A natureza de uma publicitária

“Quero poder desfrutar dentro da natureza. Acampar por dias, fazer trilhas longas, subir em montanhas, conhecer todas as cachoeiras cristalinas, navegar em rios distantes e pular de asa delta. Acredito que me sinto realmente viva quando estou em contato com a natureza”, diz Natália Calvaro. A jovem de 19 anos fala de seus sonhos.

A mackenzista cursa publicidade. A paixão pelo seu curso é nítida quando ela fala de seus maiores sonhos: “Meu maior sonho é me encontrar profissionalmente. Ver um sentimento profundo na minha profissão e no que eu for fazer. Pretendo seguir a área de criação dentro da publicidade. Quero me aprofundar nas teorias de raciocínio criativo e me aventurar no mundo visual e de escrita que a publicidade proporciona”.

Ela explica a escolha do curso: “Escolhi a área de comunicação porque eu me interesso muito pelas relações interpessoais. A área de comunicação liga o mundo de ponta a ponta, além de informar, educar e conectar todos. Sinto um grande interesse por pessoas e como elas percebem o mundo. A área de publicidade me chama muito a atenção por tratar de assuntos variados e amplos, desde fotografia, arte, design até questões sobre atualidade, internet e administração”.

A jovem optou pelo Mackenzie por sua grade curricular e por “ter a divisão entre marketing e criação do meu curso, além de estar em uma boa posição do ranking quando se diz ao mercado de trabalho. O ambiente também é muito bonito esteticamente”, diz.

Natália gosta tanto da natureza que quando questionada de onde queria estar, não hesita em responder: “em cima de uma montanha bem no alto em campos do Jordão, olhando para as estrelas, com uma xícara de chá de canela do meu lado, uma manta, ao lado de bons amigos de infância”.

A futura publicitária também conta do lugar que ela mais gosta: “gosto muito do meu próprio quarto, acho que lá que está todo o meu mundo metaforicamente. O lugar no qual desenvolvo minhas ideias e deixo os pensamentos fluírem, onde me sinto mais confortável e simplesmente e literalmente me sinto em casa. Porém, gosto muito de casas de show e cafés alternativos escondidos por São Paulo”.

Por último, ela fala do que mudaria no mundo. “Se eu pudesse mudar algo no mundo, seria incentivar as pessoas a pensarem. Usarem e abusarem de sua criatividade e se questionarem sobre temas gerais e devidamente relevantes. Mentes pensantes nos levam ao progresso e evolução humana. Somos condicionados a viver no modo automático diariamente e acabamos nos distanciando da nossa própria essência”. Essa mesma essência que Natália mantém no seu quarto e busca na natureza.