Share Your Story | Humans of Mackenzie

Letícia Pereira Dias é estudante do primeiro semestre do curso de Direito no Mackenzie. A aluna de 18 anos, que nasceu no Rio de Janeiro, mas mora em São Paulo, já cogitou prestar Psicologia. Isso se deve ao seu diferencial que consiste em escutar e querer entender melhor a dor dos outros e as coisas pelas quais cada um passou. “Caminha que a vida te encontra”. Essa é a frase que inspira a estudante a ser quem ela é.

Ao ingressar na Universidade Presbiteriana Mackenzie, escolhida, principalmente, pela qualidade de ensino, Letícia conta que já viveu experiências memoráveis. Desde o próprio dia em que entrou na Universidade, até ter contato com grandes advogados. Ainda, diz: “tudo o que aprendi tem ajudado no meu processo de amadurecimento.”

A mackenzista escolheu o curso sabendo que teria que realizá-lo com muita dedicação e esforço, mas que a recompensa viria. Ela se imagina, daqui a 4 anos, trabalhando em um escritório e se preparando para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Tal prova é muito importante quando inserida na área em que atuará.

Pensando no futuro como profissional, Letícia tem o desejo compartilhado por muitos brasileiros. Deseja erradicar o máximo da miséria contida no mundo em que vivemos. Além disso, pensa que seus estudos, a longo prazo, podem contribuir de alguma maneira para a melhoria da qualidade de vida das pessoas em geral.

Fora da faculdade, ela conta que adora conhecer novos lugares e nacionalidades, nas quais estão inseridas diferentes culturas e paisagens. Uma de suas maiores aventuras em uma de suas viagens, foi nadar com arraias. Além disso, em seu tempo livre, a estudante aproveita para ler sobre assuntos variados, que abrangem desde sua área de estudo, até filosofia e gastronomia.

Texto por Isabela Cardoso

Amanda Smera, 18, estudante do segundo semestre de jornalismo, fala sobre suas experiências de vida e o que a Universidade Presbiteriana Mackenzie a proporcionou. “Sempre ouvi coisas maravilhosas sobre a faculdade e quando a hora de escolher chegou eu decidi sentar e pesquisar um pouquinho sobre cada universidade que tinha o curso que eu queria. O Mackenzie foi a que mais me encantou. Até hoje não me arrependi da minha escolha”, diz a entrevistada.

Além de ter tido a oportunidade de se mudar para São Paulo, a santista diz que a universidade a proporcionou inúmeras amizades, desde professores até colegas de classe. “Eu sinto que todas as minhas ações ali dentro me moldam um pouquinho cada dia que passa” termina.

Amanda é fascinada pelo mundo da música. Faz aulas de canto e gostaria muito de trabalhar nesse ramo. Uma de suas maiores aventuras foi ter esperado sete anos para conhecer seu ídolo Darren Criss, em Nova York. Além de ter ido a outras peças musicais e se divertido muito nessa viagem. Tem como hobbies ir a musicais, teatros, jantar com família e amigos. Não é muito de festas e baladas, se considera uma pessoa mais caseira. Gosta muito de ler livros, diz que isso a acalma.

Ela se considera uma pessoa muito determinada, e diz que isso a diferencia de outras pessoas. “Se eu quero muito uma coisa, eu estou disposta a lutar com garras e dentes por aquilo, você pode ter certeza que aquilo é importante demais para mim e eu vou dar mais do que o meu melhor pra conseguir”, relata.

Amanda diz que gosta muito de café, esse é um dos seus vícios, e por isso não sai do Starbucks da faculdade. “Desde que eu entrei na faculdade, a Starbucks se tornou um verdadeiro amor para mim”. Sobre sonhos, conta que sempre quis exercer a profissão fora do Brasil. Morar um tempo fora para saber se realmente é aquilo que quer da vida. Outro sonho seria participar de um musical.

Sobre suas conquistas, conta que já escreveu dois livros apesar da pouca idade. “Tenho dois livros, dois romances, em dois idiomas diferentes, que me orgulho muito”, ela sonha em publicá-los. Para melhorar o mundo, Amanda lutaria muito pelas causas de identidade gênero. “Todo ser humano cresce com ensinamentos de respeito e tolerância mas são poucos que aprendem e querem uma igualdade.”

Texto por Guilherme Annis

“A melhor experiência que eu tive no Mackenzie com certeza foi a Redação Virtual, foi um lugar onde eu amadureci bastante e conheci pessoas dos mais diversos cursos”. Charles Galvão, antigo líder da editoria de Esportes, tem 22 anos, nascido e criado em São Paulo, e está cursando Publicidade e Propaganda.

O estudante conta que sua primeira opção foi o Mackenzie devido a diversos parentes que são antigos alunos, além de ter pesquisado muito sobre o curso e a faculdade ser perto de sua casa. “Eu amadureci muito, eu era meio que ‘criança’, entrei lá achando que a vida era uma festa. Mas esses dois lugares me fizeram amadurecer e crescer nesse sentido”.

O antigo líder de esportes conta que sua paixão pelo esporte surgiu muito por conta de seu pai. Os dois são torcedores fanáticos do Corinthians que sempre estão assistindo aos jogos do time do coração. “Eu não pratico nenhum esporte, até gosto, mas nada muito sério. Além além de assistir muito futebol, eu gosto de assistir basquete, NBA principalmente. Costumo ver sobre tudo, os canais de esportes são os que eu mais assisto”.

Ele que entrou na faculdade pensando em atuar na área de marketing esportivo, hoje diz que até pensa em trabalhar com isso. Mas agora seu objetivo é outro. “Eu quero conhecer o maior número de áreas possíveis onde eu possa atuar e descobrir o que eu realmente gosto”.

Uma dessas áreas que ele descobriu dentro da faculdade e passou a gostar foi mídias sociais. Tanto que ele foi o criador do Instagram da Redação Virtual (@rvmackenzie). “Eu já tinha feito um curso de mídias sociais. Fui atrás de dados, fiz uma apresentação e foi tudo aprovado. Hoje, o fato do Instagram existir me deixa muito muito feliz, eu vou lembrar pra sempre. Foi algo que eu lutei, conquistei e deu certo”.

Charles conta que cresceu muito como pessoa depois desse um ano que ficou na Redação Virtual. Aprendeu ainda mais depois que se tornou líder e ainda dá um conselho para aqueles que entraram agora: “se você levar a sério, durante esse período e depois que acabar, você vai se sentir uma pessoa diferente. Vai adquirir habilidades que antes não tinha. Vai perder a timidez, vai conhecer outras pessoas, que é uma das coisas mais legais. Conhecer pessoas diferentes daquele seu ciclo de amizades da sala de aula e crescer profissionalmente”.

Hoje o mackenzista trabalha na área de e-commerce do Carrefour e se sente realizado profissionalmente. “A maior conquista na minha vida está sendo esse meu primeiro estágio, era isso que eu queria para o início da minha carreira. Trabalhar numa empresa grande, multinacional. Esse foi o primeiro passo da minha trajetória profissional”. Ele encerra dizendo que é uma pessoa que vive um dia de cada vez. Dependendo do decorrer das coisas, ele decide que decisão tomar e que a chave para isso é simples: a auto- confiança. “Se você confiar em si mesmo, no que você faz e no que você pensa, vai dar certo!”

Confira o último post do Charles para a Redação Virtual aqui 

“Eu tinha algumas opções de faculdade, mas quando eu vim fazer o vestibular aqui, eu me apaixonei. É o campus, é o ambiente, as coisas que têm aqui. É incrível”, diz Natália Croccia Lucchesi, 17 anos,  ao ser questionada do porquê escolheu o Mackenzie.

A estudante do segundo semestre de jornalismo é alegre e espontânea. “Tudo, eu sou louca”, responde sobre o que a diferencia das outras pessoas. “Todas as pessoas são diferentes umas das outras. Mas o que me destaca é que eu não tenho vergonha, falo o que penso.”

Fora da faculdade, sua maior aventura foi a viagem de formatura do 9º ano. “Fui para a Barra Bonita. Eu me senti livre. Como sempre morei com meus pais e ainda moro, foi uma quebra de rotina”, diz.

Natália ainda conta que seu lugar preferido dentro do Mackenzie é a Redação Virtual. “Me sinto muito bem aqui”, revela. Ela faz parte da editoria de Moda. Já fora da faculdade é a Avenida Paulista. “Sou apaixonada por lá, gosto de ver gente, de ver diversidade”.

Além de amar esses lugares, ela ama estar com o namorado. Quando questionada sobre qual foi sua maior conquista, responde em tom de brincadeira: “namorar, foi uma conquista muito difícil”. A mackenzista ainda brinca que a conquista maior foi de seu namorado, por aguentá-la. “É que tenho um gênio forte, é difícil me aturar”, complementa.

A futura jornalista até pretende se casar. “Estarei formada, trabalhando com jornalismo de moda. Vou estar finíssima, com saltão e planejando uma festona de casamento”. Afirma que é assim que se imagina daqui quatro anos.

A estudante  conta das mudanças na sua vida, depois de ter entrado na faculdade. “Eu estou com menos tempo. Mas é bom, eu estou mais dinâmica, mais independente. De certa forma eu amadureci”.

Apesar disso, ela ainda tem muito para viver. Natália revela que gostaria muito de conhecer o mundo. “Eu já fui para Orlando, foi minha viagem de 15 anos. Quero viajar, não me importa para onde.”, responde ao ser questionada de algo que gostaria de fazer.

Por último, ela conta como pretende ajudar o mundo: “minha vó faz tricô e doa para os necessitados. Ela compra brinquedos e os distribui no natal. Eu sempre falo para ela que vou seguir seu legado”.

Confira um post da Natália aqui.

Texto por Arthur Codjaian

“Se eu pudesse fazer alguma coisa para mudar o mundo reuniria os líderes das grandes nações para ver se entravam em um consenso.” É o que diz o aluno do curso de jornalismo do Mackenzie, Raí Fernandes, de 19 anos.

Natural de Itapeva, interior de São Paulo,Raí vem de uma família fanática pelo São Paulo Futebol Clube. Tanto que o seu nome é em homenagem ao grande ídolo tricolor: Raí Souza. O qual fez uma surpresa para ele no dia do seu 18º aniversário. De acordo com o estudante, foi uma das maiores loucuras que ele já viveu.

Embora hoje seja aluno do curso de jornalismo, o aluno passou por um período de dúvidas em suas escolhas. Anteriormente fazia Relações Públicas e após o primeiro semestre decidiu que não era aquilo que queria. Então resolveu vir para cá: “eu escolhi o Mackenzie pelo nome que possui em relação ao curso de jornalismo”.

O são paulino fanático parece ter acertado na escolha dessa vez. Durante a entrevista, comentou que a faculdade o tem ajudado a ser menos tímido. Além das amizades que foram conquistadas aqui, as quais Raí diz ser uma das melhores coisas que aconteceu com ele esse semestre.

“Quando encaro uma coisa não quero mudar” é a frase que define a personalidade do mackenzista, que em seu tempo livre, gosta de assistir futebol e jogar videogames. Por fim, o aluno do primeiro semestre parece estar aproveitando a sua jornada na universidade. E se as coisas continuarem desse modo, talvez daqui a algum tempo poderemos ver outro Raí fazendo sucesso pelo país.

Texto por Caio Borges

“No que diz respeito ao empenho, ao compromisso, ao esforço, à dedicação, não existe meio termo. Ou você faz uma coisa bem feita ou não faz nada”. A frase anterior se destaca na vida de Isadora Castilla Miolo. Com 17 anos, ela é atual estudante no curso de Arquitetura & Urbanismo da UPM (Universidade Presbiteriana Mackenzie).

A mackenzista, que está no primeiro semestre, superou a distância e veio de sua cidade de nascença, Garibaldi (RS), para estudar na faculdade em questão. O apoio de seus pais à mudança e as ótimas colocações do Mackenzie nos rankings de universidades a encorajaram a prestar o curso que sempre quis. Após a visita ao Campus Higienópolis e presença no “Mackenzie Day”, a escolha se tornou fácil e a agradou muito. Atualmente, Isadora, que sempre prezou por seus amigos, se sente muito acolhida por todos, independentemente do curso e do semestre. Ela alega haver uma união muito envolvente no Campus e fora dele.

Sua vida se tornou mais agitada em custo das mudanças. Ela diz que teve que se adaptar às novas tarefas, mas que também ganhou muita experiência com as oportunidades que apareceram em seu caminho. Em seu tempo livre, ela conta que tem gosto por viagens a lugares calmos, em que possa aproveitar a paisagem. O clima frio em frente à lareira e os amigos também a agradam.

A estudante também é dançarina de Ballet, possuí gênio indomável e diz não se deixar vencer por pouco: “Não desisto de nada enquanto ainda houver alguma esperança de dar certo”. Sua persistência e vontade de alcançar sempre os melhores resultados a levaram à uma de suas maiores conquistas, que se realizou no início desse ano, 2017, em Berlim. O evento era um concurso renomado internacional de dança, que com muito treino e intenso preparo, rendeu a seu grupo o 1º lugar.

Como visão para o futuro, Isadora tem sonhos acerca de sua carreira, porém almeja objetivos altruístas maiores. Ela sonha com um mundo no qual pessoas e animais não precisem sofrer com as crueldades recorrentes. No qual todos possam ser incluídos na sociedade em que vivemos. Já mais madura pelo novo estilo de vida que leva, morar sem os pais a fez ter mais noção de seus gastos. Imagina um futuro no qual possuí paixão pela sua profissão. Se vê realizada em todos os âmbitos mais importantes de sua vida.

Texto por Isabela Cardoso Léo

A primeira vista, Natália Vitória não aparenta ter desbravado tanto o mundo com 19 anos de idade. Sua baixa estatura faz com que acreditem que ela seja frágil. A estudante do quarto semestre de Jornalismo, contudo, relata uma realidade além das aparências: “Eu acho que o Mackenzie me ajudou muito na questão de confiança em mim mesma. Me mostrou que eu não sou de porcelana, não vou quebrar, nem derreter, e vou conseguir fazer minhas coisas.”

Optar pela Universidade Presbiteriana, segundo a jovem, foi tarefa fácil. “Escolhi estudar aqui por tradição, porque meu pai estudou no Mackenzie e meu irmão também estuda. Sempre achei muito bonita a relação que eles tinham com a faculdade. Além disso, ouvi muito bem sobre a qualidade de ensino.  Quando entrei, pude comprovar a qualificação, tecnologia e ‘ser mackenzista’, ter orgulho da faculdade.”

A ingressão na graudação foi crucial também para que a futura jornalista obtivesse uma mente mais aberta. “Eu acho que a melhor experiência que tive aqui foi conhecer gente nova, com ideias similares as minhas ou pensamentos totalmente diferentes. Você começa a questionar, mudar de opinião ou até a acreditar mais nos seus ideias. Com certeza mudei desde que entrei aqui… Eu sai da gaiola, eu voei. Amadureci por causa desse embate de opiniões. Comecei a sair de casa, conhecer o mundo. É um ponto que me marcou muito.”

Além do interesse pela área de Comunicação, a jovem aprecia: “Música, música e música mais uma vez. Dança… Livros, eu gosto muito de livros. E viagem. Eu amo viajar. Sempre quis viajar o mundo, mas acho que sou muito jovem, preciso viver um pouco mais para realizar esse sonho.”

Ao tentar definir-se, apontando o que a diferencia de outras pessoas, a estudante alega que: “Eu sei que parece ingenuidade, mas ainda vejo o lado bom de cada um, tento acreditar ao máximo nisso, porém, claro que não serei enganada tão facilmente… E não gosto de ser pessimista. De pessimismo e julgamentos já basta o mundo. Gosto de apoiar os meus amigos, minha família. Ver todo mundo feliz.”

Natália exala otimismo de verdade e, até durante o longo percurso para vir a faculdade, ela se lembra de como a felicidade existe de diversas maneiras ao seu redor. “Eu atravesso a cidade todo dia, demoro duas horas para chegar no Mackenzie, mas eu amo aquela faculdade e chego feliz na sala de aula. Não reclamo porque sei que tem gente que batalha mais que eu.”

“Escolhi estudar no Mackenzie porque sempre soube que era uma ótima opção no meu curso. Depois de entrar percebi que é a melhor.” Fala Amanda Izar Verniano, de 19 anos, estudante de Jornalismo. Ela conta que hoje agradece por ter optado o Mackenzie, mesmo passando em outras universidades.

A mackenzista cita diversas experiências que já teve dentro da faculdade, como conhecer pessoas, de todos os tipos e lugares e poder ter aulas muito boas daquilo que gosta. “Mas as relações e os laços que você cria aqui são, com certeza, a melhor parte”, diz.

Além dessas vivências, Amanda fala sobre seu amadurecimento: “amadureci em todos os sentidos. Desde pegar ônibus sozinha, até minhas opiniões em diversos assuntos. A gente conhece muita gente e tem muita experiência diferente. Nossa cabeça se abre demais para coisas novas e consequentemente devido a tudo isso, amadureci bastante.”

Sobre seus gostos pessoais, a estudante fala que gosta muito de ler e de escrever. Quando sai, gosta de frequentar lugares de alimentação, como restaurantes. E sobre uma grande aventura, ela diz: “não sei se o JUCA (Jogos Universitários de Comunicação e Artes) foi a maior da minha vida, mas foi a melhor até agora.”

“Passar na faculdade e ter feito intercâmbio para o Canadá foram minhas maiores conquistas”, diz. Essas duas coisas mudaram completamente várias das suas ideias e abriram muitos horizontes. E ainda existem muitas coisas que ela deseja fazer e que ainda não fez pois acredita que são coisas que precisam de um maior amadurecimento para realizá-las. “Aos poucos ainda colocarei em prática tudo de relevante que desejo fazer.”

Conta que não costuma demonstrar isso para ninguém, mas que tem metas para sua vida já traçadas e faz desde já tudo para elas darem certo. “Eu sei e sempre soube o que eu quero, desde querer cursar jornalismo na faculdade, até com o que irei trabalhar, e faço de tudo para ir atrás.”

“Para mudar o mundo, eu faria o que está no alcance de um jornalista fazer, como passar algo para as pessoas pelas palavras. Seja passar uma ideia, um conselho, ou apenas amor.” Amanda acha que assim muitas coisas poderiam mudar, mesmo que pequenos detalhes.

“Eu me apaixonei pelo Mackenzie depois que entrei na faculdade”, conta Isabella Massoud, 19, estudante de jornalismo. “Acho que tudo me encantou de certa forma. O campus, a localização, os equipamentos do laboratório. Além da boa fama da universidade no mercado de trabalho”, fala.

Isabella é antiga líder da editoria de Moda da Redação Virtual: “a Redação Virtual foi uma experiência incrível. Foi lá que eu aprendi a gostar de moda e entender a importância dela”, conta. Além disso, fala que foi onde conheceu pessoas ótimas e onde aprendeu a trabalhar em equipe: “a RV me levou ao SPFW, o que me deu a oportunidade de entrevistar blogueiras da Capricho”.

“Com a faculdade eu cresci e amadureci. Também aprendi a ser mais responsável e que dedicação traz ótimos resultados”, declara a mackenzista sobre o que mudou depois que entrou no Mackenzie. Também aprendeu que é preciso respeitar os outros, mas nunca deixar de fazer algo por si.

Sobre seus hobbies, ela conta que é assistir séries, ler livros e revistas e fazer compras. Já os locais que gosta de frequentar, Isabella fala que adora sair para comer. Gosta de conhecer novos restaurantes e também de ir ao cinema.

“Eu me considero uma pessoa muito intensa”, é o que ela acha que a diferencia dos outros. Diz sempre pensar nos outros e não gostar de injustiças. “Todo mundo fala que eu tenho o coração gigante, que eu me importo e gosto de ver todo mundo feliz”, conta. Também diz que é bastante dedicada em tudo o que faz.

Isabella conta que quer muito viajar sozinha. Ainda não fez porque prefere sempre estar acompanhada: “gosto de dividir momentos com pessoas que eu amo e também de conversar. Mas, eu pretendo viajar sozinha para crescer e aprender a gostar mais da minha própria companhia”.

“Eu queria fazer com que todas as pessoas fossem menos egoístas, que elas pensassem mais umas nas outras”, é a resposta que ela dá sobre algo que ela mudaria no mundo. Também acabaria com qualquer tipo de injustiça, seja racional, emocional, na escola ou no trabalho. “Além de fazer com que as pessoas se importassem mais com a natureza”, conclui.

“Meu pai gostou muito do Mackenzie, foi ele quem falou para eu vir para cá, porque achou que eu teria mais espírito de faculdade aqui” relata Barbara Cecchino Reibel, 19 anos, estudante do terceiro semestre do curso de Jornalismo.

De acordo com a mackenzista, a ideia que seu pai tinha sobre a universidade estava certa. Ela, que é integrante da Tubateria, acredita que: “Parece que você participa mais, conhece bastante gente, dá uma enturmada melhor.”

Além de tocar na bateria, algo que a integrou a faculdade, a entrada no Mackenzie proporcionou-a mudanças pessoais. “Minha vida mudou muito desde que eu vim para cá. Lá no interior [a estudante é de Americana], minha família é enorme, todo mundo mora lá, então eu estou sempre cheia de gente. Foi bem diferente quando eu vim e fiquei sozinha. Mas conheci pessoas muito maravilhosas. Eu nunca fui muito sociável, porém, achei que fiz amigos muito rápido e é como se eu os conhecesse desde sempre, é absurdo.” 

Essa não foi, contudo, a primeira vez que Barbara ficou afastada de seu lar. Após terminar o ensino médio, a jovem tirou um ano de folga. Durante o período, ela morou por quatro meses fora do país. “A gente fechou a viagem em uma semana, foi muito rápido. Se eu parasse para pensar eu não ia. Foi intercâmbio, fiquei na casa de gente de lá, para estudar alemão, então a maioria das pessoas que eu conhecia eram estrangeiras.”

Para a futura jornalista, sua viagem foi crucial para a escolha da graduação. “Eu me descobri muito. Sempre achei que não era capaz de fazer as coisas sozinha. Descobri um outro lado do meu ser. Foi uma conquista de eu me desafiar. Até por isso que eu escolhi [o jornalismo], para me tirar da minha zona de conforto.”

A estudante conheceu outros lugares do mundo também, a turismo. Itália, República Tcheca, Estados Unidos e Argentina já foram destinos de suas passagens de avião. E, pelo Brasil, o senso de aventura é ainda maior. “O Brasil, eu conheço bastante, meus pais gostam de viajar, mas de carro. A gente foi até Fortaleza de carro e voltou. A gente foi parando nas praias, demoramos um mês para ir e voltar.”

A mackenzista, entretanto, sonha em conhecer o mundo inteiro. “Eu quero viajar muito. Tenho muito medo de avião, mas eu quero ter o máximo de experiência na vida, sabe? Fazer um pouco de tudo.”

E, apesar de se definir como: “Muito normal, normal até demais as vezes. Eu sempre acho que sou menos que as outras pessoas”, suas experiências de vida demonstram a coragem que ela possui.

“Escolhi estudar no Mackenzie por ser uma grande universidade. Sempre escutei comentários positivos sobre a instituição e dos cursos de comunicação”, fala André Arruda, 23, estudante de jornalismo.

Andre afirma que desde que entrou para o curso de jornalismo passou a ler mais e ser mais crítico. “Alguns dos trabalhos e entrevistas realizados me mostraram realidades e opiniões que eu se quer considerava”, diz.

Além disso, ele fala que a melhor experiência estudando no Mackenzie foram as amizades feitas. Ele diz que muitas espera levar por bons anos de sua vida.

Ele pratica muitas atividades como hobby, porém a que ele considera mais prazerosa é o surf: “desde pequeno sempre gostei muito do contato com o mar. Quando ganhei minha primeira prancha de isopor não consegui mais largar o esporte”.

O lugar que ele mais gosta de frequentar é a sua casa na praia de Itamambuca: “um lugar reservado, onde posso refletir, contemplar a natureza e é claro surfar”. Ele explica o surfe como: “é uma sensação de liberdade. A imersão com a natureza e a adrenalina são insubstituíveis”.

André pensa que o que o diferencia das outras pessoas é a sua personalidade: “sou bem reservado e calmo. Afinal, ficar remando pela praia inteira não vai fazer as ondas chegarem mais rápido na rebentação”.

Dentre seus maiores desejos, o mackenzista lista viajar para lugares onde o esporte seja muito praticado como Hawaii, Portugal e Austrália.

O aluno ainda se considera muito novo para já ter obtido uma grande conquista em sua vida. Porém ele acha que mais do que selecionar algo material, o mais importante é conseguir se adaptar às situações e sempre melhorar como pessoa: “desse modo tudo aquilo que você precisa sempre acaba vindo”.

Para finalizar, ele diz que uma ação para mudar o mundo seria conscientizar as pessoas sobre a vida marinha. “Ela é muito importante para o equilíbrio do Planeta”, conclui.

 

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“A melhor [experiência mackenzista] eu diria que foi o amigo secreto aqui na RV, no final do semestre passado.” relata Rodrigo Nunciaroni, 20, estudante do sexto semestre de Publicidade e Propaganda e ex-líder da editoria Etc & Tal.

Rodrigo sabia desde o primeiro colegial que seguiria a área de Humanas para o futuro, assim como estudaria no Mackenzie. A escolha pelo curso, por outro lado, levou um pouco mais de tempo, e, segundo ele, aconteceu de uma hora para a outra. “Foi do dia para a noite. Eu estava pesquisando curso para ver qual eu gostava, eu já sabia que era Humanas. Tinha Psicologia, mas Psicologia tem umas partes biológicas; e tinha Jornalismo, só que eu achava meio formal e eu queria algo mais informal, então optei por Publicidade.”

De acordo com o jovem, a melhor experiência de sua vida foi conhecer a Itália, país de origem de sua família. “Eu visitei duas cidades e até hoje não sei qual foi a melhor, que foram Veneza e Roma. Por um lado, Roma, desde que eu comecei a gostar dessa parte italiana da família, eu queria conhecer, até porque eu gosto bastante de história. Mas, Veneza é uma cidade do estilo que eu gosto, pequena, que não acontece quase nada. A principal atração da cidade acontece numa praça (Piazza San Marco), que é quase do tamanho da RV.”

Ele, que fala italiano, inglês, está aprendendo alemão e pretende estudar a língua russa, “uma língua bastante curiosa”, gostaria de morar por um tempo na Itália ou na Inglaterra. E, além do interesse por idiomas, gosta de “jogar qualquer tipo de jogo”.

O mackenzista comenta ainda sobre a solidez que a passagem pela Redação Virtual trouxe a ele. “Quando eu entrei [na Redação Virtual] estava pensando em outras coisas, tanto com relação a expectativa do que eu ia fazer aqui quanto do que eu queria trabalhar. Depois, mesmo fazendo minhas coisas, eu arrumei tempo para decidir. Ficou mais claro o porquê eu estava aqui.”

O futuro publicitário, que transmite uma paz típica dele, e utiliza da frase “Devagar se vai longe.” para se descrever, nem sempre, contudo, foi assim. “Depois que passou toda aquela euforia do começo [da universidade], eu acho que fui melhorando a confiança em mim mesmo, sabe? Quando eu entrei, era aquele cara, completamente fechado, que não tinha confiança em mim. Eu acho que com o tempo a faculdade foi ajudando. Se eu pudesse fazer alguma coisa para mudar o mundo, passaria menos tempo fazendo com que as pessoas aprendessem as coisas tradicionais e tentaria trabalhar mais o psicológico delas, principalmente na parte de confiança. Porque eu sei que para mim, fez muita falta. Isso é uma coisa que veio agora, quando eu tinha 19 anos. Seria muito mais fácil para as pessoas se a gente tratasse esse lado desde cedo.”

“Escolhi estudar no Mackenzie pois boa parte da minha família estudou aqui. Então, eu sabia que é uma boa universidade e com uma boa localização”, conta Victor Peixoto Sousa de 19 anos. Estudante do terceiro semestre de Jornalismo, ele conta dos seus almejos dentro da faculdade.

Nesse tempo na universidade, ele conta sobre como amadureceu aqui e sobre as amizades que ele fez. “Minha melhor experiência aqui dentro foram as pessoas que conheci e como construímos algo muito forte com o tempo”, diz.

Victor acredita que o que o diferencia de outras pessoas é o seu carisma: “Eu tento sempre agradar todo mundo. Gosto muito de brincar com as pessoas ao meu redor e de fazer com que se sintam bem acolhidas”.

O mackenzista considera jogar futebol um hobby e essa prática fez com que ele fosse escolhido para fazer parte dos times de futebol de campo e futsal comunicação. Com isso seus lugares favoritos de se frequentar são os locais onde ele joga bola. Depois tanto tempo de treino e excelentes equipes, ele deseja ser campeão dos Jogos Universitários de Comunicação e Arte (JUCA). “Temos tudo para isso”, fala.

Por fazer parte desse meio, ele jogou por cinco anos no time do São Paulo, dos 12 aos 17. E em um desses anos, ele foi campeão da Federação e considera uma de suas grandes conquistas. “Era algo que eu gostava muito de fazer. Foi satisfatório”, conta.

Como jornalista, ele tem como objetivo fazer uma matéria sobre algo que ele gosta muito, como os projetos de auxílio às pessoas na África. “Esse é o assunto que eu pretendo tratar no meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)”, explica. “Quero fazer uma reportagem que tenha um impacto positivo e faça com que as pessoas tenham esperança no mundo”, conclui.

 

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