Jornalismo e Educação

“O jornalista tem que ser curioso, tem que ter vontade de aprender e tem que ser uma pessoa muito disposta a conhecer realidades diferentes”, é o que diz o professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie André Cioli Taborda Santoro.

Atualmente com 43 anos, o jornalista foi um dos primeiros professores a fazer parte do curso de jornalismo do Mackenzie, que começou em 2003.

O professor conta que optou pelo curso de jornalismo devido ao seu gosto pela escrita. “Eu escolhi fazer jornalismo porque eu sempre gostei muito de escrever. Nunca tive o sonho de ser repórter, fazer matérias, nada disso. Depois que comecei a trabalhar que fui pegando o gosto pelo trabalho jornalístico de fato”, relata.

Graduado pela Universidade Federal de Fluminense, em Niterói, município do Rio de Janeiro, André se formou com 23 anos e logo passou no curso da editora Abril para trainee, fazendo com que se mudasse para São Paulo capital.

Em seu início de carreira, o educador relata ter passado por algumas dificuldades, mas nada que o tenha desanimado. “Eu passei os perrengues que todo repórter que está começando passa. Ganhava relativamente pouco, ainda tinha dificuldade para me adaptar à nova cidade. Mas nada disso me fez desistir. Aos poucos eu fui me adaptando”, conta.

Como jornalista, trabalhou principalmente na Editora Abril, nas revistas Superinteressante e Veja. Além disso foi assessor para a prefeitura de São Paulo.

Com o tempo, começou a se afastar um pouco das redações e por isso decidiu ingressar na carreira acadêmica. Começou o seu mestrado em 2002 e, em 2003, um de seus professores o chamou para lecionar na UPM, onde ministra suas aulas até hoje.

Por fim, Santoro demonstra estar feliz com a sua carreira acadêmica e deixa uma dica para os jovens que estão começando o curso de jornalismo. “Se eu pudesse dar uma dica para os novos jornalistas eu diria para que eles não se sintam muito confortáveis com aquilo que já sabem e com as experiências que já tiveram. Acho que o jornalista precisa estar buscando sempre compreender o mundo”, diz o professor.

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Gosto de cinema, quadrinhos e séries. Faço piadas e comentários sarcásticos sobre praticamente tudo. Amo conversas viajadas, como “qual o sentido da vida?”, “estamos sozinhos no universo?”, “o arroz vai por cima do feijão?”, etc.