Uma volta pelo Mackenzie

“ Por influência de parentes e após ver toda a história da fundação do mackenzie, achei que seria uma boa escolha. Também vi que era uma faculdade  super bem colocada no ranking da Folha”, diz Guilherme Pinheiro sobre o  Mackenzie.
O Paulistano de 18 anos começará o segundo semestre de Comércio Exterior e está feliz com sua decisão. Apesar disso ele explica: “pensava em direito até a data do vestibular, mas desisti pelo curso de jornalismo , no qual entrei cursei apenas a primeira etapa”. Ele conta o motivo pela troca: “escolhi meu curso baseado na internacionalização que seria possível posterior à conclusão deste”.
O mackenzista conta dos lugares que mais gosta no Mackenzie, entre eles estão:”prédio 45, o Rw, a capela, o bosque da arquitetura “. Ele também gosta de Higienópolis:”é um bairro super calminho é bom para passear”, complementa.
Ele gosta do agito de cidades grandes mas também gosta de paz. “tem vezes que só queria estar na frente do mar ou numa colina, enquanto tem outras que eu gostaria de estar bem  no meio de uma cidade grande, como São Paulo”, diz.
O estudante gosta de brincar. Responde:”eu engoli uma pedra com 6 anos, mas não sei se isso conta como loucura”, ao ser questionado de sua maior loucura.

Ele também fala das mudanças em sua vida após ter entrado na faculdade. “Me sinto mais livre para ir e vir, mais apto para tomar grandes decisões e e menos incomodado com pessoas ruins”. Além disso, o estudante conta do seus hobbies:”Gosto de várias coisas, estudar, pensar na vida, ouvir música e assistir a seriados.”
Por último, Guilherme fala sobre como poderia contribuir para a humanidade. “
Gostaria de conscientizar populações em estado precário, seja sobre precauções contra epidemias, até dar instruções sobre economia doméstica, empreendedorismo, controle populacional”. Ele fala de onde gostaria de realizar esses projetos:”em lugares distantes, como países africanos”.