez design, talvez artes visuais, talvez publicidade e propaganda”. Mas em relação ao com  o que estará trabalhando, ainda tem dúvidas.

Eduarda, conta também, sobre a experiência de ser representante de sala: “Eu gosto bastante de ser representante porque quando eu entrei na faculdade, eu entrei com o intuito de ser referência. Eu sei que eu tenho uma capacidade muito boa de me comunicar com os outros e sendo representante eu posso levar isso adiante e ajudar as pessoas de alguma maneira”.

Por último, Duda fala sobre a responsabilidade social do jornalista”O Brasil está passando por um momento muito polarizado e o jornalista é um formador de opinião. Então, se ele, por não ser imparcial falar a opinião dele, ele acaba influenciando pessoas, que influenciaram outras pessoas”. Ela também fala sobre empatia. “é muito importante o jornalista se colocar no lugar do outro e ver o que ele tem para falar”.

Para ver um post da Duda é só clicar aqui

Beatriz Miziara na UPM

A estudante de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Beatriz Miziara Gomes, 19 anos, está no 2º semestre do curso e conta o quanto se sente feliz com a faculdade e se sente segura para o futuro. “Cada dia que passa me apaixono mais pelo curso que escolhi. Os professores são incríveis e fazem as aulas serem mais incríveis ainda, o conteúdo torna-se algo com gostinho de quero mais”, diz.

Nascida na cidade de Barretos, interior de São Paulo, a universitária se mudou para a capital no primeiro semestre de 2017 e desde então passou a morar sozinha. ”A liberdade e independência são as melhores partes”, em contrapartida, Beatriz diz que ainda estranha um pouco o fato de morar sozinha e numa cidade completamente diferente de onde vem.

“Fiz um intercâmbio para a Flórida durante meu ensino médio. Conheci muita coisa, fiz grandes amigos que vou levar para a vida, além de ter um estilo de vida completamente diferente ao que tinha”. Em relação à faculdade, Beatriz conta que deseja estudar em Portugal num futuro próximo, na Universidade de Coimbra, por ter uma escola de direito bastante tradicional, de excelente qualidade e o Mackenzie oferece essa oportunidade. Ela também sonha em fazer um mochilão pela Europa para conhecer museus, ver várias perspectivas de arte e conhecer pontos históricos.

“Gosto muito de desenhar, pintar e grafitar, e sempre tive afinidade com artes plásticas, embora trate somente como um hobby”, conta. A entrevistada diz que sempre anda com um moleskine em mãos para nunca perder a oportunidade de expressar suas inspirações.

“Meu maior sonho é me sentir realizada em todos os aspectos. Poder estar satisfeita comigo mesma, com a minha vida profissional” e completa “estudar o que você gosta torna tudo mais fácil e mais simples”. Ela ainda diz que pretende fazer uma pós-graduação e um segundo curso universitário no futuro.

“A viagem da minha prima para os Estados Unidos foi algo que me incentivou bastante. A partir daí eu comecei a pensar na possibilidade de ir para fora do país”. É o que diz a estudante de direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie Ana Beatriz Braga Pinheiro, de 17 anos.

Nascida em Manaus, Beatriz veio de muito longe para estudar na UPM. Dentre as razões para a sua escolha, a aluna faz elogios à estrutura da universidade. “É uma universidade que tem tradição, com professores conhecidos e com uma grade muito boa”, cita a manauara.

O exterior é a paixão e a preferência da caloura. Possui uma vasta experiência em intercâmbios. Chegou a visitar três lugares diferentes: Canadá, Carolina do Norte e Inglaterra, onde fez cursos de liderança, que ensinam como tomar a iniciativa em dinâmicas em grupo.

Quanto ao seu curso, a estudante do primeiro semestre revela que passou por uma certa dúvida no momento de escolha. “A princípio eu queria cursar relações internacionais, mas ao longo dos anos eu percebi que o direito poderia me abrir um leque maior de possibilidades, eu teria a oportunidade de fazer direito internacional ou até mesmo seguir a área de diplomacia”, explica Beatriz.

Ainda sobre o direito, a estudante conta que tinha um certo receio sobre gostar da área, devido à fama por excesso de leitura no curso, mas foi uma questão solucionada logo no início do semestre graças à estrutura do Mack. “O Mackenzie dá um suporte muito grande ao aluno. Tem vários projetos e isso ajuda a motivar os estudantes”, relata a jovem.

Beatriz conta sobre seu gosto por esportes e cita ter participado de uma maratona em Manaus no ano de 2015. Também chegou a praticar vôlei e handball. No entanto, além de esportes seus hobbies incluem ir ao cinema e sair com a família e amigos.

Devido a sua experiência fora do pais, a aluna revela seus planos sobre fazer uma pós-graduação nos Estados Unidos, seu maior sonho.

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“É um curso que abrange várias áreas. Você pode escolher entre esportes, política, cinema, entre outros. Essa diversidade me agrada” é o que diz sobre seu curso o novo estudante de jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie Pedro Carrijo Cunha Shimabuku, de 18 anos.
Nascido em Presidente Prudente, localizada no oeste paulista, o aluno do primeiro semestre do Centro de Comunicação e Letras da UPM diz estar se adaptando às aulas e acima disso estar aproveitando e desenvolvendo uma afeição ao jornalismo. “Tem sido tudo bem tranquilo. Estou gostando bastante” relata Pedro.
Além de estar desfrutando do curso, o prudentino conta que apesar do pouco tempo de experiência, já consegue enxergar um amadurecimento pessoal e isso graças as suas novas obrigações. “A faculdade te dá mais responsabilidades, então você cresce bem mais rápido” diz o mackenzista.
Dentre seus hobbies, o futuro jornalista aprecia filmes, esportes, música e livros. Consequentemente um dos lugares que mais gosta de frequentar é o cinema, porém o aluno conta que não considera ficar em casa uma má opção.
Sobre seus planos, Pedro encontra-se dividido. Por gostar tanto de esportes quanto de cinema, não sabe qual das duas áreas vai se especializar após a graduação, mas isso não tira o seu otimismo quando pensa sobre o assunto. “Após me formar quero arranjar um bom lugar para trabalhar, independente da área. Apenas um lugar no qual eu consiga ser feliz e me estabelecer” conta o estudante.
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     Marcela de Oliveira, 19 anos, estudante de Jornalismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie conta suas experiências de trabalho voluntário na época do natal. Ela conta com a contribuição de terceiros para realizar as atividades de filantropia, pedindo doações de brinquedos para sua família e quem mais quiser ajudar.
         “Costumo ir em comunidades e no ‪centro de São Paulo para‬ fazer as doações”. Além do natal, ela sempre tenta realizar essas ações em datas comemorativas, como o dia das crianças. “Neste ano, resolvemos fazer da seguinte forma: procuramos por pessoas que queriam ajudar e fomos atrás de quem pudesse custear presentes para as crianças de um orfanato”.
         Marcela conta que esses trabalhos que ela realiza são muito importantes para seu crescimento pessoal. “Eu me apeguei muito no último ‘afilhado’ que tive”, diz. Os afilhados são as crianças que ficam sob a custódia de alguém disposto a dar um presente a ele.
          No dia da entrega dos presentes, acontecem gincanas e brincadeiras com as crianças do orfanato. Nem todas as crianças são órfãs, assim como nem todas são do orfanato, algumas só estão lá a fim de ganhar o presente de natal.
        A entrevistada diz que está gostando bastante do curso de jornalismo. “Ele superou todas as minhas expectativas e me trás cada vez mais certeza que é isso o que quero fazer pra vida”.
         “A faculdade mudou meu estilo de vida no sentido de ter maior responsabilidade, certezas e foco. Comecei a ser uma pessoa com decisões mais fortes e dar início a minha independência, além de conhecer pessoas incríveis e estar em um ambiente ótimo”, termina.
Texto por Guilherme Annis 

“ Por influência de parentes e após ver toda a história da fundação do mackenzie, achei que seria uma boa escolha. Também vi que era uma faculdade  super bem colocada no ranking da Folha”, diz Guilherme Pinheiro sobre o  Mackenzie.
O Paulistano de 18 anos começará o segundo semestre de Comércio Exterior e está feliz com sua decisão. Apesar disso ele explica: “pensava em direito até a data do vestibular, mas desisti pelo curso de jornalismo , no qual entrei cursei apenas a primeira etapa”. Ele conta o motivo pela troca: “escolhi meu curso baseado na internacionalização que seria possível posterior à conclusão deste”.
O mackenzista conta dos lugares que mais gosta no Mackenzie, entre eles estão:”prédio 45, o Rw, a capela, o bosque da arquitetura “. Ele também gosta de Higienópolis:”é um bairro super calminho é bom para passear”, complementa.
Ele gosta do agito de cidades grandes mas também gosta de paz. “tem vezes que só queria estar na frente do mar ou numa colina, enquanto tem outras que eu gostaria de estar bem  no meio de uma cidade grande, como São Paulo”, diz.
O estudante gosta de brincar. Responde:”eu engoli uma pedra com 6 anos, mas não sei se isso conta como loucura”, ao ser questionado de sua maior loucura.

Ele também fala das mudanças em sua vida após ter entrado na faculdade. “Me sinto mais livre para ir e vir, mais apto para tomar grandes decisões e e menos incomodado com pessoas ruins”. Além disso, o estudante conta do seus hobbies:”Gosto de várias coisas, estudar, pensar na vida, ouvir música e assistir a seriados.”
Por último, Guilherme fala sobre como poderia contribuir para a humanidade. “
Gostaria de conscientizar populações em estado precário, seja sobre precauções contra epidemias, até dar instruções sobre economia doméstica, empreendedorismo, controle populacional”. Ele fala de onde gostaria de realizar esses projetos:”em lugares distantes, como países africanos”.

“Uma visão de mundo para qual eu nunca sonhei em ser apresentada. Eu aprendi a enxergar o ser humano de uma forma mais profunda” diz Giseli Clarice Codjaian sobre sua experiência no Mackenzie há 30 anos. A paulistana de 47 anos entrou na faculdade de Direito com 17 anos e adorou o curso. Apesar disso, ela confessa: “eu queria medicina, mas fiz uma aposta com meu irmão, que eu ia passar no vestibular. Fiz um ano de faculdade com o cursinho e acabei me apaixonando pelo Direito e decidi terminar”.

Outras de suas paixões é o ballet clássico, que praticava quando era adolescente. “Eu amo o ballet porque ele faz você ser livre, mas precisa usar a regra para se expressar. No direito é a mesma coisa, você vai defender a liberdade usando regras”, compara a mackenzista.

Ela também explica a importância das regras, no ballet e para a sociedade: “O ballet, para ser perfeito, tem regras. E para você ser livre, poder quebrar um conceito ou um preconceito você precisa de uma regra que esteja acima de qualquer ser humano. A regra não vê cara, não vê bolso, cor de pele, não vê nada. E quando a gente respeita isso a gente consegue ter um pouco mais de justiça”.

Além disso, Giseli relembra com nostalgia seu lugar favorito dentro da Universidade: “O bosque do Direito, para mim ainda é o lugar mais maravilhoso do Mackenzie. Está no meio de uma cidade, é um oásis no meio da selva de pedras. Tem verde, tem passarinhos voando, é maravilhoso”. Fora da faculdade ela: “adorava ir a uma doceira tomar sorvete e pegar o carro para passear”.

Hoje, com três filhos, a antiga universitária sonha com o dia em que eles estarão formados. “É papo de velho, mas eu quero os meus filhos com diploma da faculdade e um emprego maravilhoso”, brinca ao ser questionada sobre o seu maior sonho. Mas ela também tem planos para o seu futuro: “Eu penso em fazer mais uma graduação, estou entre filosofia e psicologia, é mais provável que eu faça psicologia. Não fiz ainda porque só agora os meus filhos estão crescidos, vou respirar um pouco antes de fazê-la”.

Por último ela fala sobre um mundo melhor. “A gente não muda o mundo, ele é um desafio. Se ele não for assim, nós ficamos acomodados e não saímos da zona de conforto. Agora, podemos cada um de nós, mudar a si mesmo. Realmente o mundo está em uma crise moral, mas é a gente que começa mudando o nosso interior. E isso que faz a diferença”.

Texto por Arthur Gutierres

DIA 11 DE DEZEMBRO – DIA DO ARQUITETO E DO ENGENHEIRO

“O mundo só muda quando você muda.”. A frase anterior, do livro O Pequeno Príncipe, está sempre presente nos pensamentos de Ana Carolina Zambon. A estudante, com 19 anos, acaba de finalizar o 3º semestre do curso de Engenharia de Produção.

Nascida em Barueri, SP, Ana Carolina ingressou na Universidade Presbiteriana Mackenzie por ser uma das melhores faculdades para a sua área, segundo o ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes). Além disso, a aluna conseguiu bolsa de estudos, uma de suas grandes conquistas.

Ela, que conta: “Sempre tive o sonho de entrar no mundo acadêmico.”, no início pensava em atuar na Aeronáutica, ou em Automação. Apesar disso, diz ter se encontrado em Produção, e que todos os cursos que considerava anteriormente sempre foram relacionados à Engenharia.

A mackenzista sempre gostou de números e pessoas, e crê que seu curso estabelece essa conexão. Conta que, apesar da predominância de contas matemáticas, a parte de Gerenciamento e Gestão estão muito presentes. Assim, o curso corresponde a algo completo dentro do que a estudante buscava para ela.

Ana possui a característica da paciência, para ouvir os outros e entender a raiz das situações. Ela diz: “Normalmente as pessoas só consideram o próprio ponto de vista.”.  Por isso, se considera uma pessoa flexível, e que adquiriu maturidade e um novo olhar desde que entrou na faculdade.

Pensando mais à frente, ela conta sonhar com um intercâmbio e viagens que preencham sua lista de realizações. Também imagina-se aprendendo cada vez mais, como um 3º idioma, e trabalhando em uma empresa de sua área. “Loucura seria odiar todas as rosas porque um espinho te feriu.”. Esta segunda frase, também de O Pequeno Príncipe, mostra, por fim, um pouco dos ideais desta futura Engenheira, que tem muita garra e foco em seu caminho.

Texto por Isabela Cardoso Léo

“A minha força de vontade talvez seja diferenciada.” é o que diz o estudante de Publicidade e Propaganda do Mackenzie, Isaque Araújo Garcia, de 19 anos.
A decisão de se tornar publicitário talvez seja uma consequência de sua personalidade criativa. Sendo assim, Isaque não teve dúvidas na hora de optar por seu curso. A dificuldade porém foi na escolha da faculdade, na qual o aluno diz ter feito sua decisão devido à acessibilidade financeira da instituição.
O estudante do primeiro semestre conta um pouco de sua experiência dentro da faculdade, incluindo os novos amigos e pessoas que pôde conhecer. Também descreve brevemente a sensação de estar pela primeira vez no curso superior. “A faculdade se torna algo mais maduro. A forma que você conversa com as pessoas muda, a responsabilidade aumenta e tudo depende somente de você” diz o futuro publicitário.
Dentre seus hobbies, Isaque gosta de tocar violão, jogar videogame, sair com os amigos e gravar vídeos para o seu canal do YouTube, Minha Vida, que atualmente possui quase mil inscritos.
O estudante relata que atualmente divide o seu quarto com um colega, que ajuda a pagar o aluguel. Um de seus maiores desejos, portanto, seria o de possuir o próprio espaço. Algo que no momento não é possível, mas não deixa de ser um sonho do jovem.
Sobre suas maiores conquistas, o mackenzista citou o seu ingresso à faculdade, o qual ele considera um feito de tamanha importância em sua vida e um grande motivo de orgulho dentro de sua história.
Com relação a mudar o mundo, o youtuber diz não saber uma resposta, porém para mudar o seu país, Isaque conta que começaria com uma reformulação na política, fazendo determinadas alterações a fim de transformar o Brasil.
Hoje é o Dia da Propaganda! A Share já fez outros perfis com os futuros publicitários do Mackenzie. Confira clicando aqui.

 

DIA 30 DE NOVEMBRO: DIA DA AMIZADE BRASIL – ARGENTINA

Nascida em São Paulo, Isabella Stacchini completa, este ano, o 2º semestre do curso de Direito, no Mackenzie. A estudante, de 18 anos, conta sobre sua fase de escola, atual fase da faculdade, e suas projeções para o futuro.

Durante o Ensino Fundamental, Isabella diz ter se aproximado muito de seus colegas. Por ter estudado em uma escola pequena, com poucas pessoas por classe, ela relembra, com carinho, de sua amiga Jezabel, vinda da Argentina.

Apesar da distância, a mackenzista manteve contato. Ambas realizam visitas aos seus respectivos países, trocando ideias e aspectos culturais. A estudante lembra, especialmente, dos pratos típicos das regiões que visita, que são marcantes e interessantes para ela.

Já na faculdade, Isabella cita como uma ótima experiência a convivência com amigos de diferentes partes do Brasil, aumentando a diversidade dentro de seu curso. Ela teve a oportunidade de visitar Ribeirão Preto, cidade natal de sua colega, e traz boas recordações da recente viagem.

A estudante ingressou na Universidade pois ela oferece grande aprovação na OAB, e pelo Campus convidativo, entre outros aspectos. Ela conta: “percebi que as matérias que antes eram essencialmente teóricas, agora são muito mais práticas e aplicáveis.”. Isso torna, segundo ela, seu curso mais realista e empolgante, a motivando a ir sempre mais longe.

“Essa é para aqueles que sonham, por mais loucos que pareçam (Here’s to the ones who dream, as foolish as they may seem.).” Essa frase, do musical La La Land, é a que melhor representa os pensamentos de Isabella. Ela conta que possui um sonho de realizar trabalhos voluntários pelo mundo após o término de sua faculdade. A entrega de seu TCC, a prova da OAB, e seu estágio serão, também, importantes pontos de partida para coisas maiores que ainda estão por vir.

 

Texto por Isabela Cardoso Léo

Bethina Oger Garcia, nascida em São José do Rio Preto, é estagiária docente na Universidade Presbiteriana Mackenzie. “Primeiro entrei como mestranda […] e decidi fazer estágio no próprio Mackenzie.”. Bethina diz que considera a Universidade excelente e de ponta, com ótimos professores. Ela atua na área de Publicidade, dando aula de Estéticas e Linguagens Midiáticas. Acrescenta que ama seu trabalho, e que é muito gratificante conviver e aprender com seus alunos.

A profissional se considera uma pessoa curiosa e eclética, qualidades que contam muito em seu meio de trabalho. Bethina cursou Moda, realizou pós-graduação em Negócios, e agora faz mestrado em Artes e Educação. Diz ser apaixonada pelo primeiro curso, em especial, sendo capaz de trabalhar com suas diversas vertentes.

Com gosto pelo tempo frio, e pela cultura e conhecimento, Bethina investe em viagens. Tem preferência por locais com temperaturas mais baixas no Brasil. Porém, quando possível, ela aproveita a oportunidade de conhecer novos museus, e realizar novos cursos no exterior. Ressalta, ainda, a Europa como um de seus destinos prediletos.

Além de suas viagens, ela conta – “minha maior conquista foi poder ter feito mestrado.”. Tendo, em seu percurso, possuído dificuldades de aprendizagem, de acordo com seus professores, Bethina comemora seu mestrado como um grande prêmio. Ele se consolida ao passo em que ela escreve um capítulo de um livro, chamado “Criatividade e Inovação na Arte, na Ciência e no Cotidiano.”.

Frente a tudo isso, a mestranda cita sua frase predileta e a coloca como motor para suas próximas vitórias. “Nunca desista, porque o poder da mente faz coisas incríveis, e se você acreditar, você consegue!”.

 

Texto por Isabela Cardoso Léo

”Os preconceitos estão enraizados, eles são culturais. Estão dentro das pessoas e tirar isso é muito difícil”, diz Aline Bernardes, 21 anos. A estudante do terceiro semestre do curso de jornalismo fala da escolha pelo Mackenzie: “ Me inscrevi para essa e outra faculdade porque aceitavam no meio do ano. Eu entrei com a ideia de cursar só meio semestre e sair porque achava que não ia aguentar.  Então, eu fui me apaixonando pelo curso. Conheci professores muito bons no primeiro semestre”.

Ela se refere à pressão que os alunos negros sofrem dentro de uma universidade. A mackenzista também comenta de como palestras sobre o tema e o Afro Mack a fizeram se sentir mais a vontade. “Teve palestras, várias coisas com questões negras e eu fui me ambientando”.

Apesar disso, ela comenta: “É claro que ainda é um ambiente um pouco hostil, não vou mentir. Mas como seria em qualquer outro ambiente, onde há predominantemente pessoas brancas.” Por isso, a importância de coletivos como o Afro Mack: “Ainda existem algumas pichações, alguns comentários, mas a gente consegue se ajudar, a gente luta junto. E isso é muito melhor do que se eu tivesse sozinha”.

Ela é uma pessoa comunicativa e com muitos amigos, conta que sempre está disposta a ajudá-los. “Todos que me conhecem falam, eu quero fazer todo mundo bem. Tem alguém com problema, eu quero resolvê-lo”. Mas não são só os problemas do seus amigos que ela quer resolver. “Eu falo vou mudar o mundo, não vai mais haver injustiça, aí eu me frustro. Porque, infelizmente, eu não consigo mudar o mundo sozinha”.

Por isso, ela escolheu uma frase de Drummond como uma de suas preferidas. “Eu tenho apenas duas mãos e o sentimento do mundo”. “ Essa frase  é de eu querer fazer muita coisa, mas eu tenho só duas mãos e eu não consigo abraçar todo mundo”, explica.

Ela também fala do seu futuro. “Fazendo o jornalismo alternativo, político de direitos humanos. Me imagino viajando. Até lá, eu pretendo fazer meus mochilões. Eu quero ir para o continente africano porque é muito ligado às minhas raízes. E também quero fazer um mochilão pela América do Sul”, responde ao ser questionada de como se imagina daqui 4 anos.

Além dos mochilões, ela pretende “pular de paraquedas, asa delta, conhecer o mundo todo, cobrir guerras”. Essas atividades são coisas que ela ainda gostaria de fazer.

“Se eu pudesse fazer um pedido, seria para acabar esses preconceitos, machismo, racismo, etc. É muito difícil viver em um mundo assim”, diz Aline sobre o que faria para mudar o mundo. Por ùltimo, ela conta do porquê escolheu jornalismo: “Acho que o  jornalismo  é um meio da gente expor, denunciar as coisas. Para alcançar outras pessoas e tentar diminuir alguns preconceitos que a sociedade tem, por isso escolhi jornalismo”.