Arte é integração

Como os diferentes tipos de arte são capazes de unir a população heterogênea

A aceitação do outro pode ser a partir da arte

A arte é algo cotidiano na vida todos os dias, principalmente em São Paulo, onde tem um enorme leque cultural. O termo pode ser entendido como uma das melhores maneiras do ser humano expressar seus sentimentos e emoções. A partir desta definição, fica claro que através de obras, como músicas, filmes, desenhos, fotografias e teatros as pessoas se tornam capazes de conhecer realidades dessemelhantes de outros indivíduos e grupos, segundo o professor, da FAU Mackenzie, Antônio Fabiano Junior. O problema é que a maior parte quer ouvir, assistir, visitar apenas aquilo que se identifica, um dos motivos é o medo do novo, e consequentemente fica isolada.

Primeiramente, em relação aos dados das palestras “Ocupação dos espaços livres da cidade” e “Festas e Ativação do Espaço Público” ocorridas na Semana Viver Metrópole (FAU- Design- Mackenzie), arte é importante para que as pessoas vejam e tenham provas da existência da diferença, desta maneira é mais fácil a compreensão e aceitação do outro. A sociedade, então, deve ser eclética e consequentemente coletiva, em vista que o diferente é o responsável para que as coisas aconteçam e que a vida não seja tão monótona, com os mesmo pensamentos, opiniões e gostos.

A solução para esse problema é a ativação dos espaços públicos nas cidades, em vista que nesses as pessoas visitam sem saber o que irão encontrar e depois se deparam com inúmeras diferenças, involuntariamente. Aparece para exemplificar, os domingos na Avenida Paulista em São Paulo, os quais atraem públicos distintos e atrações como shows de rap, MPB, rock, samba, música clássica; exposições de desenhos e fotos variados; e danças em estilos diferentes como dos anos 80, funk, forró, hip hop e etc.

 

 

Texto baseado em dados de palestras que ocorreram na Semana Viver Metrópole (FAU- Design- Mackenzie).

Entre elas:

– Ocupação dos espaços livres da cidade (Vinícius Andrade, Catherine Ocondo e Marina Grinover).

– Festas e Ativação do Espaço Público (Antônio Fabiano Junior, Mamba Negra, Baile Profano e coletivos).

Texto por: Bettina Mendieta