Lesões no esporte

Por definição, lesão é um dano à normalidade funcional do corpo humano, uma ofensa à integridade corporal de um indivíduo. No dia a dia do esporte, as lesões são muito comuns. Sempre ouvimos que um atleta ficará um determinado tempo sem praticar atividades físicas.

Lesão muscular em Fábio Coentrão

As lesões são consequências do alto nível esportivo. Em alguns casos, elas surgem como excesso de treinamentos e competições, como por exemplo no futebol. Um jogador costuma se ausentar dos gramados por lesões musculares quando a rotina de jogos e treinos é muito intensa, geralmente com partidas marcadas para dois dias por semana. Assim, o desgaste muscular começa a ser cada vez maior e os jogadores acabam se lesionando.

Em outros casos, os atletas se contundem com uma fatalidade. A lesão de Anderson Silva é um caso desses. O lutador de UFC fraturou a perna esquerda em uma luta contra Chris Weidman, há pouco mais de quatro anos. Na disputa pelo cinturão do peso-médio (até 84kg), quando a luta estava no segundo round, Anderson Silva deu chute despretensioso em Weidman, e infelizmente fraturou a tíbia e a fíbula. Este é um caso de lesão que não ocorreu por desgaste físico, mas sim por uma fatalidade.

Uma contusão muito comum em atletas é o rompimento de ligamentos, principalmente no joelho e tornozelo. A recuperação dessa lesão é uma das mais complicadas. Especialistas afirmam, em termos de recuperação e futuras atividades físicas, que é melhor quebrar um osso do que romper um ligamento.

Na maioria dos casos, ao quebrar um osso, o processo de calcificação ocorre normalmente.  Depois, quando ele se restitui por completo, volta à sua “configuração inicial”.

Com relação ao ligamento, se acontecer uma ruptura total, ele nunca mais será o mesmo. A região danificada não consegue voltar ao seu estágio normal e o risco de a lesão acontecer novamente é mais alta.

Rafaela Rossi representando o Mackenzie no JUCA durante um jogo de handebol feminino

Rafaela Rossi, estudante da Universidade Presbiteriana Mackenzie, é um caso a parte. Ela rompeu totalmente o ligamento colateral anterior do joelho esquerdo em uma partida de handebol, no ano de 2013. Contrariando o médico, nunca fez uma cirurgia para corrigir tal problema.

Atualmente, Rafaela joga vôlei e handebol pela Atlética de Comunicação do Mackenzie. De vez em quando, suas dores a impossibilitam de seguir treinando e participando de campeonatos. Contudo, ela se recusa a operar e apresenta dois motivos: um trauma sofrido no hospital após a contusão e a pouca idade na época, que como qualquer jovem, não quer ficar parada por um tempo.

A recuperação da cirurgia é de um ano. Por isso, ela pretende operar após o término da faculdade para não perder uma edição do JUCA, Jogos Universitários de Comunicação e Artes.

Palmeirense apaixonado por esportes. É o melhor entretenimento do mundo!