A Grandiosidade da China

A Redação Virtual conversou com a Luiza Moliterno, aluna de Direito e Engenharia de Produção do Mackenzie, que durante as férias foi para a China. Ela passou 11 dias no país e contou pra Editoria Internacional um pouco sobre a sua aventura.

Lugares que mais gostou de visitar

Muralha da China

Parece meio clichê, mas um dos lugares favoritos da estudante foi a Muralha da China. “Você não tem noção da dimensão da muralha até chegar lá”, comenta.

Além disso, como estudante de engenharia, ela se apaixonou pela Usina de Três Garganta. Ela navegou pelo rio Yangtzé, passando por povoados chineses, conhecendo a real cultura deles, até desembocar na usina. “Com o navio a gente passou pelas 5 eclusas, é a maior hidrelétrica do mundo e não da pra mensurar o tamanho daquilo”, observa a estudante de direito e engenharia.

 

 

Choques culturais

A Luiza ficou surpresa em saber que na China existe uma grande comunidade muçulmana na cidade de Xi’an. Cerca de 10 milhões de chineses, seguem a religião e os costumes árabes. Isso se dá pela “Rota da Seda”, que ligava a China ao Império Romano. “Eu sabia que a religião da China vinha do Taoismo, mas depois eu descobri que é muito similar ao budismo. Só que em Xi’an, eles levaram a gente em uma rua muçulmana, eram chineses com roupas de muçulmanos, eu não tinha ideia de que isso existia”, conta a estudante.

Rua muçulmana

Língua 

“Você sempre acha que vai chegar lá falar em inglês e se virar, mas não você não vai se virar porque eles não falam inglês”.
Ela conta que apenas os guias turísticos sabem falar inglês e por isso ela passou por muitos perrengues quanto a comunicação. Foi basicamente tudo por mímica e ajuda do guia.

Culinária

Devido a barreira da língua era muito difícil para ela e os familiares pedirem comida nos restaurantes, “Nós passamos um pouco de fome até entender como funciona”. Ela comenta que comeu muita melancia lá, pois é um alimento comum na culinária deles e que ela tinha mais familiaridade. Mas quanto aos insetos, a estudante comenta que até recomendam que os turistas não experimentem, pois não estão acostumados com esse tipo de comida.

Gastos

“Pra você chegar até lá é bem caro, porque você vai viajar o mundo”, observa. A passagem de avião pode até ter um preço mais salgado. Mas, estando na China tudo é negociável, você paga o que conseguir, então depende muito do próprio viajante.

Beleza e moda 

A mackenzista foi com a expectativa de fazer muitas compras, mas acabou se decepcionando. Devido a modelagem ser muito menor do que a brasileira e a moda chinesa ser única e tanto quanto peculiar. Quanto a beleza ela conta que a fama dos chineses de não tomar sol é real. “Eles são fanáticos em não tomar sol, para eles quanto mais branco mais bonito”, ressalta.

Dicas

“Nada tem preço na China, os venderes dão o preço que quiserem, então você nunca pode levar de primeira, é da cultura deles negociar”, comenta. É preciso pechinchar para comprar qualquer coisa. Seguindo na linha de compras, a Luiza nos contou que lá existe uns shoppings das imitações, que os próprios chineses o consomem. São imitações perfeitas, que segundo ela “você vai sair bem contente de lá”.

A aluna do Mackenzie recomenda que para ir para a China é ideal que invista um pouco mais nas acomodações. Já que você está indo para um lugar com um choque cultural muito grande, é melhor garantir na hospedagem.

Templo budista “Mudou a minha visão de mundo”, finaliza a estudante que sonha em voltar e ter mais uma aventura.

Créditos da Foto: Arquivo Pessoal